My Dying Bride: "trabalhamos duro no disco"

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Por Marcelo Ferraresso, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Justin Donnelly, do The Metal Forge, recentemente conduziu uma entrevista com o guitarrista do MY DYING BRIDE, Hamish Glencross. Seguem abaixo alguns trechos:

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Sobre o último épico da banda, "A Line of Deathless Kings": "Trabalhamos duro no disco, então é ótimo que as pessoas finalmente possam ouvi-lo. Estamos curiosos em saber como será a reação do público. Durante o processo de composição, fomos nos apaixonando pelo álbum e sendo assim esperávamos que outras pessoas pudessem sentir a mesma coisa. Até agora a resposta tem sido incrivelmente positiva de todos os críticos e entrevistadores com quem tenho conversado. Muitas pessoas têm nos dado um ótimo feedback, e isso mostra o quanto eles têm ouvido o CD. Existem comentários como: 'ele tem uma das melhores performances vocais que Stainthorpe já fez até hoje', e essa é uma das coisas que eu concordo plenamente. Eles também estão falando sobre a profundidade da música em si, e como os contrastes presentes realmente aumentaram, no sentido de que vamos de um extremo a outro. Simplesmente parece que todos os aspectos que fazem o MY DYING BRIDE ser o que é estão nesse álbum. Então a reação em relação ao trabalho tem sido a melhor possível".

Sobre a diversidade do novo álbum: "Certamente não foi uma atitude consciente de nossa parte. Não foi como se pensássemos: 'bem, não temos feito nada como fizemos em 'As The Flower Withers' (álbum de estréia da banda, de 1992), então vamos colocar esse final maluco aqui!'. Isso simplesmente veio muito naturalmente. Aconteceu pela maneira como estávamos nos sentindo e como a música estava fluindo. Eu acho que foi a vibração positiva que temos no grupo hoje em dia, o que é realmente estranho considerando o tipo de música miserável que sai de nós (risos)! O processo de gravação desse álbum foi tão suave, e nós realmente nos sentimos revigorados escrevendo-o".

"Nós também tivemos um novo baterista, o John Bennet (ele entrou no lugar de Shaun Taylor-Steels, que deixou a banda devido a um problema no tornozelo), que contribuiu com muito entusiasmo e energia no processo!"

Se a banda sentiu alguma pressão devido ao grande sucesso do penúltimo álbum, "Songs Of Darkness, Words Of Light": "Penso que este disco meio que 'polarizou' um pouco as pessoas: uns pareceram simplesmente amá-lo, enquanto outros não conseguiram captar seu 'feeling'. Eu realmente amo este álbum, acho que existem grandes momentos nele. 'A Doomed Lover' é com certeza um dos pontos altos de nossa carreira. Mas quando fomos compor 'A Line Of Deathless Kings', não nos passou pela cabeça compará-lo ao seu antecessor, porque as circunstâncias de como criamos cada um eram completamente diferentes. O processo de composição foi se mostrando de caráter único. Sempre nos incutimos uma certa pressão quando entramos no estúdio, com objetivo de sempre progredirmos, mas essa pressão é colocada em nós como músicos. É essa a responsabilidade que temos para com os que apreciam e amam nosso trabalho, e na realidade somos muito exigentes conosco".

Leia a entrevista completa (em inglês) no themetalforge.com.




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Sobre Marcelo Ferraresso

Do Blues norte-americano, passando pelo Jazz Fusion, Rock Progressivo e chegando até o Metal Extremo, acredita que a música possui apenas dois rótulos importantes: boa e ruim.

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