Angra: O batismo da turnê brasileira em Fortaleza

Resenha - Angra (Siará Hall, Fortaleza, 29/05/2015)

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Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Ver ao vivo as novas músicas do álbum "Secret Garden", reencontrar uma das maiores duplas de guitarristas do Brasil (um deles agora empossado no MEGADETH), rever os clássicos como "Lisbon", "Rebirth", "Carry On" ou "Nova Era", seja qual for o motivo, Fortaleza reencontrou-se com o ANGRA em mais um show realizado pela Empire. E o ANGRA se encontrou com Fortaleza, "batizando" a turnê brasileira. Veja logo abaixo como foi.

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

COLDNESS

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

Abrindo o show, ninguém melhor que um nome que se torna cada vez maior na cena cearense, a COLDNESS. O trabalho duro de Gabriel Andrade e George Rolim, fundadores da banda, reflete-se em muitos detalhes para os quais é preciso atenção redobrada para notar. E aproveitar. O som da banda torna-se mais complexo a cada lançamento e, agora, o papel de frontman encontra-se nas boas mãos (ou melhor, na boa garganta) do versátil Lenine Matos. "Failure In Your Eyes" e "The Turnaround Motion", ambas do recém-lançado "Intervention" foram as responsáveis por abrir o show e surpreender quem chegava no Siará Hall. "...Motion" aparece até melhor que no CD (sem o incômodo fade do qual reclamei em minha resenha - link abaixo).
521 acessosColdness: Acabou a espera, habemus vox

Foto: Gandhi Guimarães
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Foto: Gandhi Guimarães
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Foto: Gandhi Guimarães
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Foto: Gandhi Guimarães
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Lenine esbanja sua voz, não se intimida um instante sequer com o enorme palco, nem com a responsabilidade de abrir para uma banda tão conhecida mundo afora como o ANGRA. Naquele instante, ele é o dono do palco (ao lado, claro, dos amigos Gabriel, George, Yago Sampaio e Pasknel Ribeiro). E torna-se dono também de canções que não foram gravadas em sua voz, como "On A Great Speed" e "Justify Your Existence", do primeiro álbum da COLDNESS. Lenine cutuca cada um dos colegas. Abraça George, dedilha a guitarra de Yago e o teclado de Gabriel, dá uma batida num prato com o pedestal. E canta. Como canta. Impressiona. E corre de um lado pro outro, carregando e empunhando o pedestal, dando trabalho para os fotógrafos, conquistando o público. Gabriel e Yago, por sua vez, dividem os solos (Gabriel no teclado, Yago na guitarra) na grande maioria das faixas. E George (no baixo de seis cordas) e Pasknel (bateria) garantem a cozinha coesa.

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

Lenine pediu e os presentes atendeu aos pedidos de hey, hey, hey na intro de "On A Great Speed". A música, extremamente complexa. com muitas nuances, os tinha contagiado e fez a COLDNESS ganhar muitos fãs. O show também era de luz e fumaça, com design de Ivo Furtado. Na faixa que dá nome ao álbum, "Intervention", teria sido ainda melhor se tivessem recebido como convidados os demais integrantes do coral que gravou a gravou, como Manu Volkova (INTRUSOR), Chico Saga e Amanda Lima. Ficaria ainda mais bonito.

"Profundis Fati" e "Tormented", primeiro single do álbum "Intervention" fecharam um show bonito, surpreendente e cativante. Talento os caras já tinham. Se continuarem apostando assim em super-produções, teremos testemunhado o nascimento de um monstro.

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães

ANGRA

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Poucos minutos depois, a cena que se via no Siará Hall era todo mundo pulando para receber o ANGRA e "Newborn Me". O ANGRA é uma fênix, que nasce e renasce a cada vez que ganha nova voz. Foi assim com Edu Falaschi (que marcou sua entrada com "Rebirth") e é assim agora com Fabio Lione e sua "eu recém-nascido". Felipe Andreoli e Rafael Bitencourt fazem seus solos, Bitencourt em um violão todo estiloso posicionado em um pedestal (para que ele toque sem ter que segurá-lo, enquanto a guitarra fica nas costas), até que tudo explode no primeiro solo do novo guitarrista do MEGADETH em Fortaleza.

"Miserebus Sanctus, Precatorius Ominmus", a intro em latin anuncia "Acid Rain" e "Spread Your Fire", de volta ao repertório do ANGRA, vem em seguida. "Acho que nesse momento posso falar um pouco por tocar aqui em Fortaleza. É o primeiro show da turnê e é aqui em Fortaleza". E ia dizendo que ia ter lentas, pesadas, músicas de dez, vinte anos, quando foi interrompido por gritos de "Li-o-nê", "Li-o-nê", "Li-o-nê".

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

"Muito obrigado. Para um italiano que está aprendendo a falar português, isto é muito bom. Esta música é do 'Fireworks'" E o público cantou junto a música inteira, até (ou principalmente" o riff de teclado. "Lisbon" é o tipo de música que fica mais bonita quanto mais a ouvimos. Não que amadureça, ela já nasceu adulta. Nós é que amadurecemos e criamos mais conexões com ela.

Agora os gritos "Kiko", "Kiko", "Kiko" são o que vem antes da canção mais power metal de "Secret Garden", "Perfect Symmetry". Mesmo tendo sido lançado a apenas cerca de cinco meses, o público já tem a canção na ponta da lingua. Nela, como esperado em um bom power metal, Bruno não tem pena do kit de bateria.

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

O dedilhado de Andreoli anuncia uma das mais esperadas da noite. O ponto alto, a cereja do bolo dura apenas poucos segundos. É a intervenção de Rafael em "Storm of Emotions", eclipsando todo o resto da banda. E o Kiko? Até o Kiko.

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Fabio novamente gasta seu português. "Agora preciso escutar vocês. Preciso 'toda pessoa essa noite cantar' essa música. E todo mundo atende, dando também uma de Rafael Bitencourt, pulando sem parar. A música é o primeiro clássico do ANGRA. Claro que falamos de "Angels Cry", que é longa mas ninguém quer que acabe. "Final Light", com bons riffs e belo trabalho de bateria, que recebeu um dos melhores clipes do Brasil ultimamente, também se faz presente no show.

Fabio continua, até se repetindo um pouco: "Agora preciso falar um pouco. A próxima é do segundo álbum e é um pouco diferente". Kiko até lhe fala algo no ouvido, que jamais saberemos o que foi. Lione dá o microfone para um fã, pergunta o nome e se sabe cantar. A música é "Holy Land" e Kiko e Rafael tocam uma espécie de chocalho enquanto Andreoli e Valverde conduzem o início do Folk Metal (podemos chamar assim? Sim) e o público acompanha com palmas. Nesta faixa, repito o que sempre me deixa reticente com o ANGRA. Kiko poderia assumir os teclados enquanto não tivesse que se ocupar com seu instrumento principal. Mas, continuemos. O público estava feliz. A banda estava feliz. E é de se ficar mesmo feliz em saber que o ANGRA tem levado pelo mundo inteiro um pouco do nosso som por tantos anos. Falando dos shows mais recentes, o ANGRA acaba de chegar do Japão, onde a canção esteve presente no repertório. E ela deve continuar no setlist para que os europeus a vejam no mais famoso templo do Heavy Metal, o palco do Wacken, na Alemanha.

Apenas Valverde fica no palco para seu solo de bateria. O músico basicamente construiu o solo sobre a mesma frase, tocada cada vez mais rapidamente, até se empolgar e sofrer uma mitose. "Bru-nô", "Bru-nô", "Bru-nô", grita o público.

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Em seguida é Rafael que tem seu momento de show particular. Ele começa revelando que a primeira vez que a banda tocou fora de São Paulo foi em Fortaleza. O guitarrista lembrou que o show foi no Círculo Militar, lembrou que não ficaram em hotel, mas na casa da "gerência", lembrou de Tales (Groo, da DARK SYDE) e outro músico da banda com quem tinham dividido o palco na ocasião. Lembrou até que acabou a luz no meio do show. "Desde então, passar por Fortaleza é como um batismo para nossa turnê. Espero que vocês estejam gostando, porque a gente tá".

E, então, Rafael (nos vocais e no violão) e Fortaleza (nos backing vocals) cantaram juntos "Silent Call". Eu disse: "De novo". "Cês querem me matar do coração", respondeu ele.

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

O momento voz e violão continuou. E mesmo sendo mais calmo que o resto do show, teve gente que foi ao delírio. E não era pra menos. "Reaching Horizons" foi o carro-chefe da primeira demo da banda.

O italiano volta dizendo a frase que, dita por um certo inglês, ficou imortalizada na memória dos cearenses dois anos atrás. "Vamo butá boneco". E assim como um americano, que também esteve por aqui, na cabeça Lione vinha com um chapéu de sertanejo. Ou "quengaceiro", como pronunciou. E dispararam "Nothing To Say", seguida de "Waiting Silence".

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Kiko demonstrava estar feliz, sorridente o tempo todo, quase um Rafael. Por sua vez, Lione, italiano que é, cantou até ópera. E, regendo o público, num "Aiê ê ê ê ê ô" que parecia interminável, conseguiu fazer o público segurar a voz por 20 segundos, depois por 40. Um momento um tanto maçante, dispensável talvez, mas de resultado impressionante.

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Do "Temple of Shadows", vem "Angels and Demons", que antecedeu o último segredo do "Secret Garden", "Black Hearted Soul". Na intro (em latin ou italiano), Lione chegou a cantar, sem emitir som no mic. Com a canção, a banda despede-se do palco do Siará Hall. Apesar de "Secret Garden" ser um disco conceitual, na turnê, o ANGRA canta só as primeiras e últimas músicas, sem seguir sua ordem, recriando-o ao intercalar com sucessos de quase todas as eras da banda. O resultado ficou à altura do disco, excelente, mas faltou uma de suas melhores músicas, "Violet Sky", canção arrebatadora na voz de Rafael (em inglês) sobre cicatrizes do passado e a dificuldade de conviver com elas.

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Até parece que ninguém sabia que o quinteto ainda iria voltar (até porque um roadie logo volta a posicionar o violão de Rafael em seu pedestal). É nele que, sozinho com Lione, o guitarrista/vocalista daria início à canção que, em Fortaleza, é conhecida como a música da TV União, "Rebirth".

Últimas da noite, "Carry On", colada a "Nova Era" quase transformaram o show num show de thrash metal (faltou só a roda, mas a energia do público estava ali). Eu exagero. Lione, bem mais acostumado às notas altíssimas que Andre Matos tinha utilizado, está bem melhor na música que no início de sua permanência do Angra. O solo final, por Kiko, só faz aumentar a ansiedade para saber o que ele vai aprontar na banda de thrash-metal em que entrou. Se o novo disco do MEGADETH for tão bom quanto o novo disco do ANGRA e se os novos shows ao lado de Mustaine forem tão bons quanto este que o ANGRA apresentou em Fortaleza saímos todos ganhando. ANGRA, COLDNESS e Empire (empresa que já trouxe à capital cearense bandas como SOULFLY, CAVALERA CONSPIRACY e tem o BLIND GUARDIAN na fila), proporcionaram, mais uma vez, uma noite memorável para os cearenses. Se este foi o batismo da turnê no Brasil, o ANGRA já pode se considerar beatificado. E o Kiko? O Kiko que se divida e continue nos fazendo felizes. Sem mitose.

Foto: Helena Braga
Foto: Helena Braga

Foto: Victor Rasga
Foto: Victor Rasga

Foto: Victor Rasga
Foto: Victor Rasga

Foto: Victor Rasga
Foto: Victor Rasga

Foto: Victor Rasga
Foto: Victor Rasga

Foto: Victor Rasga
Foto: Victor Rasga

Agradecimentos:

Denor Sousa, pela atenção (sempre) e credenciamento.
Gandhi Guimarães, Victor Rasga e Helena Braga, pelas fotos que ilustram esta matéria.

Setlists:

COLDNESS

1. Becoming the Passenger
2. Failure In Your Eyes
3. The Turnaround Motion
4. On A Great Speed
5. Justify Your Existence
6. Intervention
7. Profundis Fati
8. Tormented

ANGRA

1. Newborn Me
2. Acid Rain
3. Spread Your Fire
4. Lisbon
5. Perfect Symmetry
6. Storm of Emotions
7. Angels Cry
8. Final Light
9. Holy Land
10. Drum Solo
11. Silent Call
12. Reaching Horizons
13. Nothing to Say
14. Waiting Silence
15. Angels and Demons
16. Black Hearted Soul
17. Rebirth
18. Carry On / Nova Era

Nota final: o comentário abaixo é endereçado mais à casa do que à produção do evento. Em muitos outros shows no Siará Hall pudemos contar com o estacionamento no terreno ao lado. Como funcionava a parceria não sabemos e nem temos como entrar nesse nível de detalhe. No entanto, ao chegar lá nesta sexta-feira, soubemos que a dita parceria, contrato, ou o que quer que seja, acabou e o local encontrava-se fechado. Tivemos que nos sujeitar à vontade dos "flanelinhas" que atuavam ao redor, pagando antecipadamente o mesmo valor que estávamos acostumados a pagar antes, mas sem a garantia do mínimo de segurança. Ao final do show, felizmente, o veículo encontrava-se intacto. Mas do pessoal que tinha recebido para guardá-lo, não havia nem sinal. Isto é um ponto a ser revisto pelo Siará Hall. Fãs de Vicente Nery, Amado Batista, ROUPA NOVA, BLIND GUARDIAN e do humorista Eduardo Sterblitch (futuros eventos na agenda da casa) agradeceriam. E é nosso papel levantar a questão.

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Post de 05 de junho de 2015


Sobre Leonardo Daniel Tavares da Silva

Daniel Tavares nasceu quando as melhores bandas estavam sobre a Terra (os anos 70), não sabe tocar nenhum instrumento (com exceção de batucar os dedos na mesa do computador ou os pés no chão) e nem sabe que a próxima nota depois do Dó é o Ré, mas é consumidor voraz de música desde quando o cão era menino. Quando adolescente, voltava a pé da escola, economizando o dinheiro para comprar fitas e gravar nelas os seus discos favoritos de metal. Aprendeu a falar inglês pra saber o que o Axl Rose dizia quando sua banda era boa. Gosta de falar dos discos que escuta e procura em seus textos apoiar a cena musical de Fortaleza, cidade onde mora. É apaixonado pela Sílvia Amora (com quem casou após levar fora dela por 13 anos) e pai do João Daniel, de 1 ano (que gosta de dormir ouvindo Iron Maiden).

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