Katatonia: novo álbum quase faz vocalista do Opeth chorar

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Por Karina Detrigiachi, Fonte: Mikael Akerfeldt Oficial Myspace, Tradução
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O líder do OPETH, Mikael Akerfeldt postou uma declaração em seu blog sobre o novo álbum do KATATONIA, "Night is the new day" com o qual Mikael diz que quase chorou: "... é provavelmente o melhor álbum 'pesado' que ouvi nos últimos 10 anos. Muitas pessoas sabem da história que tenho com eles e também da minha amizade com esses caras. Jonas e eu temos sido amigos pelos últimos 18 anos ou mais.

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Sempre que o OPETH ou o KATATONIA gravam um novo álbum, organizamos uma pequena festa privada para a audição. Geralmente comigo, o Anders e o Jonas.

Por anos conseguimos gravar álbuns na mesma época, e tivemos o novo do OPETH e o do KATATONIA tocados na mesma sessão. É sempre muito divertido, contudo disciplinado.

Não podemos falar durante a execução do álbum (pena de morte), e o ouvimo na íntegra por duas vezes. Então temos o momento dos 'comentários'. Tudo a base de cerveja ou vinho... às vezes com alguns petiscos na mesa.

Bem, dois dias depois da masterização do novo álbum do KATATONIA aqui estamos, enfiados no apartamento de um amigo e prontos para ouvir a nova obra prima do KATATONIA. E é realmente uma obra-prima!

Não sou surpreendido por um álbum assim já faz um bom tempo. Quase chorei. É uma peça musical absolutamente maravilhosa!

Facilmente o álbum mais progressivo e emocional deles, que eu saiba. O final é quase insuportável. Aqui temos a participação de alguns vocais de Krister Linder (Chris Lancelot para alguns) e é bastante balanceado por assim dizer.

Eu sempre fui fã do KATATONIA. Desde quando ouvi a primeira demo em 1991 ou 1992, e achei o som parecido com OPETH, haha! Contudo, este álbum é a jóia mais rara que eles possuem.
É um álbum que possui "mais" do que a música que está lá.

Com que freqüência eu coloco algo que não é de 1971? Isso lhe dá uma indicação de qual a minha posição sobre o assunto, certo?

Felicidades

Mike".




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Sobre Karina Detrigiachi

Designer, nascida na cidade de São Paulo, Kari como é mais conhecida, cresceu ouvindo Deep Purple, Led Zeppelin, Skid Row e Alice Cooper. É apaixonada por todas as vertentes do Metal, porém ouve de tudo um pouco sem se prender a rótulos.

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