Amy Lee: CD será sexy e cheio de groove

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Blabbermouth.net
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Matéria de 03/01/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

A frontwoman do EVANESCENCE, Amy Lee, falou a respeito do novo álbum do grupo com a revista Metal Edge, o sucessor do multiplatinado "Fallen". Além disso, este será o primeiro trabalho feito sem o guitarrista Ben Moody, que deixou o grupo há alguns meses. Terry Balsamo é o novo responsável pelas seis cordas da banda. Veja a seguir os principais excertos do bate-papo com Lee.

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Metal Edge — Esta é a primeira vez que falo com você desde a mudança na formação do grupo. Vocês já começaram a compor com Terry?

Amy Lee — Sim, ele está aqui, na verdade ele está aqui na minha casa — tenho uma casa grande o suficiente para que toda a banda fique junta, então podemos compor lá. Ainda que Terry seja o único que tenha vindo, e eu ainda quero que toda a banda se junte, eu componho muito bem sozinha. Estamos escrevendo juntos há uma semana e meia, apenas para registrar nas demos, e já temos gravadas quatro demos que eu gostei bastante. Nada pronto para o álbum ainda, mas estou realmente muito feliz, porque tudo está vindo junto, como só nós déssemos um clique. Na verdade, estamos nos movendo em uma nova direção.

Metal Edge — E como a música mudou? Qual é a nova direção?

Amy Lee — È bem difícil para mim lhe explicar! Não tem nada a ver com nada que eu já ouvi, para ser honesta. O material soa como Evanescence, mas é estranho, meio sexy, cheio de ‘groovy’, não é tão... é mais ou menos como Portishead, A Perfect Circle, bandas que têm essa liberdade artística. Nós estamos literalmente no início do projeto, porém tudo isso pode mudar... pode ser um álbum completamente diferente.

Metal Edge — Cite alguma coisa que tenha lhe aborrecido no último álbum.

Amy Lee — Bem, muitas vezes, e eu não sei se isso é melhor ou pior, a versão original das músicas nós as embalamos e condensamos, e o refrão vem depois, e esse tipo de coisa, de algum modo, é como se tirasse a integridade artística. Eu ouço o álbum e muitas vezes percebo o esquema verso-refrão, verso-refrão, verso-refrão e isso é muito chato. Sei que o ouvinte comum não percebe isso, mas é o que eu ouço, e não gosto muito disso. Essa é uma das razões pelas quais quero fazer um álbum que escape desta fórmula.

Metal Edge — Quem trouxe isso para as músicas?

Amy Lee — O lado comercial? Foi o Bem... o mesmo compositor de Kelly Clarkson, Avril Lavigne... coloque todos juntos! [risos] O piano era parte desta fórmula... não quero soar super-estranha, perder todos. Não quero fazer um álbum estranho, quer fazer álbum do qual eu goste, e gosto do nosso último trabalho, ele não está completamente fora de questão. Ao mesmo tempo, não quero me fazer todas aquelas coisas novamente. Se a gravadora disser: ‘nós gostamos disso, mas gostaríamos que o refrão aparecesse com mais freqüência, e gostaríamos de ouvir mais isso’, e tenho certeza que eles farão isso, acho que apenas farei as coisas do nosso jeito e mostrar como vai funcionar.

Metal Edge — Como foi a procurar por Terry? Ben os abandonou no meio da turnê...

Amy Lee — Sim, bem no meio de um turnê pela Europa, aliás. Foi um período difícil, porque foi a turnê mais difícil, foi muito estressante, mas esperávamos que ele fosse sair. Ele estava tão nervoso, e não queria que ninguém ao seu redor estivesse feliz. Ele foi apenas um cara infeliz, foi difícil tentar entende-lo, porra, eu não pude entender nada!

Metal Edge — Foi como estar em uma relação por um longo tempo e saber que tudo estava acabando?

Amy Lee — Hmmmm, mas daí vocês ficam juntos. Nós entrávamos no palco e ele odiava a todos e a tudo. Ele odiava estar no palco, ele odiava não estar no palco. Ele odiava quando os fãs não iam falar com ele, e odiava quando iam. Algo como, ‘cara, o que vai te deixar feliz?’. Chegou a um ponto em que todos estávamos tristes e brigando a todo o tempo, então quando ele nos deixou foi como um alívio, mais ou menos assim: ‘que bom, agora podemos continuar com a banda, e não deixar a banda ser dirigida’. E nós ainda tínhamos um show no dia seguinte à sua saída. Então, nos levantamos às oito da manhã, alugamos uma sala de ensaio, John reaprendeu as partes principais, sentou-se e também revisou todas as partes rítmicas, e lãs estava apenas um guitarrista para o restante da turnê européia, e tocamos apenas nós quatro. Soou demais, ele fez as guitarras principais maravilhosamente bem, e agora John e Terry vão dividi-las juntos.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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