Dr. Sin: Uma despedida honrosa de três músicos calejados
Resenha - Dr. Sin (Carioca Club, São Paulo, 19/03/2016)
Por Getúlio Souza
Postado em 28 de março de 2016
Tive a oportunidade de ver o Dr. Sin pela primeira vez na Virada Cultural do ano passado. Por volta do meio-dia o trio Andria Busic (baixo), Edu Ardanuy (guitarra) e Ivan Busic (bateria) subiu no palco, e para o delírio, do paulistano - refém da quantidade ínfima de eventos culturais gratuitos na sua cidade – foi ao delírio. Foi um show divertido, enérgico e muito empolgante.
Após seus membros informarem que a banda iria acabar, a noticia sobre a sua dissolução e posterior turnê de despedida pelo Brasil ganhou destaque na cena e causou grande comoção entre os fans, por causa do seu legado e influência para o rock n’ roll brasileiro.
Apesar daquela tarde de domingo ter ficado para trás, pude presenciar o penúltimo show de despedida da banda no Carioca Club, zona oeste de São Paulo.
A abertura da noite ficou por conta do Seventh Seal, que há mais de 15 anos na estrada vêm chamando a atenção do publico e critica com seus riffs graves e pesados e suas influências que vão desde o Power até o Death/Thrash metal.
Composta atualmente por Leandro Caçoilo (vocal, ex-Eterna, Soulspell), Thiago Oliveira (guitarra), Tiago Claro (guitarra), Victor Prospero (baixo) e Roberto Moratti (bateria), a banda fez uma apresentação convincente, divulgando seu terceiro álbum "Mechanical Souls", além de outros clássicos da carreira.
Afiada, cheia de energia e disposição, pronta para mostrar todo o sua virtuosidade e talento, o Dr. Sin entrou com o pé direito e garantiu uma despedida honrosa, recheada de profissionalismo, técnica e versatilidade de três músicos calejados por 24 anos de luta e companheirismo que poucos grupos possuem atualmente.
O setlist contou com material do mais recente disco "Intactus" (2015), "além dos conhecidos clássicos como "Fire" (1995) de Brutal e da excelente "Emotional Cathastrofe", do homônimo "Dr. Sin" (1993), que fechou a noite de forma magistral.
Dentre tantas emoções ao longo da noite e do iminente desabafo de Andria "A gente ama todos vocês de coração!", mal dava para acreditar, ao ver as cortinas do palco se fechando e sinalizando um adeus que ninguém desejaria dar para alguém.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O baterista que é um "músico bom em banda ruim", segundo Regis Tadeu
Clássico dos anos 2000 supera 3 bilhões de plays no Spotify
Cartaz oficial do Bangers Open Air é divulgado pela organização do festival
O guitarrista brasileiro que ouviu a real de produtor: "Seu timbre e sua mão não são bons"
Bono elege o que o heavy metal produz de pior, mas admite; "pode haver exceções"
A maior banda de rock de todos os tempos, segundo Mick Fleetwood
A música subestimada do Metallica que Lars diz ser um enrosco pra tocar ao vivo
A banda sem frescura que tinha os melhores músicos do rock, segundo Joe Perry
Por que Kurt Cobain detestava Phil Collins, Axl Rose e o Grateful Dead
Manowar se manifesta em solidariedade ao guitarrista Ross the Boss
A melhor música do Led Zeppelin de todos os tempos, segundo Ozzy Osbourne
Como Ringo Starr, Isaac Azimov e Lúcifer inspiraram um dos maiores solos de bateria do rock
O disco clássico que fez Steve Vai começar a tocar guitarra
Mille Petrozza (Kreator) admite que ficaria entediado se fizesse um álbum 100% thrash metal
Como Angela Gossow se juntou ao Arch Enemy, de acordo com Michael Amott
Túmulos: alguns dos jazigos mais famosos do Metal nos EUA
Regis Tadeu explica porque o Sepultura jamais atingiria a popularidade do Metallica
A diferença do fãs dos EUA do Capital Inicial e do Ratos de Porão, segundo Yves Passarell


III Festival Metal Beer, no Chile, contou com Destruction e Death To All
Dark Tranquillity - show extremamente técnico e homenagem a Tomas Lindberg marcam retorno
Cynic e Imperial Triumphant - a obra de arte musical do Cynic encanta São Paulo
Loseville Gringo Papi Tour fechou 2025 com euforia e nostalgia
O último grito na Fundição Progresso: Planet Hemp e o barulho que vira eternidade
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista



