Matérias Mais Lidas

imagemA fundamental diferença entre Paulo Ricardo e Schiavon que levou RPM ao fim

imagemSystem of a Down: por que Serj Tankian não joga mais nenhum vídeo game?

imagemKiko Loureiro defende surgimento de banda que seria "Greta Van Fleet do Iron Maiden"

imagemMetallica faz doação para complexo de saúde e educação em Curitiba

imagemOzzy Osbourne diz que está bem aos 73 anos, mas sabe que sua hora vai chegar

imagemO clássico dos Rolling Stones que levou mais de 30 anos para ser tocado ao vivo

imagemRitchie Blackmore revela como o impactou a chegada de Jimi Hendrix na Inglaterra

imagemA simpatia de James Hetfield ao conversar com pais de bebê que nasceu durante show

imagemRobert Trujillo conta como uma abelha e "migué" quase causaram treta com James Hetfield

imagemOzzy Osbourne é visto caminhando com dificuldade ao sair de estúdio

imagemLuciano Hang processa vocal do Fresno e quer indenização de R$ 100 mil por danos morais

imagemLars Ulrich diz que shows do Metallica na América do Sul foram incríveis

imagemFreddie Mercury revelou em 1985 como foi conciliar carreira solo e o Queen

imagemSyd Barrett em 1967 analisando os principais singles lançados em julho

imagemDaniel Cavanagh, do Anathema, sobrevive a tentativa de suicídio


Stamp

Millencolin: muitas rodas, moshes e satisfação em Porto Alegre

Resenha - Millencolin (Bar Opinião, Porto Alegre, 08/10/2017)

Por Guilherme Dias
Em 09/10/17

O Millencolin fechou a gira latino-americana em solo gaúcho. A noite foi de muito hard core/ punk rock noventista, o que fez lotar a casa de shows. Foi a terceira visita dos suecos à capital do Rio Grande do Sul, a segunda no bar Opinião. A "True Brew World Tour" trouxe o que a banda tem de melhor, com uma hora e meia de som.

Pouco depois das 21hs os músicos subiram no palco com a mesma formação de sempre: Nikola Sarcevic (baixo e vocal), Mathias Färm e Erik Ohlsson (guitarras) e Fredrik Larzon (bateria) mantendo a união por mais de 20 anos de estrada. Uma das faixas mais populares do grupo foi a primeira a ser apresentada, "No Cigar" ("Pennybridge Pioneers", 2000), que marcou época para a geração que jogava Tony Hawk’s Pro Skater 2 no nostálgico Playstation One.

Após dar boa noite para o público e dizer que é muito bom estar no Brasil, Nikola apresentou "Sense and Sensibility", do último álbum, "True Brew", lançado em 2015. Entre "Ray" ("Kingwood", 2005), "Olympic" ("Life on a Plate", 1995) e "Penguins & Polarbears" ("Pennybridge Pioneers") alguns fãs subiram no palco para se jogar no mosh, inclusive um deles foi mais ousado, roubando uma palheta do pedestal de Nikola. Em "Bring Me Home" ("True Brew") uma ótima interação entre público e banda. Aos comandos de Mathias, a plateia cantou o trecho "Get Up, Come On.." repetidas vezes.

Enquanto Nikola trocava o seu baixo por um violão para a canção "The Ballad" ("Pennybridge Pioneers"), os fãs cantavam o famoso cântico futebolístico: "Ole, ole, ole, Millencolin". Nikola logo respondeu, dizendo que a frase é muito usada na Argentina, recebendo uma breve vaia por mencionar os Hermanos. Erik ainda fez participação especial como baixista no decorrer da música. Na sequência um dos maiores destaques da noite, "Twenty Two". É rotina os gringos visitarem o nosso país e se apaixonarem pela caipirinha. No palco mesmo o vocalista fez um brinde com a pista, que em grande parte preferiu e bebeu cerveja a noite toda. "A próxima é do nosso primeiro álbum" disse o vocalista para os gaúchos. Ele falava de "Mr, Clean" ("Tiny Tunes", 1994), sendo uma das mais cantadas pelos presentes.

Uma pausa para os artistas recarregarem a energia se fez necessária. Na volta Larzon apontou a câmera do seu celular para a galera, deixando o público mais empolgado do que já estava. Além do bis tradicional, após "Black Eye" ("Home From Home", 2002) a banda saiu do palco e retornou para um segundo bis. Foi tocada "Farewell My Hell" ("Kingwood") para a delírio de todos.

Uma noite inspirada dos europeus resultou em muitas rodas, moshes e satisfação por parte dos admiradores do Sul que ocuparam todos os cantos do bar. O carisma de todos os integrantes é acima da média. A melancolia está apenas no nome, durante o show ela passa longe.

Fotos: Robert Vida/ Abstratti Produtora

Set-list completo:

No Cigar
Sense & Sensibility
Ray
Olympic
Penguins & Polarbears
Fazil's Friend
Bring Me Home
Cash or Clash
Autopilot Mode
The Ballad
Twenty Two
True Brew
Lozin' Must
Kemp
Pepper
Mr. Clean
Egocentric Man
Fox
Bullion
Duckpond
Battery Check
Black Eye
Farewell My Hell

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp



Sobre Guilherme Dias

Fanático por heavy metal e hard rock desde os 12 anos de idade. Coleciona CDs e LPs, principalmente do Helloween e seus derivados. Colabora com o site desde 2013. Nasceu em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

Mais matérias de Guilherme Dias.