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Ex de Malmsteen: nos drogávamos e ele me batia

Por César Enéas Guerreiro
Fonte: Blabbermouth
Em 29/06/07

(O artigo abaixo foi traduzido e adaptado do original publicado no Blabbermouth)

O jornal Phoenix New Times publicou em 2007 um extenso artigo sobre a ex-esposa do guitarrista sueco YNGWIE MALMSTEEN, Amber Dawn Landin, que atualmente ganha a vida como "dominatrix" (mulher dominadora que pratica sadomasoquismo) com o nome Mistress Seven (veja aqui o seu MySpace). Alguns trechos desse artigo:

Em maio de 1992, Amber, então com 17 anos, e sua mãe foram para Mason Jar, um velho clube de rock no centro de Phoenix. Quem estava se apresentando era o guitarrista sueco YNGWIE MALMSTEEN, na época com 30 anos e já sem o mesmo sucesso nos EUA, embora um lançamento daquele ano, "Fire and Ice", vendeu 100.000 cópias no Japão no dia em que foi lançado.

Seven diz que nem sabia quem era Malmsteen e que tinha ido ao show para pegar um autógrafo para dar de presente de aniversário para seu irmão, um grande fã.

Mãe e filha ficaram esperando depois do show e conseguiram o autógrafo. Seven também pegou o número do telefone de Malmsteen, e vice-versa. Os dois se comunicaram freqüentemente nos meses seguintes e, no seu aniversário de 18 anos em julho daquele ano, ele a chamou para ir à sua casa em Miami. "Como se eu fosse uma esposa russa entregue pelo correio", diz Seven.

"Eu estava cheia de esperança e sonhos sobre aquele amor que estava começando. Lá estava ele, dando todo o amor e atenção que eu precisava, mas depois ele começou a me bater uns seis meses depois que fui morar com ele. Não eram agressões mútuas. Na verdade, eu gosto de agressão durante o ato sexual consentido, mas não as surras".

O fato de Seven agora adorar ser surrada, espancada mesmo, por "parceiros" confiáveis é algo que ela mesma não consegue explicar. Ela diz que ela e Malmsteen usavam cocaína e outras drogas freqüentemente e que a violência aumentava com o tempo.

(A empresa de agenciamento de Malmsteen não respondeu aos pedidos para que comentasse esta história).

Em agosto de 1993, de acordo com reportagens do jornal Miami Herald e depois do Miami New Times, a mãe de Seven chamou a polícia de Miami Shores, alegando que Malmsteen estava mantendo a filha dela sob a mira de uma espingarda dentro da casa.

Uma equipe da SWAT cercou a casa e, depois de um impasse que durou quatro horas, Malmsteen se rendeu à polícia em seu roupão de banho. Seven não quis apresentar queixa e a acusação de agressão com agravantes foi arquivada.

O incidente, que teve muita repercussão, não significou o fim do tempestuoso relacionamento. Os dois se casaram num castelo em Estocolmo [Suécia] em 26 de dezembro daquele ano.

As fotos do casamento são reveladoras: Seven diz que Malmsteen não permitiu que os familiares dela comparecessem e as damas de honra foram três mulheres que tinham sido premiadas num concurso de um fã-clube.

A noiva não estava nada além de envergonhada. De fato, ela com certeza parecia triste, e ela confirma isso. Seven diz que saiu em várias turnês com Malmsteen e que ele abusou dela na frente dos colegas de banda e dos puxa-sacos.

Quando o turbulento relacionamento se deteriorou totalmente, Seven diz que começou a revidar – e com força – contra o sueco de 1,90 m. "Eu virei uma fera – uma fera drogada, bêbada", diz ela. "Eu não estava bem, e ele me fez ficar pior ainda".

Durante esse tempo, Seven diz que escreveu as letras da música de Malmsteen, "Prisoner of Your Love" ["Prisioneiro do seu amor"]. Ela aparece nos créditos do álbum, mas diz que nunca recebeu royalties. O refrão diz: "Encaptured by the beauty/I'm a prisoner of your love/Enslaved by the passion/I'm a prisoner of your love." [Capturado pela beleza / Sou prisioneiro do seu amor / Escravizado pela paixão / Sou prisioneiro do seu amor].

Seven diz que Malmsteen mudou a sua letra original e transformou o que ela chamou de "uma música sobre um aprisionamento real em uma música de amor açucarada". Ela afirma que recebeu um total de trezentos mil dólares quando seu casamento com Malmsteen acabou oficialmente em abril de 1998.

A matéria completa do Phoenix Times (em inglês) pode ser lida neste link.

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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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