Bathory: Necromantic Black Metal

Resenha - Bathory - Bathory

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Por Vitor Sobreira
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Se os ingleses do Venom criaram e nomearam a fórmula maligna, o sueco Bathory reconfigurou a receita e injetou no mundo o Black Metal, que com o passar do tempo, outros também o aperfeiçoariam. Não é de se negar que o misterioso Quorthon foi um músico muito criativo, pois além do Black, o cara ainda deu uma nova roupagem ao Thrash e de quebra ainda criou o que se convencionaria a chamar de Viking Metal!!

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O bode na capa não poderia ter combinado melhor com o som seco, um Metal distorcido e sombrio, com influencias de Venom e Motörhead e uma temática bem obscura, que chamou a atenção, principalmente de quem buscava por algo mais acelerado e agressivo. Músicas recheadas de riffs nervosos e envolventes são ouvidas por todo o (curto) disco, além de vocais "rouco-rasgados" tenebrosos e únicos, e batidas firmes e diretas, mostrando o poder de fogo de um ataque sobrenatural vindo da Suécia (ô terra boa, hein?!).

Citar destaques seria covardia, mas... 'Hades' inicia o "ritual" de forma indescritivelmente 'Speed', sendo uma verdadeira pancada para levantar os mortos. 'Reaper' apresenta uma curiosa batida (onde tenho a impressão que o baterista quis fazer levadas mais diretas, só que não conseguiu manter o ritmo, mas de maneira alguma comprometeu a música) e riffs bem legais, enquanto que 'Necromansy' possui uma delirante levada hipnótica e solos que brotam da escuridão. 'Raise the Dead' pode até dar uma diminuída no tempo, mas o dobrar de sinos em seu começo e o andamento predominante mais contido, com algumas aceleradas e a batida de gongo no final só serviram para deixa-la mais macabra. No mais, 'Sacrifice', 'War','In Conspiracy With Satan' e 'Armageddon', mantem a pegada e o folego desta obra-prima, com velocidade e peso.

Os lançamentos do Bathory foram de suma importância para o mundo Metal, e mesmo tudo tendo acontecido de forma quase "secreta" (pois até hoje pouco se sabe sobre detalhes a cerca dos trabalhos e tudo envolvido), Quorthon nos deixou um legado de respeito e originalidade, que apenas quem possui o dom da inovação pode fazer de maneira inesquecível. Classico!

Tracks:

1. Hades
2. Reaper
3. Necromansy
4. Sacrifice
5. In Conspiracy with Satan
6. Armageddon
7. Raise the Dead
8. War

(Tempo Total - 27:02)

Line Up:

Quorthon (Thomas Börje Forsberg) - Vocals, Guitars, Lyrics, Songwriting

(Stefan Larsson - Drums
Rickard "Ribban" Bergman - Bass)

Lançamento: Outubro de 1984 - Black Mark Production

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Post de 03 de janeiro de 2016

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Sobre Vitor Sobreira

Moro no interior de Minas Gerais e curto de tudo um pouco dentro do maravilhoso mundo da música pesada, além de não dispensar também uma boa leitura, filmes e algumas séries. Mesmo não sendo um profissional da escrita, tenho como objetivos produzir textos simples e honestos, principalmente na forma de resenhas, apresentando e relembrando aos ouvintes, bandas e discos de várias ramificações do Metal/Heavy Rock, muitos dos quais, esquecidos e obscuros.

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