Baterista do Audioslave detona George Bush

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Por Thiago Coutinho, Fonte: Nuvo.net
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Matéria de 17/11/05. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O baterista Brad Wilk, do AUDIOSLAVE, concedeu uma entrevista ao site Nuvo em que Wilk discutiu a entrada do vocalista Chris Cornell no grupo, o governo do presidente norte-americano George W. Bush, entre outros assuntos. Confira o bate-papo logo a seguir:

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Nuvo — Há muita contradição na imprensa sobre a banda, e muita especulação sobre a origem de vocês.

Brad Wilk — O que você quer dizer?

Nuvo — Bem, estive navegando na Internet há algum tempo e lá encontrei alguns websites garantindo que Cornell só entraria na banda se vocês não fossem “uma máquina política”.

Brad Wilk — Esse é o problema com as mentiras. Nós três nunca quisemos que Chris entrasse na banda para que nos tornássemos políticos. Ele é um letrista maravilhoso. E outra, ele não estava entrando no Raga Against the Machine, mas sim em uma banda completamente nova. Sendo o mais honesto possível, a verdade é que você tem quatro caras em uma sala criando música. Não estamos preocupados em responder isso ou aquilo. Temos apenas uma preocupação, fazer música que amamos e sermos verdadeiros aos nossos fãs. Todas essas coisas mostram como rumores e especulações começam. E não há muito que você possa fazer a respeito. Eu nem presto mais atenção nisso. Nós já temos o ‘Axis of Justice’. Trabalhamos com caridade e damos o dinheiro de nossas entradas para eles. O mais importante sobre tudo isso não é que você não sabe ou porque não está na imprensa. O mais importante é que o dinheiro está indo para as pessoas que precisam dele e a música para as pessoas que querem.

Nuvo — Aparentemente, as coisas estão mudando politicamente e tudo que vocês disseram por anos, coisas que até nós andamos dizendo, está começando a ser aceita. O que você acha disso?

Brad Wilk — Acho que agora as pessoas estão percebendo que o George Bush é um grane cuzão. Sinto que agora as pessoas na América estão percebendo, especialmente após todos esses desastres e observando como eles foram conduzidos. Estamos atingindo a marca de duas mil pessoas mortas no Iraque, e o que ganhamos com isso? Encontramos armas? Não. Encontramos muito óleo? Sim. Todos os fatos que as pessoas utilizavam contra a guerra estão aí, todas estão aí para quem quiser ver.

Nuvo — O DVD “Live in Cuba” é maravilhoso. A performance de você estava demais, mas a reação das pessoas foi algo que nunca vi.

Brad Wilk — Foi uma experiência para mudar nossa vida. Foi incrível. Ser a primeira banda americana a tocar em Cuba em um show gratuito para mais de 60 mil pessoas foi maravilhoso. Há muita propaganda e a realidade é bem diferente do que você ouve sobre Cuba. Esperávamos por câmeras escondidas em nossos quartos, que seríamos importunados e todas essas merdas. Mas nos encontramos com as pessoas mais maravilhosas. Eles estavam muito felizes por estarmos lá. E esse sentimento era mútuo: estávamos felicíssimos por estar lá. Ficar lá por três dias e tocar em frente a 60 mil pessoas foi um dos pontos altos da minha carreira.

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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