História da Arte: O Renascimento e o Metal Extremo
Por Michel Sales
Postado em 28 de maio de 2020
Desde os primórdios do tempo - quando o homem vivia em meio aos bichos da natureza - a música pairava no ar. Com a evolução dos períodos, a humanidade passou a imitar a comunicação dos animais e recriar sons com o próprio corpo, além da utilização de objetos simples para emitir estrondo e agitação.
Com isso, diante da transformação da música, a pintura também primou sua evolução constante e significativa na história, referindo estilos diversos e conquistando ascensão universal.
A arte rupestre representada nas cavernas e rochas foi o estopim para a evolução da pintura, quando logo surgiram as pinceladas da antiguidade ocidental e oriental, destacando os desenhos egípcios, grego, budista, trusco, helenístico, romano, persa, paleocristão, bizantino, copta, russo, japonês, chinês, maia, hindu, islâmico, entre outros traços.
Durante a Idade Média, séculos XV ao XVII, a arte ganhou destaque principal com os povos germânicos, celtas e anglo-saxões, que referiram pinturas no estilo gótico, barroco e renascentista. Já no período moderno, séculos XVIII e XIX, a pintura reverenciou expressões do romantismo, neoclassicismo, rococó, realismo, naturalismo, impressionismo, simbolismo, surrealismo, futurismo, pop arte, arte conceitual e outros estilos.
Mas a relação da música com a diversidade da pintura importa maior evidencia a partir do Renascimento, sendo este um dos movimentos culturais mais impactantes no contexto histórico, caracterizando a racionalidade; a dignidade do homem; a ciência; o ideal humanista e a reutilização da arte greco-romana.
Deste período, vale destacar os artistas renascentistas Varsari, Bosch, Bellini, Da Vince, Donatelo, Correggio, Rafael, Gozzoli, Botticelli, Michelangelo, etc. E assim, baseados nas ideias geniais destes monstros consagrados da pintura, muitos artistas contemporâneos tem retratado configurações do passado remoto em capas de discos de bandas renomadas no cenário Metal, sendo elas o #HateEternal, #FlashgodApocalipse, #RottingChist, #Soulfly, #ExDeo, #Behemoth e outras, e dessa forma agregam valor histórico com o tempo atual, simplesmente pela junção da música com a pintura, significando mais precisão de detalhes sobre as melodias, o discurso, a fotografia e a arte como um todo.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O clássico do Metallica que James Hetfield considera "fraco": "Um enorme sinal de fraqueza"
Nicko McBrain fala sobre rumores de aposentadoria de Dave Murray
Música que dá nome ao documentário do Iron Maiden já foi considerada uma das piores da banda
Blaze Bayley escolhe o melhor disco do Metallica - mas joga sujo na resposta
O guitarrista que moldou o timbre do Metallica, segundo James Hetfield
Como a banda mais odiada do rock nacional literalmente salvou a MTV Brasil da falência
O vocalista com quem Slash disse que não trabalharia novamente: "Não tem como"
O "Big Four" das bandas de rock dos anos 1980, segundo a Loudwire
O dia que Mano Brown questionou o Shaman: "Legal, mas o que vocês reivindicam?"
Os álbuns do Rush que são os prediletos de Regis Tadeu
João Gordo explica o trabalho do Solidariedade Vegan: "Fazemos o que os cristãos deveriam fazer"
Como o Queen se virou nos trinta e ganhou o jogo que o AC/DC sequer tentaria, admite Angus
A banda que poderia ter chegado ao tamanho do Led Zeppelin, segundo Phil Collen
AC/DC - um show para os fãs que nunca tiveram chance



O grunge não inventou o rock pesado - apenas chegou primeiro à MTV
E se cada estado do Brasil fosse representado por uma banda de metal?
Alcest - Discografia comentada
Cinco razões que explicam por que a década de 1980 é o período de ouro do heavy metal
Poeira: Rockstars e as bandas que eles sonhavam fazer parte


