Cavalera Conspiracy: resenha e fotos do show em Porto Alegre

Resenha - Cavalera Conspiracy (Bar Opinião, Porto Alegre, 23/05/2015)

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Por Guilherme Dias
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A cidade de Porto Alegre recebeu, na noite do sábado dia 23 de Maio, o retorno do Cavalera Conspiracy, dos irmãos Max e Igor. Vieram para apresentar o seu novo trabalho, o disco chamado “Pandemonium”. O local escolhido foi o mesmo da apresentação que ocorreu em menos de um ano atrás. O bar Opinião não estava lotado como no ano passado, porém o público que esteve presente não deixou a desejar em momento algum.

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Fotos por: Liny Oliveira

A abertura ficou por conta da banda gaúcha "It’s All Red", que irá lançar o álbum "Lead By The Blind" no segundo semestre desse ano. A banda é formada por Tom Zynski (vocal), Juliano Ângelo (guitarra) e os irmãos Siqueira, Rafael (guitarra), Renato (bateria) e Gabriel (baixo), a banda foi muito coesa durante todo o seu show. A primeira da noite foi a que dá nome ao novo trabalho, "Lead By The Blind". Um grande atrativo foi "Only", cover do Anthrax que foi muito bem recebido pelo público que ocupava a casa.

Um grande atrativo foi "Only", cover do Anthrax que foi muito bem recebido pelo público que ocupava a casa. Em "Victoria Needs To Lose", Tom apresentou a banda e também o filho de Rafael, Arthur, que ficou no palco a música inteira, com a sua guitarra de brinquedo, descontraindo bastante o clima do show. Com uma bandeira do Rio Grande do Sul nas mãos, Tom Zynski dedicou "Steps Of Ancient Elephants" para o Cavalera Conspiracy e seus fãs.

Próximo das 20 horas o público começou a ocupar mais os espaços do bar. Max subiu no palco e antes de qualquer coisa pediu para o público balançar tudo. Além de Max (vocal/ guitarra) e Igor (bateria), estavam presentes no palco Marc Rizzo (guitarra) e Johny Chow (baixo, STONE SOUR). "Babylonian Pandemonium", faixa que abre o novo trabalho da banda, foi a escolhida para abrir o show.

"Santuary" e "Terrorize" do disco "Inflikter" (2008) foram tocadas na sequência. A resposta do público com relação ao início do show foi muito boa, porém com os covers de "Refuse/ Resist" e "Territory" do Sepultura, o público foi insano, assim como Max, que inclusive deitou no palco nesse momento. O projeto Nailbomb não ficou de fora, a pesada e cadenciada "Sum of Your Achievements" foi a escolhida.

Antes dos fãs pedirem por mais Sepultura, a banda apresentou um medley com "Beneath the Remains", "Desperate Cry" e "Troops of Doom". Em "Killing Inside" (Brunt Force Trauma, 2011) Max para todo o público cantar com ele, que foi devidamente atendido. "We Who Are Not as Others" (Sepultura) foi finalizada apenas com Igor na bateria e Max no surdo que foi colocado em frente ao palco.

Para o início do bis "Attitude" (Sepultura) e Inflikted abriram uma grande roda na pista. "Orgasmatrom" (Motörhead) teve na sua introdução um trecho de "Iron Man" (Black Sabbath) e o seu encerramento com um trecho de "Walk" (Pantera). A derradeira foi sem duvidas, "Roots Bloody Roots" do Sepultura que tremeu a pista, tamanha a reação do público presente.

Os fãs de verdade estiveram presentes, e foi especial para cada um deles, como na última vez. Um novo retorno pode não estar perto, mas ocorrerá e com certeza será matador novamente.

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Sobre Guilherme Dias

Sou Guilherme Figueiró Dias, de Porto Alegre, estudante de educação física, tenho 23 anos e sou fanático por música e futebol, especialmente hard rock e heavy metal. Preferências entre Helloween, Gamma Ray, Pink Cream 69, Bon Jovi, Hellacopters, Michael Kiske, entre outros. O que gosto realmente de fazer (além de torcer, cantar e pular pelo Grêmio na Geral) é curtir um bom show das bandas que eu adoro e tomar umas cervejas pra celebrar a vida.¨

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