Matérias Mais Lidas

Iron Maiden: linha fitness de produtos oficiais licenciados pela W A SportIron Maiden
Linha fitness de produtos oficiais licenciados pela W A Sport

Judas Priest: quando eles negaram música a Top Gun e apostaram em filme que fracassouJudas Priest
Quando eles negaram música a Top Gun e apostaram em filme que fracassou

Iron Maiden: Dua Lipa publica fotos nas redes usando camiseta da bandaIron Maiden
Dua Lipa publica fotos nas redes usando camiseta da banda

Guns N' Roses: quando Donald Trump quis conhecer Axl Rose, o Trump do rockGuns N' Roses
Quando Donald Trump quis conhecer Axl Rose, o "Trump do rock"

Van Halen: Yngwie Malmsteen explica que não era somente a técnicaVan Halen
Yngwie Malmsteen explica que não era somente a técnica

AC/DC: quando jovem, Angus Young não gostava nem um pouco da escola e a evitavaAC/DC
Quando jovem, Angus Young não gostava nem um pouco da escola e a evitava

Lamb Of God: Chris Adler diz que saiu da banda por conta do ambiente tóxicoLamb Of God
Chris Adler diz que saiu da banda por conta do ambiente "tóxico"

GNR: banda que Duff tocava nos anos 1980 lançará disco em abril; confira capa e singleGNR
Banda que Duff tocava nos anos 1980 lançará disco em abril; confira capa e single

SOAD: teremos músicas novas em 2021? Serj Tankian responde...SOAD
Teremos músicas novas em 2021? Serj Tankian responde...

Iron Maiden: Bruce diz não haver muito diálogo na bandaIron Maiden
Bruce diz não haver muito diálogo na banda

Iron Maiden: Dennis Stratton diz que guitarras gêmeas na banda foi ideia deleIron Maiden
Dennis Stratton diz que guitarras gêmeas na banda foi ideia dele

Nirvana: sobre o que Kurt Cobain canta em Smells Like Teen Spirit, segundo GrohlNirvana
Sobre o que Kurt Cobain canta em "Smells Like Teen Spirit", segundo Grohl

Trues quase infartaram: Obituary mitou ao lado de Joelma e ChimbinhaTrues quase infartaram
Obituary mitou ao lado de Joelma e Chimbinha

Cannibal Corpse: assista o vídeo clipe de Inhumane HarvestCannibal Corpse
Assista o vídeo clipe de "Inhumane Harvest"

SOAD: Serj Tankian solta o verbo contra o Deus da vingança e as religiões opressorasSOAD
Serj Tankian solta o verbo contra o "Deus da vingança" e as religiões opressoras


Baroness: Sem palavras para a apresentação em São Paulo

Resenha - Baroness (Fabrique Club, São Paulo, 23/06/2019)

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Diego Camara
Enviar Correções  

Creio que todos os fãs de uma boa música receberam com grande empolgação o show do Baroness em São Paulo. Desde os do "é tipo um Mastodon" até os que realmente conseguem ver as nuances e aquilo que faz do Baroness uma banda diferente das suas co-irmãs de gênero, todos estavam curiosos para ver esses caras ao vivo. Afinal nunca se sabe se algum dia eles voltarão para essas bandas, não é mesmo? Confiram abaixo os principais detalhes do show, com as imagens de Fernando Yokota.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A apresentação contou com a abertura da banda nacional Carahter. Trazendo um som bastante arrojado e moderno, apresentaram o disco "Tvrvo" para o público presente. A banda mergulha forte no heavy metal, de um som ao estilo do próprio Baroness até ao estilo mais sombrio próprio do Paradise Lost. A banda apresentou um som consistente, que deixou os fãs do Baroness muito contentes, aplaudindo forte a empolgação dos brasileiros, que tiveram 30 minutos para se apresentar.

Às 21h em ponto, o Baroness subiu ao palco para a sua hora. O público parecia inquieto e ansioso para o show, e receberam aos gritos a entrada da banda para uma Fabrique lotada. Os fãs então ficaram totalmente em silêncio enquanto a banda tocava a introdução para a primeira música da noite, em um som que se aproxima muito de "Ogeechee Hymnal" em diversos de seus pontos. Claro que o encaixe da música seria logo "A Horse Called Golgotha", o grande sucesso do disco azul da banda. O som é impressionante, perfeito, o baixo de Nick Jost era audível em toda a casa, dando um som ribombante e firme para a música, contrabalançando os vocais e as guitarras estridentes da banda. Tudo soava com perfeição.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

"March to the Sea" foi outro ótimo destaque. A música começa em um tom de balada, lenta e cadenciada, para depois explodir no som forte das guitarras. O público começou apreensivo, e depois cantou junto a música inteira. O Baroness nem precisava convidar o público a cantar, os fãs já iam com tudo para cima, e gritavam em plenos os pulmões a letra na íntegra. "Borderlines", na sequência, foi outra que espantou pela sua altíssima qualidade musical: tudo muito bem encaixadinho, em perfeitas condições.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Outra que fez incrível sucesso foi "Shock Me". Uma das mais esperadas, o público cantou junto demais e levantou a casa mais uma vez. A apresentação dos fãs, realmente apaixonados, competia de igual para igual com a banda. "Chlorine & Wine", também do Purple, fez o público cantar alto. A força dos vocais nessa música, além das bridges de estilo psicodélico / pinkfloydiano fazem da música uma das obras mais extravagantes do Baroness.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Já para o final do show, Baizley falou com bastante emoção e agradeceu cada um dos fãs que insistiram tanto para que eles viessem ao Brasil, com tantos pedidos pelas redes sociais. A banda então lançou mão de um belíssimo instrumental em "The Gnashing", também muito bem executada, encantando mais uma vez o público.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Na volta do bis, a banda já estourou com "Ogeechee Hymnal" em sua íntegra, que parecia quase como uma cópia de gravação do disco de tão perfeita que foi ao vivo. Fechando o show, a banda sacou depois "Isak", um dos sucessos do disco Vermelho, fazendo o público dançar e cantar mais uma vez. "Take My Bones Away", a última, foi uma grande gritaria dos fãs, que cantaram junto do início ao fim. A música, que parece que se desfaz no palco conforme o refrão vai se repetindo, da complexidade do seu início até o modo brando que termina em seu final, é realmente uma incrível escolha para fechar um show.

O show, em seu geral, foi ao mesmo tempo uma surpresa e uma não-surpresa. Que a capacidade da banda é impressionante e incrível ninguém que já os ouviu duvidava: O Baroness é impressionante, e a capacidade musical de todos os seus membros faz jus ao nível ao qual a banda foi erigida. Por outro lado, quem talvez esperava um som ao vivo incompleto, ou com os famosos adendos que a maioria das bandas costuma enfiar em suas apresentações, ou o uso do som no talo para claramente esconder fraquezas ao vivo dos seus integrantes, fica surpreso exatamente pois o Baroness não se utiliza de nenhuma desses truques: o som flerta muito com o original, em um volume bastante aceitável, sem ensurdecer ninguém. Esses caras sabem realmente tocar sua música ao vivo, para não deixar nenhuma dúvida disso. Foi uma belíssima cartada da Liberation MC ter confiado nos caras, e no público da banda, para fazer esse sonho se tornar realidade.

Setlist:
A Horse Called Golgotha
Morningstar
March to the Sea
Borderlines
Green Theme
I’m Already Gone
Tourniquet
Shock Me
Eula
Chlorine & Wine
Can Oscura
Seasons
The Gnashing
Bis:
Ogeechee Hymnal
Isak
Take My Bones Away

Baroness:

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Carahter:

publicidade


Stamp
publicidade
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Como consegui viver de Rock e Heavy Metal


Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Melhores de 2012: as escolhas do redator Leonardo Daniel TavaresMelhores de 2012
As escolhas do redator Leonardo Daniel Tavares

Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 2009Heavy Metal
Os dez melhores álbuns lançados em 2009

Metal Moderno: 5 bandas aptas a se tornarem clássicasMetal Moderno
5 bandas aptas a se tornarem clássicas


Monsters of Rock: a feijoada que quase derrubou King DiamondMonsters of Rock
A feijoada que quase derrubou King Diamond

Heavy Metal: quais as 10 melhores vozes da história?Heavy Metal
Quais as 10 melhores vozes da história?


Sobre Diego Camara

Nascido em São Paulo em 1987, Diego Camara é jornalista, radialista e blogueiro. Seu amor pelo metal e rock começou há 6 anos. Um amante da nova geração, é um grande fã de Arjen Lucassen, Andre Matos e bandas como Nightwish, Hammerfall, Sonata Arctica, Edguy e Kamelot. Também não deixa de ter amor pelos clássicos, como Helloween, Gamma Ray e Iron Maiden e do Rock de bandas como Oasis, Queen e Kings of Leon. Atualmente seus textos podem ser lidos no blog OCrepusculo.com sobre assuntos diversos, além de planos para criação de um projeto totalmente voltado aos blogs de Rock e Metal.

Mais informações sobre Diego Camara

Mais matérias de Diego Camara no Whiplash.Net.