Paul McCartney
Por Angela Joenck Pinto
Postado em 06 de abril de 2006
Nascido em 18 de junho de 1942 em Liverpool, Inglaterra. Ganhou de seu pai o primeiro instrumento musical da sua vida, um trumpete, em 1956. Paul ficou um pouco decepcionado com o presente, pedindo para seu pai para trocá-lo por um violão. Troca feita, o jovem Paul começou a praticar. Como era canhoto, teve que mudar a ordem das cordas para ter um certo sucesso, pois não conseguia tocar direito como destro. No ano seguinte, Paul foi apresentado a John Lennon, aceitando seu convite para entrar no Quarrymen Skiffle Group, que depois de muitos anos, nomes e formações, viraria os Beatles.
O sucesso mundial e a fortuna chegaram nos anos 60 com o grupo que ousou mudar a música e a mentalidade de uma geração. Desavenças pessoais e profissionais interromperam a carreira dos Beatles. Os integrantes da banda desenvolveram estilos próprios muito diferentes entre si durante os anos. Todos já tinham famílias a quem também queriam se dedicar. A banda acaba oficialmente em 1970.
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Depois que Paul McCartney saiu dos Beatles, decidiu continuar fazendo música. Lançou um disco solo em 1970 e outro em parceria com sua esposa, Linda, no ano seguinte. Ainda em 1971, McCartney forma os Wings e consegue muito sucesso, emplacando vários hits nas paradas de todo o planeta. A década de setenta manteve Paul ocupado junto ao conjunto, entre muitas prisões por porte de drogas e confusões nos shows. As vésperas de uma seqüência de shows pelo Japão, é preso novamente por porte de maconha. Permanece na prisão por nove dias. Os motivos do fim da banda ainda são escusos, mas cogita-se que os músicos, insatisfeitos com a perda do contrato das apresentações no Japão (consequentemente, com a perca do dinheiro que iriam ganhar com os shows) e com o remuneração baixa, resolveram sair da banda.

Paul sai da prisão e lança o disco "McCartney II", com experimentações de sintetizadores e baterias eletrônicas. O disco representava o reinicio da sua carreira solo, mas não obteve muito sucesso. O começo dos anos 80 foi difícil para Paul. A morte de John Lennon e o fracasso de seu novo álbum o fizeram trabalhar mais e mais. Dois anos depois surge "Tug of War", tido por muitos como seu melhor disco solo. Com parcerias com Stevie Wonder e Carl Perkings, ele decide ganhar o elogio da critica especializada. Tendo tido bons resultados com suas recentes parcerias, McCartney decide continuar com o projeto, desta vez com Micheal Jackson no disco "Pipes Of Peace". Músicas como "Say, Say, Say" e "The Girl Is Mine" foram tocadas exaustivamente no ano de 1983. A parceria foi desfeita quando Micheal comprou as músicas dos Beatles que Paul planejava adquirir.
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A música clássica também chamou a atenção de McCartney. Fez peças clássicas para a Filarmônica de Liverpool e para os 100 anos da gravadora EMI.
Em 1995 foi diagnosticado um câncer em Linda. A família se retiraria da vida pública para dar prioridade ao seu tratamento. Paul só apareceu em público novamente em 1997 para receber a condecoração da Rainha Elizabeth II, tornando-o "Sir". Linda estava muito doente e não pôde comparecer no evento.
Lançando "Flamig Pie" no mesmo ano, as esperanças cresciam a medida que os médicos revelavam o sumiço dos tumores de Linda. Porém, em abril de 1998, foi descoberto que o câncer havia ido para o fígado e que as chances eram muito poucas. Informado pelo médico da família que ela teria apenas mais uma semana de vida, os McCartney foram para os EUA, onde Linda faleceu no dia 17 de abril.

Desde então Paul McCartney tenta vencer a falta da esposa, como sempre, trabalhando muito. Um novo disco, "Run Devil Run" (com as participações de David Gilmour e Ian Paice), está sendo esperado para 5 de outubro de 1999, marcando a volta de Paul a música.
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