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Dream Theater 2022

Peter Buck comenta faixas de The Best of R.E.M.

Fonte: Terra Música
Em 22/12/03

Alexandre Tahira/Especial para o Terra

Losing my Religion é como um arquétipo que estava flutuando pelo espaço e que o R.E.M. conseguiu capturar. Após atrapalhar-se com a letra, Michael Stipe gravou Man on the Moon de uma só tacada. Everybody Hurts é inspirada pelo soul de Otis Redding. Estas são algumas das revelações do guitarrista Peter Buck no faixa a faixa divulgado pela gravadora BMG.

O grupo, formado ainda por Michael Stipe (voz) e Mike Mills (baixo), acaba de lançar The Best of R.E.M. In Time (1988-2003), um apanhado de belas canções praticadas por uma belíssima banda.

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A primeira leva de cópias da coletânea trouxe um CD bônus recheado de raridades. Em seguida, a banda lançou a versão DVD da compilação, reunindo 22 clipes, destacando o material extra, com entrevista e mais três músicas ao vivo.

O grupo, que atualmente está em turnê pelos Estados Unidos, foi uma das grandes atrações do Rock In Rio 3. Na época, o vocalista Michael Sipe declarou o desejo de voltar ao Brasil.

Confira o faixa-a-faixa de Peter Buck

Man on the Moon
Se tivesse que apontar uma canção que representasse a essência do R.E.M., esta seria a escolhida, o que é meio irônico, pois a música por pouco não ficou de fora do álbum Automatic for the People. A cinco dias da masterização do CD, nós tínhamos a faixa da música pronta, a não ser pela letra. Michael, completamente indeciso, estava ficando irritado e se sentindo pressionado pelo grupo. Decidimos, então, que o melhor seria tirar uns dias de folga, antes de levarmos uns aos outros à loucura. Michael aproveitou o tempo passeando os quatro dias em seu carro alugado, ouvindo a melodia e cantarolando. Quando nos reencontramos, Michael entrou no estúdio, cantou Man on the Moon apenas uma vez e saiu. Ficamos todos atônitos, maravilhados. Foi um daqueles momentos mágicos que ficará guardado na memória por muito mais tempo do que qualquer cerimônia de premiação ou sessão de fotos, que somem da mente com o passar do tempo.

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The Great Beyond
Quando fomos chamados para escrever uma música para o filme O Mundo de Andy (Man on the Moon, 1999) nós aceitamos com prazer. Devido à nossa paixão pelo trabalho de Andy Kaufman, seria natural escrever o tema de um filme sobre ele. O problema, porém, é que já havíamos escrito uma canção com este título, ou seja, Man on the Moon. O que fazer então? Em vez de tentar produzir algum tipo de biografia sobre Andy, Michael procurou sintetizar uma das filosofias de Andy: aquela que para continuar criando, deve-se ir além, tentar o impossível, tanto na vida quanto nas artes. Esta é também a primeira música que o produtor Joey Waronker tocou em sua audição. Nós lhe demos uma lista de cinco canções para que ele ensaiasse e, depois, lhe entregamos uma nova para sentir como ele se sairia. Muito bem, como ele mostrou.

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Nightswimming
Nightswimming é nossa única canção em que a letra foi feita antes da melodia. Durante as mixagens do álbum Out of Time, Michael nos trouxe a composição e pensou que talvez nós quiséssemos musicá-la. Competitivos que somos, Mike e eu começamos a tocar algumas notas para Michael. As minhas duas melodias foram rejeitadas e, mais tarde, acabaram transformadas nas músicas Drive e Try not to Breath. Mike tocou o seu piano instrumental para Michael, que ouviu a melodia apenas uma vez, balançou a cabeça positivamente pedindo para ouvi-la de novo, e na segunda passagem já estava cantarolando a letra. Era Nightswimming, exatamente como seria gravada um ano depois. E eu estava no canto, pasmo.

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At my Most Beautiful
Obviamente, este é nosso tributo aos Beach Boys. Mike me contou sobre a época em que morou com Bill, em Macon, e cruzava a cidade cantarolando a oitava nota típica dos Beach Boys. Ele disse que isto lhes obrigava estender seu canto até os sons mais altos. Até o dia em que Bill saiu do grupo, ambos podiam atingir aquela nota. Não estou bem certo se Michael conhece os Beach Boys a ponto de saber que eles não chegaram a lançar um álbum chamado Smile, mas ele pegou a onda, sabendo que Mike e eu somos grandes fãs do grupo californiano. A parte do contrabaixo nesta música é provavelmente a minha preferida. Nos shows ao vivo, eu toco o contrabaixo. Me sinto o máximo, tocando no palco este som "super-maneiro".

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Bad Day
Começamos a escrever esta música em 1986. Terminamos em 2003. O triste é perceber que, entre as duas datas, pouco - ou quase nada - mudou.

What´s the Frequency, Kenneth?
Para aqueles que talvez não saibam (como diria Mike), o título desta música não vem de uma idéia original nossa. Nos anos 80, Dan Rather, o apresentador de um telejornal da TV norte-americana, foi atacado por um homem que, entre socos e pontapés, gritava para ele "Qual a freqüência, Kenneth?". Ninguém jamais descobriu o porquê de tudo aquilo. Agora, deixe-me esclarecer uma coisa: eu gosto do Dan Rather. Ele é um ótimo jornalista, um papo interessante e ligeiramente mais excêntrico do que aquele protótipo das pessoas que trabalham na imprensa (e eu considero isso uma coisa boa). Dito isso, nada na minha rica e variada história de vida foi suficiente para enfrentar a experiência de estar no mesmo palco com Dan, que 'dançava' e 'cantava' What´s the Frequency, Kenneth?

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All the Right Friends
Esta é, disparado, a música mais antiga da coletânea. Foi escrita por mim e pelo Michael em 1979, antes mesmo de conhecermos Bill e Mike. Nós a tocamos em todos os shows até 1982. Não me lembro bem porque ela nunca havia sido gravada; talvez porque sempre a achamos meio infantil. Vinte anos depois, quando fomos chamados às pressas para fazer parte da trilha sonora do filme Vanilla Sky, a música já não nos parecia tão ingênua. Nós a gravamos três horas antes de um show em Seattle (EUA), tentando chegar ao mesmo resultado que teríamos em 1982.

Everybody Hurts
Esta música não nos pertence mais, mas sim a qualquer pessoa que obteve algum conforto ao ouví-la. A razão para a letra ser tão atipicamente direta é porque foi escrita para adolescentes. Eu nunca assisti ao seriado Buffy, a Caçadora de Vampiros, mas a idéia de que o Ensino Médio e o pré-vestibular são a entrada para o inferno me parece bem real. É realmente difícil para qualquer um. Musicalmente, Bill Berry criou o som das cordas, e depois de algumas semanas optamos pelo timbre de Otis Redding. Obrigado Steve Cropper.

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All the Way to Reno
Antes da música receber o título oficial, ela foi chamada Jimmy Webb em Marte. A partir da introdução com um contrabaixo de seis cordas até as mudanças nos acordes semi-rococós, e através da ponte com o encerramento, esta foi musicalmente uma espécie de tributo doentio a um compositor que todos admiramos. A letra de Michael acrescenta aquele pequeno frisson de ironia; qualquer um que vá a Reno para ficar famoso ou é ingênuo ao extremo ou ficará seriamente iludido.

Losing my Religion
Pensando bem, nossa carreira pode ser dividida em duas partes: antes e depois de Losing my Religion. Antes de Losing my Religion, R.E.M. era uma grande banda cult que excursionava em turnê durante dez meses por ano. Respeitados e bem-sucedidos, éramos considerados um grupo de segunda divisão. Depois, lançamos singles, ganhamos discos de platina, estivemos nas capas de todo o tipo de revista e, pelo menos por alguns anos, fomos considerados uma das grandes bandas do planeta. Tudo, aliás, irrelevante. Quando penso em Losing my Religion, me vem à mente o seu processo de produção e gravação e de como tudo foi prazeroso e fácil. A melodia foi preparada em cinco minutos; a primeira vez que a banda tocou a música, tudo se encaixou perfeitamente. Michael tinha a letra em cerca de uma hora e, enquanto tocávamos a canção pela terceira ou quarta vez , eu me senti completamente emocionado ao ouvir os vocais conjugados com a melodia. Para mim, Losing my Religion é como um arquétipo que estava flutuando pelo espaço e nós conseguimos capturar. Ah, se o processo de composição de todas músicas fosse assim...

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Stand
Sem dúvida, Stand é, hum..., como eu posso dizer? É a música mais idiota que nós já escrevemos. E isso não significa, necessariamente, uma coisa ruim. Muitos dos meus discos preferidos de rock'n roll contêm canções extremamente bobas, e, enquanto Stand não atingir a condição de obra-prima da estupidez, como aconteceu com música Louie Louie, do The Kingsmen, nós pelo menos continuamos tocando no mesmo nível. O ouvinte talvez vá notar algo no solo de guitarra: eu havia comprado um pedal wah-wah naquela manhã. E a primeira vez que eu o usei foi justamente no solo da música Stand. Quando eu olhei em volta para sentir a reação dos outros, eu fui surpreendido com uma enxurrada de gargalhadas incontroláveis. Eu pensei, então, que qualquer coisa que provocasse uma reação daquelas só poderia ser uma coisa boa. Eu espero estar certo.

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Electrolite
Eu amo esta música. A faixa começou a ser gravada em algum lugar do Arizona, em uma passagem de som durante a nossa turnê de 1995, e foi finalizada em Seattle, em 1996. Dentre as canções de despedida ao ritmo de folk-blues escritas no final do último milênio, esta é a menos melodramática. Pode ser também a única, mas isso não vem ao caso. Minha única queixa? Quando tocamos esta música ao vivo, eu fico sobrecarregado ao tocar o velho e bom banjo. A coisa pesa mais de 40 quilos e tem as cordas do mesmo material usado em cortadores de queijo. Não me venha falar em sofrer pela arte! Bem, isto pode não ser exatamente arte, e eu não sofro tanto assim, mas tenho certeza que você pegou o espírito da coisa.

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The Sidewinder Sleeps Tonite
Nós incluímos esta música no CD Automatic for the People para quebrar o espírito predominante do álbum. Devido ao fato das outras letras tratarem de mortalidade, passagem de tempo, suicído e família, sentimos que uma faixa bem leve seria de bom tom. Na verdade, é um consenso entre os membros da banda que a música é até muito despretensiosa.

Animal
Esta é a canção mais recente do álbum. É também a mais espontânea. Foi gravada em cerca de quinze minutos. A duas semanas de a ouvirmos pela primeira vez, Michael escreveu e cantou a letra (inclusive aquele som irritante de robô no backing vocal). Mike, então, acrescentou o vocal arábe, eu incluí a guitarra-base e estava pronto. Agora tudo o que preciso fazer é convencer os rapazes de que tudo deve ser feito com esta rapidez. Quem sabe? Pode acontecer.

E-Bow the Letter
Eu vi uma apresentação da Patti Smith em 1976 e me lembro de ter pensado que daria fácil dez anos da minha vida para ser o baixista do grupo dela. Eu sei que Michael também ficou encantado com Patti e, quando ele veio com a idéia de incluir no refrão vocais ao estilo Ronettes, era óbvio quem deveríamos chamar. Foi uma experiência inacreditável ouvir Patti cantando aquela música - uma música escrita por nós! Eu tive todas aquelas reações clichê: frio na espinha, arrepio por todo o corpo, etc. Não posso dizer que minha vida passou diante dos meus olhos em segundos como um flash, mas foi perto disso. Quando a gravação terminou, eu saí pela noite flutuando como uma pipa, completamente em estado de alfa.

Orange Crush
Eu devo ter tocado esta música no palco mais de 300 vezes, e ainda assim eu não sei do que ela trata. O engraçado é que, cada vez que toco, ela significa algo diferente para mim, e me sinto emocionado. Noel Coward fez algumas observações sobre a força das canções musicalmente pobres e, embora eu não descreva Orange Crush como uma música pobre em qualquer aspecto, muitas vezes o apuro na composição não é tudo. Alguns acordes, uma boa melodia e palavras podem significar mais do que um romance de 700 páginas. Não me refiro a um bom romance de 700 páginas, mas imagine um longo romance de Jacqueline Susan. Tá bom, eu admito que realmente gostei de Vale das Bonecas. Eu acredito que achei uma boa maneira de evitar falar sobre uma música que representa, para mim, algo sombrio e misterioso. Pois é.

Imitation of Life
Este foi o trabalho mais pop do álbum Reveal e, por isso mesmo, a sua primeira música de trabalho. O título é uma alusão ao filme de Douglas Sirk sobre uma mulher afro-americana se passando por uma pessoa branca, no sul dos Estados Unidos, em pleno anos 50 - um filme que, imagino, ninguém de nós realmente assistiu. Eu pensei naquela época que o título era uma perfeita metáfora para a adolescência. Infelizmente, eu passei a acreditar que trata-se de uma metáfora, também, para a maturidade. Mas isto é uma outra história. O engraçado é que nós escrevemos, gravamos e lançamos a música antes de perceber que os primeiros quatro acordes dos versos são exatamente os mesmos dos acordes da música ,i>Driver 8. Ai meu Deus!

Daysleeper
Num álbum (Up) não exatamente abarrotado de sucessos, esta foi a primeira música de trabalho. Embora não represente o estilo do CD, eu sempre gostei da canção. Afinal, quando foi a última vez que uma música alcançou sucesso instantâneo? Quanto à letra, o que posso dizer? Vou contar: após tantos anos de banda, uma coisa que sei que temos em comum é que gostamos de ficar acordados de madrugada, para dormir durante o dia. Também somos todos incrivelmente cabeças-duras, o que significa que sei duas coisas sobre a banda. De qualquer forma, acho esta música consegue captar perfeitamente a sensação de inércia e indisposição que nos atinge pela manhã quando não dormimos direito à noite.

Redação Terra

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