Sepultura: Andreas Kisser comenta Dante XXI

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Por Cleyton Lutz
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Andreas Kisser passou pela cidade Guarapuava (PR) na quarta-feira. Ele deu um workshop e tocou junto com a banda guarapuavana de heavy metal, Satisfire.

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O SEPULTURA acaba de lançar um novo trabalho, "Dante 21", álbum conceitual inspirado no poema épico do italiano Dante Alighieri. Na obra, escrita entre 1307 e 1321, o personagem principal, o próprio Dante Alighieri, viaja pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, tendo como companhias, o poeta romano Virgílio e a musa Beatriz.

"Pensei que nós pudéssemos achar um filme ou um livro para nos inspirar e fazer música, letra e arte do disco. A Divina Comédia foi escolhida por sugestão do Derrick Green. A partir do momento em que comecei a ler, fiquei impressionado com a riqueza da história. O livro nos inspirou também a usar cellos, trompas e elementos mais orquestrais. A gente ficou muito satisfeito com o resultado final", resume o guitarrista.

O SEPULTURA deve sair em turnê para divulgar o novo álbum. Já existem cinco shows agendados até o mês de outubro. A banda se apresenta nas cidades do Rio de Janeiro (amanhã), Curitiba (18/08), Bento Gonçalves/RS (19/08), Cidade do México (07/10) e São Paulo (14/10). "Nossa intenção é tocar o máximo possível para divulgar o Dante e depois ver o que acontece, se continuamos em turnê ou fazemos um novo disco", destaca Kisser.

Recentemente, a banda sofreu sua segunda baixa em mais de 20 anos de carreira. O baterista Igor Cavalera deixou o SEPULTURA. Segundo o guitarrista, foi uma separação amigável. "Ele não estava mais a fim de sair em turnê, ficar longe da família. Talvez esteja com outros projetos e não queira ficar longe do Brasil. Foi uma escolha dele, mas feita em comum acordo. Não foi como aquela briga que a gente teve quando o Max saiu da banda", afirma, referindo-se à saída do ex-vocalista Max Cavalera, ocorrida em 1996.

Atualmente, o SEPULTURA é formado por Andreas Kisser, Derrick Green, Paulo Jr. e Jean Dolabella, que substituiu Igor Cavalera. "O Jean entrou na banda e nós temos ensaiado bastante. Fizemos um show em um festival em Portugal, há duas semanas atrás, e foi espetacular. Foi o nosso primeiro show com baterista novo", entusiasma-se.

Kisser falou também sobre a mudança que o som da banda sofreu ao longo dos anos, motivo de crítica por parte dos fãs mais ortodoxos. "Apesar de o Sepultura sempre estar procurando caminhos novos, nunca perdemos a essência do som. Sempre tivemos características nossas, um som forte com uma bateria agressiva, guitarra distorcida e um vocal agressivo. O resto a gente vai acoplando. Ficar tocando a mesma coisa sempre, enche o saco né? É importante estar aprendendo coisas novas, estilos diferentes e ao mesmo tempo sem perder a nossa característica", analisa.




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Sobre Cleyton Lutz

Estudante de Jornalismo, mora em Guarapuava, PR. Adora escrever sobre futebol e rock 'n' roll. Sobre música, adora o Hardão Setentista (Grand Funk, Uriah Heep, Deep Purple, Led Zeppelin) e o progressivo (Yes, Jethro Tull, Focus). Para música acha que nasceu pelo menos uns 30 anos atrasado. Das bandas atuais gosta de White Stripes, Wolfmother e Hellacopters. Mas sua paixão é o som trascendental do Pink Floyd. Os seus grandes sonhos são ver ao vivo uma reunião dos quatro novamente, como ocorreu no Live 8, além de comprar uma moto com a primeiro dinheiro que ganhar com o jornalismo.

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