Esta matéria foi publicada em 14/08/11. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Chris Broderick concedeu entrevista a revista Ultimate-Guitar onde falou sobre o novo álbum, BIG 4 entre outros assuntos.
UG: O Megadeth certamente percorreu por um amplo terreno musical. Você sente que o novo álbum remete para alguma época em particular da banda?
Chris: Eu acho que ele contêm vários elementos diferentes. Há alguns sons que remetem para o Peace Sells e Rust In Peace. Há algumas coisas que são um pouco mais como Countdown To Extinction. Vejo ele como um álbum diversificado, não é o tipo de álbum que você coloca para tocar e cada música soa como a última. Tem desde algo mais "radio friendly" até algo pesado e thrash, também coisas que soam obscuras.
UG: Considerando seu conhecimeto eclético musicalmente, como você se aproximou na composição das músicas desse novo álbum com o Dave?
Chris: Nós todos enviamos riffs e idéias e no final do dia você tem que fazer isso soar como Megadeth. Eu acho que tudo que usamos nesse CD foi praticamente escrito pelo Dave. Depois disso nós adicionamos nossos elementos sobre os riffs criados por ele, então são harmonias de guitarra ou melodias, nós fizemos tudo nesse sentido.
UG: Qual a música favorita, ou a mais desafiadora de tocar do Megadeth?
Chris: Desafiadora...Eu gosto dessa palavra porque também se refere a algo que mexe com os nervos também. Na minha opinião acho que é “How The Story Ends” do Endgame. Amo o solo e amo tocá-lo, mas fico nervoso quando começa. Sempre penso "Oh, lá vem aquela parte." Amo a ideia de ser algo desafiador. Uma música que adoro tocar ao vivo é a “Tornado of Souls.” É um ótima música e tem um solo épico.
UG: Você dá uma mexida ou adiciona alguma coisa nela?
Chris: Tento ser o mais fiel possível. Cada pessoa tem um jeito de fazer o vibrato ou de tocar as notas. Faço justiça ao trabalho do Marty e espero que as pessoas escutem algo único quando eu toco também.
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Nascido em 79, professor de inglês e tradutor. Conheci o metal e suas várias vertentes através de um amigo do meu irmão no final dos 80, onde em 89 acabei me deparando com Megadeth dentre os vinis que estava ouvindo e foi amor à primeira ouvida, uma paixão que dura 20 anos. Apaixonado por thrash metal, especialmente Bay Area e East Coast mas também aficcionado por NWOBHM, Hard e Death. Com o passar do tempo percebi que o rótulo é o que menos importa e sim o tipo de música que nos agrada, mas apesar de tudo, thrash sempre acima de tudo. Já trabalhei com vários sites, cobrindo shows e fazendo entrevistas mas sempre tocando a Rust In Page por amor ao Megadeth, e hoje além de dedicação total ao meu trabalho salvo bastante do meu tempo para manter a página rolando firme e forte e mantendo os Droogies brazucas informados.
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