Welcome to Inferno: mais uma noite de Metal na capital do Amapá

Resenha - Welcome to Inferno (Noise Club, Macapá, 26/01/2013)

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Por Bruno Blackened
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Diferente do 2º Zombie Night Fest, no qual o evento ficou prejudicado por causa dos demais que aconteciam simultaneamente, o Welcome to Inferno teve um bom público. A festa também serviu de "reinauguração" da casa, que agora passa a ser chamar Noise Club (Catita Club era o antigo nome) e contou com o apoio da Zombie Produções.

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Adentrando o local, passei por um corredor com uma pintura muito legal em preto e branco e cheguei à ante-sala onde estavam acontecendo as apresentações. Pôsteres de bandas e cartazes de apoio ao Metal nacional decoram o lugar, combinando muito bem com o ambiente.

A BALZABOUTH já estava detonando com seu Black Metal ríspido e blasfemo, colocando a casa abaixo e fazendo os metalheads agitarem insanamente. Aliás, o nome do evento não foi à toa: além da música, o local era pequeno e quente, muito quente. Não havia palco, o que colocava em risco o desempenho dos grupos cada vez que aconteciam os moshes. Voltando à BALZABOUTH, os destaques ficam por conta de A Minha Alma Abraça Satanás, Sinfonia Funeral e Brave (KATATONIA cover), o que indica que esta última deve ser executada com frequência nas futuras apresentações.

Depois de uma pausa para troca de equipamentos e uma rápida respirada fora do clube, chegou a vez de Victor Figueiredo (vocal), Fabrício Góes e Heliton Coelho (guitarras), Alberto Martinez (bateria) e Romeu Monteiro (baixo), da ANONYMOUS HATE, comandarem a pancadaria Grindcore/Death Metal. Uma pequena alteração no set colocou In the Way (do "debut" Chaotic World) e o medley Paranóia Nuclear/Poluição Atômica (RATOS DE PORAO cover, presente no EP Red Khmer).

Afora essas, hinos como Anonymous Hate, Brazil Massacreland, Worldead, Created to Kill e Red Khmer transformaram o Noise Club em um inferno escaldante. Ao final do show, o vocalista agradeceu o público e o apoio da Zombie Produções. Ambos, platéia e organizadores, são importantes na realização de qualquer evento voltado à música pesada. Mais um ótimo final de semana para o Metal amapaense! Ponto para nós!




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Sobre Bruno Blackened

Metalhead desde os 16, jornalista desde os 23. Grande incentivador da cena Metal amapaense através de resenhas, reportagens, fotos, artigos, entrevistas e assiduidade nos shows. Minhas vertentes favoritas são o Thrash, Death e Power Metal. \m/

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