Axe

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Por Allan Jones
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O Axe foi mais uma banda de rock n´roll frequentadora do clube dos injustiçados. É a velha história dos músicos talentosos que fazem boa música mas não emplacam. Talvez por não possuírem lindos olhos azuis ou não usarem visuais ultrajantes, quem sabe?

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O Axe começou como outra banda; os músicos tocavam sob o nome de Babyface na década de 70. Eram Edgar Riley (v), Bobby Barth (g/v), Mike Turpin (b) e Bob Miles (d). Após um tempo fazendo shows com o nome de Babyface, descobriram que existia um outro Babyface na América que tinham direitos autorais sobre o nome. Para não terem problemas resolveram mudar o nome para Axe.

Já era o final dos anos 70, e neste período eles já estavam recrutando um novo guitarrista, Mike Osbourne (apesar do nome, não existe nenhum parentesco oficial com Ozzy). Mike vinha para somar, e a banda passava a ter dois guitarristas. Tempos depois, Bob acabou sendo substituído por Teddy Mueller que tinha uma técnica mais refinada.

O primeiro disco veio em 79 e levou o “criativo” nome de “Axe”. Este primeiro álbum não trouxe o reconhecimento que a banda merecia. Poucas pessoas compraram o disco e não muitas frequentavam os shows.

O segundo sairia um ano depois, novamente pela MCA, que estava acreditando que apesar da banda não ter um frontman carismático e bonitão ou um guitar hero sexy e ousado, poderia aparecer como uma revelação do rock americano.

“Living on the Edge” foi editado e deu um novo ânimo na banda, já que uma revista especializada havia tecido vários elogios ao disco.

Em 81, eles lançariam o último disco com este line-up; Mike Osbourne morreria em um acidente de carro na época em que a banda estava começando a colher os frutos do seu árduo trabalho.

O disco “Offering” (81) se saiu muito bem, em termos de venda e de crítica também. Só por curiosidade, vale mencionar que este trabalho traz na faixa de abertura uma canção (“Rock n´roll Party in the Streets”) que lembra muito “Runaway” do Bon Jovi (que seria lançada anos depois).

Após a morte de Mike, a banda congelou por toda a década, para retomar as atividades em 89, com o baterista do UFO Andy Parker.

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Sobre Allan Jones

É carioca, tem 23 anos e ouve rock desde pequeno. Suas principais influências são dos anos 70 e 80. Fez vários trabalhos relacionados ao rock, desde programas de rádio até promoção de eventos. Além disso, é músico e também faz trabalhos relacionados ao teatro. Oficialmente trabalha para a secretaria de fazenda de uma prefeitura de um município do Rio. Atistas prediletos: Kiss, Alice Cooper, Van Halen, Todd Rundgren, Asia, Kansas, Journey e as bandas do cenário do hard oitentista.

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