King Kobra
Postado em 06 de abril de 2006
Por Allan Jones
O King Kobra é mais uma das bandas glam da década de 80, mas com uma pequena diferença quando comparada com as outras... ao invés de faturar como todas, ela fracassou!
O idealizador do Projeto foi o lendário baterista Carmine Appice (Vanilla Fudge) que juntamente à Capitol Records montou uma banda que tinha a simples intenção de fazer dinheiro.
A banda inicialmente consistia em Carmine e o vocalista Mark Free. O dois recrutaram os outros membros. Mike Wolfe foi o primeiro guitarrista, mas foi substituído por Mick Sweda. No rastro vieram Johny Rod e David Michael Phillips (ex-Keel).
O álbum "Ready to Strike" foi lançado e foi extranhamente ignorado por todos. Muitos consideravam um absurdo que Carmine Appice, que era um conceituado músico de jazz, blues e rock n‘roll, tivesse se proposto a fazer algo tão comercial. O destaque do álbum é a faixa "Shadow Wolf".
Carmine parecia não se importar e deu seu segundo passo: "Thrills of a Life time" que teve repercussão um pouco melhor que o primeiro, com boas canções como "Dream on" e "Overnight Sensation", mas nada que pudesse ser considerado rentável, pelo menos comparado ao que estava rolando na época. Fizeram algumas turnês abrindo para Kiss e Queensyche.
Em 1986 veio a primeira baixa. Johny Rod saiu e foi parar no WASP. Lonnie Vincent entrou em seu lugar.

O King Kobra parecia querer o sucesso a qualquer custo, devido às apelações feitas. O visual era chocante, era mais do que glam, ficava no meio termo entre Poison e Twisted Sister. O primeiro single do álbum "Thrills of alifetime" foi "Never say Die (Iron eagle)" que foi colocado no filme de mesmo nome (Águia de Aço) na tentativa de erguer o nome da banda entre os nomes do rock glam, mas foi tudo em vão. Podemos dizer que apesar das críticas, a banda foi injustiçada, pois o conteúdo dos discos não era ruim.
A banda teve mais baixas, a maior delas foi a saída de Mark Free. Marc Torien assumiu o posto, mas por pouco tempo, no que resultou em apenas uma canção com a banda. Sweda e Vincent também se encheram, resolveram sair e formaram o Bulletboys.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | O Baterista, já então apelidado "Carmine "eu não desisto" Appice", montou um novo time que continha Johny Edwards no vocal (ele mais tarde integraria o Lendário Foreigner) e lançou "King Kobra III", um disco diferente dos dois primeiros, deixando o visual um pouco de lado e concentrando-se mais nas canções que desta vez estavam mais agressivas. Se o resultado antes era ruim, com este disco ficou pior. Não que o álbum fosse fraco, mas todos já tinham tomado antipatia pelo nome King Kobra.
Carmine finalmente deu o braço a torcer, abandonou o "projeto para ganhar dinheiro" e Aceitou o convite de John Sykes para remontar o Blue Murder. Por mais de uma década o nome King Kobra ficou apenas na memória dos seus pouquíssimos fãs. Seus ex-integrantes partiram para outras bandas menos expressivas. O vocalista Mark Free ainda fez umas tentativas, mas depois abandonou por completo o mundo da música e... pasmem! mudou de sexo... Ele... (quero dizer, ela...) se chama Marcie Free agora e trabalha para o governo Americano. Agora, música para ela é só um Hobby.

Com a entrada do novo milênio e o retorno de nomes do hard glam oitentista, Carminne resolveu trazer à tona o King Kobra novamente. Mark (Marcie) não se interessou e a vaga ficou com Kelly Kelling, um virtuoso músico americano que além de cantar vai tocar também. A nova formação com Carmine Appice (bateria e vocal), Kelly Keeling (vocal, guitarra e baixo), Steve Fister (guitarra) e Mick Sweda (guitarra) lança "Hollywood Trash", um disco que mostra um novo estilo, menos comercial, mais potencial. O disco ainda tem a participação especial de C. C. DeVille do Poison.

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