Resenha - Periferic 2003 - Periferic
Por Guilherme Vignini
Postado em 11 de abril de 2003
Nota: 8 ![]()
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A gravadora Húngara Periferic é um dos principais selos europeus de música progressiva. Festejando esse ano seu décimo aniversário, eles lançaram durante esse período mais de 120 álbuns de Rock Progressivo, Solaris, After Crying, You and I, e vários outros que têm seu nome conhecido entre os apreciadores do gênero. O mais legal é que eles não se prendem a uma vertente só de Rock Progressivo, eles trafegam pelo Art Rock, Symphonic, Fusion, etc. A única coisa que une tão variados estilos é justamente a qualidade das bandas. Todo ano a Periferic lança uma coletânea de seus últimos lançamentos e esse cd trata justamente dessa última leva.

O cd começa com o a banda "Fugato" desfilando um ótimo e complexo Rock Sinfônico bem contemporâneo. "Musical Witchcraft" faz um Progressivo mais tradicional, eu acho que vai agradar bastante os fãs de Focus, tem uma ótima melodia e bom trabalho do flautista.
O "Folk Iván" nos traz um instrumental que me lembra alguns trabalhos do Jan Akkerman com toques do Steve Howe. O "Heju" faz um som mais para space-rock, bem atmosférico e eletrônico.
Para mim a música mais legal do cd é do "Holy Lamb", a primeira com vocais, e traz inúmeras influências no som, com bastante humor. Tem partes que me lembram de Frank Zappa, muito legal. "Varga János Project" agradará os apreciadores de Satriani e Vai com um toque de Ritchie Blackmore. O "Eclipse" nos traz um ótimo cover de "Pictures of a Day" do King Crimsom.
O "Mindflowers" já muda radicalmente para um progressivo com toques fusion, muito bem tocado. Fazendo um progressivo mais tradicional, o "Inkább Holnap" nos traz como destaque o ótimo trabalho do guitarrista. Finalizando o cd temos o "D Sound" que me faz lembrar os primeiros trabalhos do Pink Floyd (cantado em húngaro !!).
Esse cd é um ótimo cartão de visitas para se conhecer coisas novas do universo progressivo moderno, e mostrar que no mundo inteiro se faz Rock Progressivo de qualidade e achar que o estilo morreu é simplesmente burrice, procure conhecer o cast da Periferic, talvez o principal selo europeu de Progressivo.
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