Matérias Mais Lidas

imagemA simpatia de James Hetfield ao conversar com pais de bebê que nasceu durante show

imagemMalmsteen ameaça cancelar show por que vocalista Jeff Scott Soto estava no local

imagemOzzy Osbourne é visto caminhando com dificuldade ao sair de estúdio

imagemComo Max Cavalera aprendeu inglês tendo abandonado a escola aos 12 anos de idade

imagemConfira as músicas que o Iron Maiden está ensaiando para turnê que passa pelo Brasil

imagemMalmsteen diz que Jeff Scott Soto foi expulso de seu show porque não pagou entrada

imagemJonathan Davis, do Korn, explica qual seu problema com o Cristianismo

imagemMetallica faz doação para complexo de saúde e educação em Curitiba

imagemVocalista do Gwar diz que integrantes do Maiden são "um bando de velhas britânicas"

imagemLuciano Hang processa vocal do Fresno e quer indenização de R$ 100 mil por danos morais

imagemFoto feita após fim da turnê mostra todos do Ghost sem máscaras, incluindo "Ghoulettes"

imagemGuitarrista diz que não entrou na banda de Ozzy por não ter cabelo loiro

imagemNovo álbum de Ozzy será lançado em setembro, de acordo com Sharon Osbourne

imagemAdrian Smith e a volta ao Maiden: "queriam o Bruce e já tinham dois guitarristas"

imagemFilha de Ozzy Osbourne escapa de incêndio que fez uma vítima fatal


Stamp

Cavalera Conspiracy: Destruição sonora no Recife

Resenha - Cavalera Conspiracy (Club Internacional, Recife, 06/09/2014)

Por AD Luna
Fonte: Diario de Pernambuco
Em 12/09/14

Depois de 26 anos, o Recife abrigou pela primeira vez um show com os irmãos fundadores do SEPULTURA. Max (vocal e guitarra) e Iggor Cavalera (bateria), amparados pelo guitarrista Marc Rizzo e pelo baixista Tony Campos, provocaram uma destruição sonora no palco do Clube Internacional do Recife no sábado (6). Durante cerca de uma hora e meia, o quarteto fez o público balançar as cabeças e soltar os demônios com repertório que reuniu músicas dos dois discos do CAVALERA CONSPIRACY e clássicos da banda que colocou o Brasil no panorama internacional do metal. A abertura da noite foi feita pelos paulistas da CAPADOCIA, criada em 2011.

Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Max Cavalera se comunicava bastante com a plateia, formada por muita gente que não tinha nem nascido quando ele e Iggor tocaram no Clube dos Sub-Tenentes e Sargentos da Polícia Militar, no bairro da Torre, em 1988, com o SEPULTURA. Ao comando dele, diversas rodas de pogo se formaram durante quase todo o show.

A apresentação começou com a poderosa Inflikted, seguida por Warlord, ambas do CAVALERA CONSPIRACY. Na sequência, tocaram Beneath the remains, do disco homônimo, lançado em 1989, pelo SEPULTURA, emendada com Desperate cry, que faz parte do álbum seguinte: Arise, de 1991. Claro que a temperatura subiu nessa hora e cresceu ainda mais quando o Cavalera recuou ainda mais no tempo e executaram Troops of doom, do Morbid visions (1986), quando a banda mineira soava mais death do que thrash.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Em Black ark, Ritchie Cavalera, filho de Max, subiu ao palco para cooperar com os vocais cavernosos do pai - que puxou até um reggae, convidando o público a fazer coros baseado no ritmo jamaicano. Chico Science foi lembrado pelo vocalista, o que gerou aplausos e gritos da massa de camisas pretas.

Do Sepultura ainda apareceram Arise, Dead Embryonic Cells, Refuse/resist, Innerself, Atitude e, claro, Roots bloody roots, que encerrou a noite. Por conta do ótimo entrosamento entre os quatro integrantes do CAVALERA CONSPIRACY, a parede de som produzida soava coesa, apesar da acústica um tanto deficiente do Internacional. Mas isso em nada desanimou a plateia que não chegou a encher o clube, mas que certamente ficou satisfeita com o que viu/ouviu. Houve até quem perdesse os óculos durante os agitos metálico e, ainda assim, saísse da apresentação com sorrisos de satisfação.

Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal

Crédito da foto: Pei Fon/ Rock Meeting

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

PRB
publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp




Sobre AD Luna

AD Luna nasceu em 1971, em Porto Alegre, mas foi criado no Recife. Mora desde 2002, em São Paulo. É baterista das bandas Monjolo (SP) e TheSurfMotherfuckers (MG), que não tem praticamente nada a ver com heavy metal! Luna é formado em Jornalismo pela UFPE e é repórter, apresentador e gerente de conteúdo do Showlivre.com - portal de TV Web especializado em música. Apesar de curtir praticamente todo tipo de música, AD mantém a admiração e uma dívida de gratidão com o metal, estilo com o qual aprendeu a gostar de música com mais profundidade e paixão.

Mais matérias de AD Luna.