Slipknot: frontman está pasmo com o novo álbum do Slayer

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Guilherme Rocha Thielen, Fonte: Blabbermouth, Tradução
Enviar Correções  

O vocalista do SLIPKNOT/STONE SOUR, Corey Taylor foi o co-anfitrião desta semana do programa "Taco Tuesday", ShockHound onde é feita uma resenha semanal de shows.

Gosto Musical: artistas falam do que devia ser banido para sempre

Iron Maiden: a tragédia pessoal do baterista Clive Burr

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre o novo álbum do Slayer, "World Painted Blood", Taylor disse, "eu fui arrancado do [Rockstar Energy Drink] Mayhem [Festival Tour] por um certo cavalheiro chamado Kerry King, que me sentou no chão e tocou faixa por faixa - até mesmo o material de bônus. E, cara, eu fiquei pasmo. Eu adorei esse álbum, e eu adoro ele por três razões: tem a ferocidade das coisas mais velhas, tem o desenvolvimento de coisas novas e é nítido, a produção em cima do àlbum está realmente boa, as performances estão ótimas, são provavelmente algumas das melhores letras de Tom [Araya], e ... eu não conseguia parar de ouvir isso, e foi fantástico do começo ao fim, eu estava realmente excitado. Quando você cresce um fã do Slayer, você espera certas coisas de um álbum do SLAYER e este álbum tinha tudo e eu realmente esperava e eu estou muito feliz por isso... [A produção] quase tem aquele clima old-school - não é amador, como o nos anos 80. está tudo refinado e cru na mixagem. É um grande álbum... Você pode ouvir as músicas e elas são ótimas, mas então você ouve o álbum como um todo, e é incrível. E eu acho que é apenas uma obra de arte perdida neste época, e isso é como um álbum, sincero, verdadeiro, e eu estou realmente feliz que tenha sido feito pelo SLAYER".




Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Gosto Musical: artistas falam do que devia ser banido para sempreGosto Musical
Artistas falam do que devia ser banido para sempre

Iron Maiden: a tragédia pessoal do baterista Clive BurrIron Maiden
A tragédia pessoal do baterista Clive Burr


Sobre Guilherme Rocha Thielen

Guilherme Rocha Thielen nasceu em 1991, em Ararangua, mas mora em Florianópolis. Fã de Legião Urbana, Metallica, Iced Earth e viciado em traduções curte Heavy Metal desde pequeno. Atualmente escuta varios estilos do Metal, principalmete Metalcore, Folk, e Melodic Death Metal. Quando sobra um tempo contribui para o Whiplash! com traduções de matérias.

Mais matérias de Guilherme Rocha Thielen no Whiplash.Net.

Cli336x280