Matanza: os machões do rock nacional em Porto Alegre

Resenha - Matanza (Bar Opinião, Porto Alegre, 27/07/2008)

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Por Lucas Steinmetz Moita
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A chuva não foi o suficiente para segurar o público em casa na noite de 27 de Julho. Quando cheguei à fila, acreditei que seria um show vazio e frio. Ao entrar, após apresentação das bandas de abertura Grosseria e FM Debi, me surpreendi. Um público fervoroso e que não se deixou intimidar com o mau tempo esperava ansiosamente pela apresentação dos machões do rock nacional.

Fotos: Lucas Steinmetz (Moita)

O Matanza foi anunciado pelo produtor do evento e subiram ao palco com uma breve Intro. Emendaram logo de inicio “Ressaca sem Fim”, a sanguinária “Maldito Hippie Sujo” e, a mais amena de todas, “Tempo Ruim”. O vocalista Jimmy cumprimenta o público com um longo “Puta que pariu Porto Alegre!”, ganhando a simpatia de todos logo de inicio. Seguiram com “Pandemônio” e “Satânico I e II”.

Então veio o primeiro ponto alto do show. “Clube dos Canalhas” criou moshes e rodas monstruosas na pista principal, espetáculo assistido de camarote pelo público dos mezaninos. Na seqüência, “Todo Ódio da Vingança de Jack Buffalo Head” e “Eu não Gosto de Ninguém”.

Jimmy faz referencia ao futebol gaúcho, talvez pela liderança do Grêmio no campeonato brasileiro ou da raça típica de times do sul, e dedica aos times porto alegrense “Pé na Porta e Soco na Cara”, o segundo ponto alto do show.

Em uma piada, Jimmy pergunta aos integrantes da banda o que eles acham bom, onde se revelou que o baterista Jonas estava de aniversário. Depois de um parabéns espontâneo da platéia, Jimmy completou “Que que é isso? O cara vai chorar, isso vai virar mó viadagem!”. Então veio a mais explosiva da noite... “Bom é Quando faz Mal” fez, surpreendentemente, o Bar Opinião tremer!

Tocaram “Estamos Todos Bêbados” e “Interceptor V-6” e despediram-se deixando o palco. O público permaneceu estático gritando pelo nome da banda sem aceitar o final do show. Todos voltaram ao palco para o primeiro bis que a banda já fez em Porto Alegre. “A gente não gosta dessa viadagem de bis, mas hoje vocês merecem”.

E então o Matanza encerrou a melhor de todas as suas apresentações no Rio Grande do Sul com “Tombstone City” e “Imbecil”.

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Sobre Lucas Steinmetz Moita

Formado em Jornalismo pela Unisinos, atua em duas áreas bastante bipolares: música pesada e teologia. Proprietário do site CristianismoHardcore.com.br, atuou durante 5 anos com o Programa MoitaRock, entrevistando diversos artistas nacionais e internacionais (como Andre Matos, Angra, Sebastian Bach e Blind Guardian). O Programa MoitaRock foi extinto, mas o trabalho com vídeo e entrevistas continua em HeavyTalk.com.br, ao qual também administra.

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