Belle & Sebastian amplia sonoridade em novo álbum
Fonte: Terra Música
Postado em 07 de novembro de 2003
Hagamenon Brito
Quinto álbum (não incluindo a trilha sonora do longa-metragem Histórias Proibidas/2002, do americano Todd Solondz) de uma carreira iniciada em 1995, em Glasgow, Dear Catastrophe Waitress (Trama) sinaliza algumas mudanças na sonoridade de uma das bandas mais cultuadas do indie rock, Belle and Sebastian.
Responsável por um show concorridíssimo na edição 2001 do extinto Free Jazz, Belle and Sebastian deixou de lado, praticamente, os vocais sussurrados, o folk e as baladas movidas por violoncelo, violino e piano que fizeram a fama do grupo em álbuns como Tigermilk (96) e The Boy With The Arab Strap (98).
A maior parte das 12 canções de Dear Catastrophe Waitress tem arranjos mais orquestrados, ensolarados e vocais próximos da tradição pop rock, com influências de Beach Boys, da soul music da Motown e da fase inicial da carreira solo de Paul McCartney (década de 70).
As mudanças devem ser creditadas ao veterano produtor inglês Trevor Horn, que já colaborou com Pet Shop Boys, Seal, Frankie Goes to Hollywood, George Michael e Tatu, dentre outros. Fãs mais ortodoxos podem torcer o nariz e dizer que o Belle and Sebastian perdeu em sutileza - e perdeu mesmo.
Em contrapartida, ampliou a sonoridade e manteve intacto o talento para compor canções fofas como If She Wants Me,Asleep In a Sunbeam e Step Into My Office, Baby. Está de bom tamanho. Não dá para esperar, ingenuamente, que o BeS conserve a mesma estética dos primeiros álbuns, após oito anos de estrada.
JB Online
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