Resenha - Eternity Ends - Time Machine

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Por Marcelo Martins
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Confesso que fiquei um pouco decepcionado quando ouvi o disco anterior da banda, Act 2: Galileo. Apesar de ser um álbum conceitual extremamente bem feito em sua concepção gráfica e lírica, faltava o principal: a música. Não que fosse ruim, mas este album tem "apenas" 19 faixas. Isso por causa das inúmeros diálogos, introduções e etc. Tornava o álbum um pouco cansativo, porque você tinha que procurar as músicas no meio desse mar de interrupções.

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Com o Eternity Ends, tudo muda. O design gráfico melhorou ainda mais, as letras continuam incríveis e, finalmente, o melhor: as músicas são fantásticas. Ainda bem que eles tiraram aqueles diálogos! São 12 faixas de puro Heavy Melódico. Destaco as incríveis Eternity Ends e Hidden Pain. O som do Time Machine dá mais destaque às melodias e aos vocais de Nick Fortarezza. É claro, também existe um ótimo trabalho de guitarras, como em Behind The Cross. Joe Taconne usa e abusa da alavanca e investe alto no feeling. Talvez falte um pouco de peso, na minha opinião pessoal, mas se continuar do jeito que está, o Time Machine com certeza vai chamar atenção no cenário metálico mundial.

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