Eric Singer: "A formação original do Kiss não existe mais!"

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Por Karina Detrigiachi, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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Matéria de 20/10/09. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Michael Christopher, do The Delaware County Daily Times, soltou o artigo a seguir.

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Aos críticos que consideram o KISS atual como nada mais que uma máquina cômica de propagandas, anotem isso: vocês podem estar certos.

Porém a banda provou que ainda há um pouco de rock and roll no tanque, e esta semana eles celebraram o lançamento do “Sonic Boom”, que atingiu a posição # 2 da Billboard, vendendo 108.000 cópias.

O baterista Eric Singer conversou com o Rock Music Menu após uma apresentação no Wachovia Center, e falou sobre o que faz o novo álbum ser tão atraente: “Todos sabiam qual era a tarefa, estávamos todos a bordo do mesmo veículo indo pela mesma estrada e sabíamos qual era o destino”.

Singer se juntou ao KISS em 1991, inicialmente como substituto temporário do baterista Eric Carr, que travava uma batalha contra um câncer no coração e subsequentemente veio a falecer no final daquele mesmo ano. Ele tocou no álbum “Revenge” de 1992, que, assim como o “Sonic Boom”, é visto como um marco no catálogo da banda e um retorno à forma que tinham deixado morrer.

“Um amigo me disse: ‘É irônico como os meus dois álbuns favoritos do KISS são os dois no qual você toca’", falou Singer. “Não levarei os créditos por isso, mas acredito que às vezes a química certa entre as pessoas em um determinado momento contribui muito para o som de uma banda e uma vibração, energia e direção que você pode adotar”.

“É como fazer um bolo, você pode fazer o bolo várias vezes, mas às vezes o gosto sai um pouco melhor, especialmente quando as pessoas fazem as coisas a partir do zero ao invés de seguir as instruções da página".

Para começar do zero, Singer, o guitarrista Tommy Thayer e os co-fundadores do KISS, Paul Stanley e Gene Simmons voltaram às suas raízes, não para encontrar o som, mas para procurar inspiração.

“Estávamos tentando fazer um álbum dos anos setenta, um álbum com o espírito dos anos setenta, trabalhamos em riffs e os gravamos ao vivo e o Paul disse ‘Quero fazer este álbum como fizemos quando começamos'”.

“Nós realmente criamos um som unificado onde todos contribuíram, não foi como se um cara fosse o principal e cuidasse de tudo, queríamos fazer tudo organicamente como a maneira a qual nós vivemos”.

A última década assistiu a formação da banda tropeçar e se fraturar, com os membros originais Peter Criss e Ace Frehley saído, uma vez que ambos foram substituídos por Singer e Thayer, respectivamente, até terem começado a usar as maquiagens de "Homem-Gato" e "Spaceman", as quais muitos fãs consideram um sacrilégio.

“Eu posso entender como eles podem realmente apreciar o KISS original", disse Singer. "Ei, eu também gosto do KISS original, eu amei tudo, mas o KISS original não existe mais... e não poderá existir nessa encarnação”.

Para ler a matéria completa (em inglês), acesse este link.

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Sobre Karina Detrigiachi

Designer, nascida na cidade de São Paulo, Kari como é mais conhecida, cresceu ouvindo Deep Purple, Led Zeppelin, Skid Row e Alice Cooper. É apaixonada por todas as vertentes do Metal, porém ouve de tudo um pouco sem se prender a rótulos.

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