Twisted Sister: abrindo turnê brasileira em Curitiba

Resenha - Twisted Sister (Master Hall, Curitiba, 26/11/2010)

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Por André Molina
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Um grande público presenciou na última sexta-feira (26 de novembro) o show de abertura da turnê brasileira da banda Twisted Sister na capital paranaense. Os expoentes do Hard Rock norte americano subiram ao palco do Curitiba Master Hall para apresentar um repertório recheado de clássicos da música pesada da década de 80. Como prometido, o show começou cedo, pouco depois das 23 horas. Quem deixou para chegar tarde, perdeu boa parte do espetáculo. Muita gente não teve a oportunidade de ver o show de abertura dos curitibanos do Motorocker, que começou bem cedo.

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Canções como “The Price”, “I Wanna Rock”, “We’re No Gonna Take It” e “Under The Blade” criaram um clima de nostalgia. Entre outras músicas, podem se destacar também “The Fire Still Burns”, “Burn In Hell”, “Shoot em Down” e “Stay Hungry”. A banda executou um repertório abrangendo toda a carreira, sem deixar de apresentar clássicos como “You Can’t Stop Rock N Roll”, “SMF” e “Come Out And Play”. Que eu me lembre, o repertório foi praticamente igual ao executado na capital paulista no dia seguinte. O Twisted não deixou de recordar discos como “Under the Blade” (1982), “Stay Hungry” (1984) e “Come Out And Play” (1985). O show foi preparado para os fãs que nunca tiveram oportunidade de ver a banda de perto.

Com mais de 25 anos de carreira, a banda ainda continua com sua formação original e esbanjando vitalidade. Ao conversar com o público, o guitarrista Jay Jay French demonstrou que tem um carinho especial pelo Brasil. “É o país da América do Sul em que marcamos duas datas. Temos muitos fãs e merece respeito”, disse.

O vocalista Dee Snider demonstrou que, aos 55 anos de idade, ainda tem muito a oferecer. Sua presença de palco envolveu a platéia e expôs por que diante do público ele é o líder do Twisted Sister. “You can’t stop rock ‘n roll”, cantou ele, fazendo uma referência ao estilo musical que consagrou a banda em meados da década de 80.

Vale destacar também o desempenho dos demais membros do Twisted. Eddie Ojeda demonstrou ser o homem dos solos, ao “castigar” sua guitarra, e o baterista Aj Pero teve seu momento de brilho ao fazer um solo composto com introduções de clássicos do rock. Já o baixista Mark Mendoza tocou de uma maneira pouco convencional, esmurrando seu instrumento.

Abertura de primeira

O espetáculo ainda contou com a abertura da banda curitibana Motorocker, que executou canções do CD “Igreja Universal do Reino do Rock” e do novo trabalho “Rock na Veia”. Na apresentação, a banda mostrou que tem uma legião de fãs fiéis. A presença do Motorocker confirma que a banda se tornou o grupo oficial de abertura dos grandes shows de Curitiba. O currículo dos curitibanos inclui também Nazareth, Deep Purple, Motorhead e Glenn Hughes. Há fã que já começa a pedir a presença do Motorocker no Rock in Rio 2011. Será possível?

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Sobre André Molina

André Molina é jornalista, economista e começou a ouvir heavy metal ainda quando era criança. Tem 30 anos de idade e Rock 'n' Roll é sua religião.

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