Resenha - Marc Martel (Teatro do Sesi, Porto Alegre, 19/05/2022)
Por Luciano Schneider
Postado em 03 de junho de 2022
Fotos por Liny Oliveira
Na quinta-feira dia 19/05, o Teatro do Sesi recebeu o show da Ultimate Queen Celebration, banda que se propõe a homenagear a obra musical do Queen. Uma grande tarefa, que exige grandes talentos. Porém, isso não é problema para o grupo, que é liderado pelo vocalista canadense Marc Martel.

Martel começou a chamar a atenção do grande público ao vencer a competição para participar do Queen Extravaganza, grupo musical formado pelo baterista original do Queen, Roger Taylor. O cantor se destacou pela sua habilidade vocal e pela semelhança de timbre com Freddie Mercury, tanto que mais tarde viria a contribuir com sua voz no filme biográfico da banda, Bohemian Rhapsody. Em 2017, deixou o Extravaganza para se juntar ao Ultimate Queen Celebration.

O show trazido à capital gaúcha entregou tudo o que os fãs de Queen poderiam querer. Após iniciar a apresentação com a versão rápida de "We Will Rock You", mantiveram o clima de rock pesado com "Seven Seas of Rhye" e "Bicycle Race", para finalmente dar lugar ao lirismo de "You’re My Best Friend". Aos poucos o público foi se soltando, e em resposta o cantor também se deixou levar pelo clima, chamando o público e imitando os trejeitos de Freddie Mercury. "Under Pressure" foi sob medida para o vocalista mostrar sua potência vocal. Nesse momento o público começou a se levantar e assistir o show de pé, dançando e vibrando pelos corredores do teatro, com o auge em "I Want to Break Free".

Um momento para baixar a adrenalina, quando Marc explica que vai tocar uma música que não é do Queen, mas vai ser executada no estilo deles. Sentado ao piano, executa "Ave Maria", uma música que remete ao início de sua carreira como cantor em uma banda de rock cristão. Ao final já emenda a clássica "Bohemian Rhapsody".

Ainda teve tempo para Martel tocar violão em "I Want It All" e "Crazy Little Thing Called Love", e mais um momento intimista ao piano em "Love of My Life", que emocionou o público presente. Após mais alguns clássicos, encerraram o show com "Somebody To Love". Para o bis, a versão clássica de "We Will Rock You" seguida de" We Are The Champions", antes de se despedir para uma plateia satisfeita.
Uma grande noite para fãs de Queen e de rock clássico em geral.

















Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor baterista de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
Capital Inicial cancela shows nos Estados Unidos após vistos negados
A única banda de rock nacional que não virou peça de museu, segundo Regis Tadeu
O que torna o Slayer diferente, na opinião de Dave Mustaine
Ripper Owens elege o maior cantor da história: "Boa margem sobre qualquer outro"
Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
As únicas três canções dos Beatles que Frank Zappa curtia; "apenas um bom grupo comercial"
Tommy Clufetos não ficou magoado com exclusão de álbum do Black Sabbath
A banda que Lars Ulrich do Metallica adorava: "Ele caiu de joelhos e me abraçou"
O guitarrista que se sentiu ofendido ao ser convidado para entrar no Deep Purple
A melhor música de rock progressivo de todos os tempos, segundo os leitores da Prog


Resenha e fotos do Sweden Rock Festival 2026 - Keep the Fire burning!
Nenhum de Nós celebra show histórico de número 2.500 com teatro lotado em Belo Horizonte
Resenha e fotos do show da banda Dogma em Porto Alegre
Wolf Alice e Lykke Li transformam o Vivo Rio em ponto de encontro do indie europeu
CDM Metal Fest - Metal como resistência cultural no Sul de Minas Gerais
Metallica: Quem viu pela TV viu um show completamente diferente
Em 16/01/1993: o Nirvana fazia um show catastrófico no Brasil


