Antidemon: Trio não deixa pedra sobre pedra no palco
Resenha - Antidemon (Manifesto Bar, São Paulo, 30/01/2016)
Por Vicente Reckziegel
Postado em 16 de fevereiro de 2016
Texto e fotos creditados a Cesar Nemitz.
Dia 30 de janeiro de 2016
Manifesto Bar, São Paulo/SP
No sábado, fui convidado para comemorar 22 anos de trajetória da banda Antidemon, uma das mais conhecidas e bem sucedidas do cenário do white metal do Brasil, com alguns CDs gravados e shows até no exterior. Antes, tive a oportunidade de conversar um pouco sobre vários assuntos com o baixista e vocalista Batista, e ele me relatou algumas dificuldades que a banda atravessou durante todo esse período. Realmente, foram duras batalhas que, se não fossem a garra e fé, já teriam desistido.
Bem, o show estava marcado para começar cedo (19 horas e 30 minutos), e mesmo assim a casa recebeu um bom público, todos ávidos por som pesado. A banda (com Marcelo Soldado na guitarra e Juliana na bateria) fez um set que agradou a todos, principalmente por abranger todas as fases e pelo set ter sido montado em cima de pedidos via internet. Ou seja, o público pediu e ouviu.
No palco, o trio não deixa pedra sobre pedra. Aqui eu gostaria de fazer um comentário. As músicas são pesadas e rápidas, nada de diferente de uma banda ´normal´ de metal. A única diferença realmente são as letras. O que pode incomodar algumas pessoas, mas que não deveria. Porque tem gente que curte bandas e que não tem a menor ideia do que está se falando nas letras, ou tem letras que não tem nem pé nem cabeça, e o pessoal aplaude por causa do som. Então, fica a dica: não julgue o livro pela capa. Ouça antes de criticar. Claro que ninguém é obrigado a gostar de tudo, mas respeito e conhecimento são sempre bons.
No meio do set, a banda fez um sorteio de um quadro entre os 100 primeiros ingressos vendidos. Segundo Batista, essa arte do quadro já virou camiseta da banda etc. Então o sortudo levou um pouco da história do Antidemon para casa. Ao retornar, Batista perguntava o que eles queriam ouvir, e muitos gritavam "Massacre", demonstrando que essa é uma das preferidas. Também é de se destacar que estavam presentes pessoas de várias cidades do interior, litoral e até de outros estados. Parabéns ao grupo pelos 22 anos, e que venham mais. Amém!
Set list
Introdução
INFERNAL
GUERRA AO INFERNO
NÃO TARDARÁ
HOLOCAUSTO
INSANOS CONDENADOS
VÍRUS
CAUSAS ALCOÓLICAS
O QUE ERA RUIM FICOU PIOR
USUÁRIO
CONFINAMENTO ETERNO
PROTESTO AxMxNx
CONTRA O INFERNO
APODRECIDA
EM QUEM VOU ACREDITAR?
SUICÍDIO
WELCOME TO DEATH
DEMONOCÍDIO
VIAGEM
MALDITO LUCIFER
MASSACRE
DOMINIO
Texto: Cesar Nemitz
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O que o retorno de Angela Gossow ao Arch Enemy representa na prática?
Foo Fighters - "Tenho muito a falar, mas preciso tomar cuidado", diz Josh Freese
Quem é Berzan Önen, o novo vocalista turco e fortão do Nevermore
Regis Tadeu afirma que último disco do Megadeth é "uma aula de dignidade"
A música do Van Halen que Eddie dizia ser a mais difícil de tocar ao vivo
Alex Skolnick (Testament) lembra audição para o Spin Doctors
"Ouvi e achei muito interessante": lenda do rock aprova o Sleep Token
Vocal do Lamb of God diz que antigo logo da banda parecia cardápio de restaurante
Mayara Puertas quebra silêncio e fala pela primeira vez do rumor envolvendo Arch Enemy
Dois anos após lançamento, guitarrista reflete sobre álbum mais recente do Pearl Jam
"Não havia uma única mulher na plateia": o começo estranho de uma lenda do rock
Tour manager do Guns N' Roses fala sobre emoção de Axl ao conhecer Ozzy Osbourne
Jeff Loomis conta como honrará o legado de Warrel Dane na nova formação do Nevermore
O melhor álbum solo de cada membro do Guns N' Roses, segundo o Loudwire
Citando "João 2: 16", Ghost lança videoclipe para a música "Umbra"


III Festival Metal Beer, no Chile, contou com Destruction e Death To All
Dark Tranquillity - show extremamente técnico e homenagem a Tomas Lindberg marcam retorno
Cynic e Imperial Triumphant - a obra de arte musical do Cynic encanta São Paulo
Loseville Gringo Papi Tour fechou 2025 com euforia e nostalgia
O último grito na Fundição Progresso: Planet Hemp e o barulho que vira eternidade
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista


