Calabouço Heavy and Rock Bar: 3 bandas tocando na Tijuca
Resenha - Tamuya Thrash Tribe (Calabouço Heavy and Rock Bar, RJ, 29/07/2012)
Por Marcos Garcia
Postado em 03 de agosto de 2012
Um final de tarde, com temperatura amena e agradável marcou este evento, realizado no pub Calabouço, fincado na Tijuca, próximo ao Maracanã em obras. É um espaço mais intimista, com as mesas mais próximas do palco, logo, é um espaço agradável e muito bom para se curtir um bom show, bem como aproveitar uma bela cerveja.

A primeira banda a subir ao palco foi o RISE OF HESTIA, que surpreende por estar na estrada há quatro anos e fazer um som bem antenado com a realidade atual, ou seja, podem ser considerados pioneiros do é conhecido como Progressive Metal dos tempos atuais, ou seja, uma música que usa elementos de vários estilos, com vocais que se alternam entre vozes limpas e ríspidas sem pudores, zaga baixo-bateria técnica e pesada, riffs e solos bem estruturados, com a vantagem da banda ser bem coesa, pesada, sabendo equilibrar cada elemento de sua música, sem se tornar enfadonho. Boa postura de palco (pode melhorar mais), energia aos montes, só faltou um pouquinho mais de comunicação com o público, mas nada grave ou comprometedor. A banda desfilou músicas de seu EP, ‘Opposite Side of Solution’, como a ótima ‘Railhead (He Smirks But I'll Smile)’ com destaque para a casa de força que é seu batera, Felipe Ceccopieri, e para ''John John'' Gambier, que se sai bem com riffs fortes e solos bem tocados. Esperamos poder revê-los no palco em breve, e desejamos que os leitores possam conferir seu bom trabalho.

Enquanto o palco era aprontado, o telão da casa exibia o making of do vídeo de ‘Immortal King’, para então o mesmo ser exibido pela primeira vez, para então o TAMUYA THRASH TRIBE subir ao palco. Thrash Metal nervoso, pesado e empolgante é o que aguarda os fãs, e a banda estava segura, coesa e animada, o que levou os fãs ao delírio. Desfilando músicas do EP ‘United’, como ‘Tamuya’ e ‘Missions’, mais covers de ‘Death in Fire’ do AMON AMARTH e ‘Roots, Bloody Roots’, que teve a participação especial de Diego, vocal da banda NEVER FALL BACK, sempre mantendo boa movimentação e comunicação constante com a plateia. Destaques para o guitarrista Leandro Emanoel (que agitou o show todo) e para Luciano Vassan, que é um ótimo frontman. Encerraram com ‘Immortal King’, e saíram ovacionados.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Fechando a noite, já com a casa com um público um pouco menor, veio o trio POSSESSONICA, que sentou a pua em um Hard’n’Roll com toques de Stoner sem frescuras e bem direto, com bastante energia, sendo que o único ‘porém’ vem da postura de palco, que careceu de um pouco mais movimentação, mas mesmo assim, é uma banda surpreendente, uma autêntica usina de força. Ótimos vocais, guitarras pesadas em riffs e solos, baixo presente e uma bateria muito boa e com técnica razoável. Bebeto Daroz, destaque absoluto, é um excelente frontman, que canta muito bem, toca guitarra com muito tesão e se comunica com maestria, embora Cíntia Ventania (baixo) e Mark Vinny (batera) não fiquem muito longe. O repertório foi baseado mais em músicas próprias, como ‘Aumenta’, ‘Pedras’ e ‘Dragões’, mas também houve covers para ‘Outshined’, do SOUNDGARDEN, e um para uma canção do DANZIG.

Noite memorável, e que venham outras assim!
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