Cavalera Conspiracy: resenha e fotos do show em Porto Alegre
Resenha - Cavalera Conspiracy (Bar Opinião, Porto Alegre, 23/05/2015)
Por Guilherme Dias
Postado em 28 de maio de 2015
A cidade de Porto Alegre recebeu, na noite do sábado dia 23 de Maio, o retorno do Cavalera Conspiracy, dos irmãos Max e Igor. Vieram para apresentar o seu novo trabalho, o disco chamado "Pandemonium". O local escolhido foi o mesmo da apresentação que ocorreu em menos de um ano atrás. O bar Opinião não estava lotado como no ano passado, porém o público que esteve presente não deixou a desejar em momento algum.
Fotos por: Liny Oliveira
A abertura ficou por conta da banda gaúcha "It’s All Red", que irá lançar o álbum "Lead By The Blind" no segundo semestre desse ano. A banda é formada por Tom Zynski (vocal), Juliano Ângelo (guitarra) e os irmãos Siqueira, Rafael (guitarra), Renato (bateria) e Gabriel (baixo), a banda foi muito coesa durante todo o seu show. A primeira da noite foi a que dá nome ao novo trabalho, "Lead By The Blind". Um grande atrativo foi "Only", cover do Anthrax que foi muito bem recebido pelo público que ocupava a casa.
Cavalera Conspiracy - Mais Novidades
Um grande atrativo foi "Only", cover do Anthrax que foi muito bem recebido pelo público que ocupava a casa. Em "Victoria Needs To Lose", Tom apresentou a banda e também o filho de Rafael, Arthur, que ficou no palco a música inteira, com a sua guitarra de brinquedo, descontraindo bastante o clima do show. Com uma bandeira do Rio Grande do Sul nas mãos, Tom Zynski dedicou "Steps Of Ancient Elephants" para o Cavalera Conspiracy e seus fãs.

Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Próximo das 20 horas o público começou a ocupar mais os espaços do bar. Max subiu no palco e antes de qualquer coisa pediu para o público balançar tudo. Além de Max (vocal/ guitarra) e Igor (bateria), estavam presentes no palco Marc Rizzo (guitarra) e Johny Chow (baixo, STONE SOUR). "Babylonian Pandemonium", faixa que abre o novo trabalho da banda, foi a escolhida para abrir o show.

"Santuary" e "Terrorize" do disco "Inflikter" (2008) foram tocadas na sequência. A resposta do público com relação ao início do show foi muito boa, porém com os covers de "Refuse/ Resist" e "Territory" do Sepultura, o público foi insano, assim como Max, que inclusive deitou no palco nesse momento. O projeto Nailbomb não ficou de fora, a pesada e cadenciada "Sum of Your Achievements" foi a escolhida.

Antes dos fãs pedirem por mais Sepultura, a banda apresentou um medley com "Beneath the Remains", "Desperate Cry" e "Troops of Doom". Em "Killing Inside" (Brunt Force Trauma, 2011) Max para todo o público cantar com ele, que foi devidamente atendido. "We Who Are Not as Others" (Sepultura) foi finalizada apenas com Igor na bateria e Max no surdo que foi colocado em frente ao palco.

Para o início do bis "Attitude" (Sepultura) e Inflikted abriram uma grande roda na pista. "Orgasmatrom" (Motörhead) teve na sua introdução um trecho de "Iron Man" (Black Sabbath) e o seu encerramento com um trecho de "Walk" (Pantera). A derradeira foi sem duvidas, "Roots Bloody Roots" do Sepultura que tremeu a pista, tamanha a reação do público presente.

Os fãs de verdade estiveram presentes, e foi especial para cada um deles, como na última vez. Um novo retorno pode não estar perto, mas ocorrerá e com certeza será matador novamente.


















Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Iron Maiden fará show em Curitiba na turnê de 50 anos "Run For Your Lives"
A música que Regis Tadeu mandaria ao espaço para representar o melhor da humanidade
As 5 músicas pesadas preferidas de Mille Petrozza, frontman do Kreator
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
Morre Clarence Carter, intérprete de música que virou hit em tradução do Titãs
A música sobre John Lennon que Paul McCartney ainda acha difícil cantar ao vivo
O álbum do Aerosmith que deveria marcar um retorno importante, mas deixou a desejar
O álbum do Pink Floyd que Roger Waters achava que só ele poderia conduzir
Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"
10 bandas de rock que já deveriam ter se aposentado, segundo o Guitars & Hearts
Membros do Angra e Korn jogam tênis na casa de Ronaldo Fenômeno: "Quão doido é isso?"
O disco do Metallica que transformou Lars Ulrich em inimigo eterno
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
Os dois melhores álbuns dos anos 1970, segundo David Gilmour
John Frusciante: "Anthony Kiedis não sabe nada de música"
Sebastian Bach: descrevendo o horror de urinar com Phil Anselmo
Os 100 maiores hinos do rock progressivo segundo leitores da Classic Rock

Por que Max Cavalera trabalha em tantos projetos, segundo ele mesmo
Cavalera Conspiracy participará de evento que celebra 40 anos de "Reign in Blood", do Slayer
Max Cavalera passou a se interessar mais ainda por metal depois que ficou sóbrio
Max Cavalera queria tocar bateria, mas Iggor era melhor que ele
O disco ao vivo que define o heavy metal, segundo Max Cavalera
Metallica: Quem viu pela TV viu um show completamente diferente
Maximus Festival: Marilyn Manson, a idade é implacável!
