Apocalypse: tecladista recebeu Prêmio Açorianos de Música
Por Eliton Tomasi
Fonte: Som do Darma
Postado em 09 de maio de 2009
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
O compositor, tecladista, professor e pesquisador Eloy Fritsch recebeu no último dia 28 de abril o "Prêmio Açorianos de Música - Menção Honrosa", pela sua contribuição ao cenário musical gaúcho. A entrega do "Troféu Açorianos" foi realizada no Teatro São Pedro em Porto Alegre. A cerimônia foi televisionada pela TV-COM da RBS, retransmissora gaúcha da Rede Globo.
A casa estava lotada para acompanhar a maior premiação de música do Estado do Rio Grande do Sul. Fritsch foi o primeiro homenageado da noite.
A produção do evento fez um documentário sobre a carreira do músico com cenas dos shows do APOCALYPSE extraídos dos DVDs Live in Rio e The Bridge Of Light.
O tecladista falou emocionado ao grande público presente agradecendo aos que o apoiaram em sua trajetória musical.
Eloy F. Fritsch iniciou sua carreira musical em 1983 quando criou, com seus amigos de escola, o grupo de rock progressivo APOCALYPSE, o mais representativo do gênero no sul do Brasil. Ao utilizar diversos sintetizadores e teclados eletrônicos, o músico começou a se destacar através de sua atuação nos palcos e gravações. Em 1993, o APOCALYPSE assinou contrato com a gravadora MUSEA da França para lançamento de três CDs na Europa, divulgando a música feita no Rio Grande do Sul para o mundo todo. Em 25 anos de carreira, o APOCALYPSE já lançou 10 álbuns e dois DVDs.
Eloy Fritsch foi escolhido por quatro vezes como o melhor tecladista de rock progressivo do Brasil, em eleição realizada pelo site Rock Progressivo Brasil (RPB) (www.rockprogressivo.com.br). Em 1991, Fritsch recebeu o prêmio de melhor instrumentista no FestPop e em 1999 foi escolhido o melhor tecladista do festival ProgDay na Carolina do Norte, quando o APOCALYPSE gravou seu álbum duplo ao vivo nos Estados Unidos.
Fritsch também já foi matéria nas revistas "Keyboard" (EUA), "21st Century Music" (Itália), "E-dition" (Holanda) e nas brasileiras "Teclado & Áudio", "Música & Tecnologia"e "Cover Teclado".
Paralelamente ao APOCALYPSE, Eloy Fritsch também desenvolve uma vitoriosa carreira solo voltada para a composição em estúdio com sintetizadores e teclados eletrônicos. O músico já lançou oito álbuns instrumentais e suas composições foram selecionadas para várias coletâneas lançadas em diferentes países: Le Melleur du Progressif Instrumental (França), Margen (Espanha), Mellotron (Argentina), E-dition (Holanda), Planeta Nova Era (Brasil) e Brasil Instrumental 2006 (Brasil). O tecladista foi consultor da Roland do Brasil e atualmente é endorser dos teclados Tokai e dos sintetizadores Labolida.
Após doutorado, Eloy Fritsch assumiu como professor do Departamento de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criando o Centro de Música Eletrônica do Instituto de Artes - um conjunto de três estúdios de música eletroacústica destinados às atividades de composição por computador. Fritsch foi professor da nova geração de músicos eletrônicos gaúchos e de tantos outros compositores que realizam música eletroacústica. Introduziu a linguagem Max/MSP e diversas técnicas de composição por computador no Rio Grande do Sul. Em 2008 lançou o DVD "Música Computacional e Eletrônica" e o livro "Música Eletrônica – Uma Introdução Ilustrada" pela Editora da UFRGS.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Manowar tocará "Kings of Metal" e "Fighting the World" na íntegra em shows de 2027
Mark Wahlberg nem sabia que metal existia, revela Zakk Wylde
Ex-capitão da seleção inglesa é fã de heavy metal e já bateu uma bola com o Iron Maiden
As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
O maior riff de guitarra de todos os tempos, segundo Tony Iommi do Black Sabbath
A banda que Chris Cornell integraria se convidassem; "Ele nunca me chamou"
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
O significado irônico de "Somos tão jovens", verso que encerra "Tempo Perdido"
O cantor que viu o Metallica ao vivo e achou que a banda não iria a lugar nenhum
Mike Mangini fala sobre primeiro show como baterista do Godsmack
A crítica da Classic Rock/Metal Hammer ao show do Guns N' Roses no Download 2026
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
Os roqueiros da Seleção Brasileira na História das Copas do Mundo
O melhor álbum de pop punk de todos os tempos, segundo o Loudwire
Jason Newsted diz que Metallica é, na prática, uma dupla de James Hetfield e Lars Ulrich
A clássica canção do Queen que causaria "cancelamento" caso fosse lançada nos dias de hoje
"Era um pecado mortal você dizer que gostava de Led Zeppelin nos anos oitenta", diz Lobão
O álbum que David Gilmour gravou contra a vontade, mas ele não viu outra alternativa

O significado de "Dorme agora, é só o vento lá fora" de "Pais e Filhos" da Legião Urbana
Black Metal: os 11 melhores álbuns de todos os tempos
Cinema: 60 filmes pra quem ama Rock e Metal
Lars Ulrich, do Metallica, é um bom baterista? Mike Portnoy explica
Stevie Ray Vaughan: o último show e o vôo para a morte
Bob Geldof diz que se arrepende de ter feito o "The Wall", do Pink Floyd



