Behemoth: grupo está na fogueira da Inquisição

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Por Carlos Henrique Schmidt, Fonte: Radio Metal, Tradução
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O longo artigo abaixo foi publicado no Radio Metal:

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A Polônia é um país bonito. Não só é o berço de um dos jornalistas de metal mais talentosos da sua geração, mas também a origem de Death metal tão destrutivo quanto grandioso, variando de VADER para BEHEMOTH e nenhuma delas são inúteis. Na verdade, nós estaremos falando sobre o último agora.

Supomos que agora todos já ouviram falar que a banda, e mais especificamente o cantor principal, está sendo julgado na Polônia por ter rasgado uma Bíblia no palco, há dois anos. A forma como a história evoluiu desde então está muito confusa. Este artigo segue a cronologia dos acontecimentos e dá a palavra ao Krzysztof Kowalik, o teólogo polonês solicitado a dois anos pelo procurador de Gdansk para analisar alguns pontos sobre as acusações. Voltaremos a isso mais tarde.

Tudo somado, este artigo é uma tentativa de colocar os fatos dentro de seu contexto. Polônia não é como a França, nem a Alemanha, pois suas culturas e as histórias são muito diferentes e complexas. Como resultado, o que Behemoth desencadeou através da sua provocação só pode ser comentada, levando em conta esses elementos.

O escândalo começou em setembro de 2007. A banda estava tocando em um local em Sopot, perto de sua cidade natal. Tal como tinham feito muitas vezes antes, no final do show, a banda rasgava uma Bíblia. Entretanto, nessa noite, Ryszard Nowak, um alto representante da Comissão de Defesa contra as Seitas, estava no meio da multidão. Após esse evento, Nowak decidiu levar a banda para o tribunal por ter ofendido sua crença religiosa, de acordo com o artigo do Código Penal ß196 polonês.

A tradução deste artigo é: "Artigo ß196: Qualquer pessoa que ofende as crenças religiosas de outro indivíduo ou insulta o objeto de um culto em público ou em um local religioso cerimonial enfrenta uma limitação das liberdades de um até dois anos de prisão". É especialmente por esta razão que o GORGOROTH foi proibido de tocar em solo polonês, e que MADONNA e LAMB OF GOD, quase tiveram suas excursões canceladas no país.

Veja abaixo um vídeo amador do incidente.

A banda respondeu a esta acusação, afirmando: "um concerto do Behemoth é um concerto do Behemoth. Os fãs sabem o que esperar, eles conhecem os temas que estão em nossas letras e eles sabem a nossa filosofia. É surpreendente alguém vir a um de nossos shows e ser ofendido por algo que fizemos no palco. Se eles vêm aos nossos shows, então isso é algo que eles querem. Não queremos atacar ninguém, nem mesmo a religião com a qual nós crescemos. "

O tribunal validou a afirmação da banda, sendo necessário que haja pelo menos dois autores para este tipo de denúncia. Como Ryszard Nowak foi o único a queixar-se, o processo foi aberto com a dispensa arbritária. Tudo poderia ter terminado ali, no entanto Nowak aumentou o seus anúncios públicos em que acusou a banda e em particular Nergal, de ser um criminoso. Nergal, em seguida, decidiu contra-atacar, levando Nowak ao tribunal por difamação.

Justiça foi a seu favor e Nowak foi forçado a fazer um pedido público de desculpas e pagar 3.000 zloty (cerca de 800 euros) em perdas e danos. Nergal, em seguida, decidiu não ficar com o dinheiro e entregou-o para um abrigo de animais. Em seguida, ele comentou no website Metal As Fuck: "[Nowak] continuou a chamar-me de criminoso em público. Então fui ao tribunal para apresentar queixa contra as suas palavras que eu acho caluniosas. Eu não sou um criminoso, e estou longe de ser um. Na verdade eu me considero uma parte importante da sociedade polaca: eu pago impostos e muitas pessoas ao redor do mundo sabem da Polônia através Behemoth", e continua algumas linhas mais adiante: "A história toda com Nowak deixou o quadro religioso em alerta. Rapidamente se tornou uma luta sobre mentalidade estreita e uma certa forma de estupidez. Parece que eu representava a abertura de espírito e liberdade, em alguns aspectos. Esta é a maneira que algumas das pessoas me viram. Eu não sou um satanista, eles não gostam da minha música, mas sei que estou certo".

Mais uma vez, a história poderia ter terminado ali. No final do ano passado, a preparação do julgamento de 2007 foi re-aberta. Na verdade, o partido político no poder "Prawo i Sprawiedliwość" (que significa literalmente "Lei e Justiça", o Partido Democrata Cristão polonês) fez cumprir a queixa de Nowak, tornando-a "legal". Portanto, a banda foi levada à tribunal por causa desta história de rasgar a Bíblia. Hoje, Nergal enfrenta a maior sentença de acordo com o artigo ß196, ou seja, dois anos de prisão.

A Bíblia mencionada. Pelo menos o que resta dela
A Bíblia mencionada. Pelo menos o que resta dela

Entrevista com Krzysztof Kowalik

Na tentativa de entender um pouco mais esses eventos, fizemos a Krzysztof Kowalik algumas perguntas. Este professor de Teologia de Gdansk foi encarregado de descobrir para o Ministério Público se a destruição da Bíblia em um lugar público era uma ofensa legítima para reabrir o caso. O falante homem me recebeu em seu escritório no centro dos novos edifícios da universidade. A palavra será dada a ele para concluir este artigo.

Olá, em primeiro lugar, você poderia apresentar-se aos nossos leitores?

Krzysztof Kowalik: Olá. Eu sou um teólogo e sociólogo da Universidade de Gdansk. Os temas a que eu sou mais particularmente relacionado são a sociologia religiosa e sociologia moral. Ambos são respostas diretas para a minha formação teológica.

Vamos ao assunto que nos interessa: o julgamento entre Nergal, o vocalista do Behemoth e os "Prawo i Sprawiedliwość", Partido Político. Você poderia explicar em que termos que você foi chamado a depor durante o julgamento em primeiro lugar?

Krzysztof Kowalik: Minha participação aconteceu por acaso. O Escritório do Chefe de Educação da Academia solicitou-me a trabalhar sobre a abertura de um novo campo chamado "Ciência das Religiões". Esta é provavelmente a razão pela qual o meu nome começou a se espalhar em certos círculos. O promotor do julgamento de Gdansk me pediu para fazer uma avaliação por peritos durante o julgamento iniciado por Ryszard Nowak da Comissão de Defesa contra as Seitas. O objetivo da avaliação foi determinar se cada exemplar da Bíblia é um objeto de adoração para os cristãos católicos. Eu era capaz de responder a essa pergunta usando meu próprio conhecimento sobre o assunto e com um questionário enviado aos teólogos católicos, sacerdotes e exegetas. Não me foi pedido para dizer se Nergal era culpado ou não. O objetivo era descobrir se a denúncia era admissível.

Que sentença pode incorrer a Nergal?

Krzysztof Kowalik: Eu não sei (ed: a entrevista foi realizada antes da primeiro depoimento do segundo julgamento). Eu não sou juiz nem júri. Pessoalmente, não vejo estes acontecimentos de forma diferente. Na sociedade pluralista de hoje, eventos semelhantes vão continuar a ocorrer. Uma vez que todas as instituições, acontecimentos cotidianos e políticos estão submetidos a uma feroz crítica, que também dão em troca, podemos nos perguntar por que a Igreja deve continuar a ser tratada de forma diferente.

Não se deve esquecer que a Igreja também é culpada pelo desinteresse dos seus seguidores. Muitas pessoas têm ficado chocadas e feridas pelos escândalos sexuais envolvendo oficiais da Igreja. Esses escândalos mancharam profundamente a imagem da Igreja Católica e a obrigação de bondade que ela prega pareceu hipócrita para alguns.

Depois de anos em que foi impossível e proibida a aberta contradição com a Igreja, as pessoas na Polônia estão agora lentamente começando a criticar o que não gostam de seu funcionamento. De certa forma, eu acho que Nergal representa essas críticas que muitos cidadãos sentem, mas nem sempre se atrevem a dizer. Infelizmente, as conseqüências que se seguiram às suas ações, sem dúvida estavam fora de seu controle. Obviamente, este tipo de crítica não é aceitável nem eficaz. Não há dúvida sobre isso. Por outro lado, é também claro que Nergal criticou a Igreja Católica e rasgou uma Bíblia, em um contexto particular. A Bíblia não é apenas um texto sagrado para os católicos, mas também para os protestantes e ortodoxos, por exemplo. A Bíblia não deveria ser tratada desta forma. No entanto, Nergal é a única pessoa que pode atacar a Igreja como uma instituição de tal forma violenta. É por esta razão que acredito que Nergal deve aprender uma lição com suas ações, mas que ele não deve ser condenado.

É claro que os políticos do "Prawo i Sprawiedliwosc" ainda não estão prontos para isto. Eles estão esperando por uma sentença pesada para Nergal, para que possam fisgar mais alguns votos e o apoio financeiro da Igreja Católica durante as próximas eleições. Além disso, não deve ser esquecida a hierarquia eclesiástica.

Quais foram seus pensamentos após o veredicto do primeiro julgamento?

Krzysztof Kowalik: Senti-me aliviado, claro. Achei muito desconfortável estar implicado neste processo. Eu também achei que foi decepcionante que do julgamento não surja um debate mais geral sobre o lugar da religião na sociedade polonesa moderna e mais especificamente em lugares públicos.

No CD acima há a vinheta intitulada "presente ideal para sua primeira comunhão"
No CD acima há a vinheta intitulada "presente ideal para sua primeira comunhão"

Mais de dois anos após o julgamento, "Prawo i Sprawiedliwość" e Ryszard Nowak trouxeram Nergal ao tribunal mais uma vez. Porque você acha que eles esperaram tanto tempo?

Krzysztof Kowalik: No que diz respeito a mim, Nergal não estava satisfeito com sua dipensa após o primeiro julgamento. Eu me lembro que ele trouxe, em seguida, Nowak ao tribunal por difamação. Seus co-trabalhadores do "Prawo i co Sprawiedliwość", em seguida repuseram a denúncia, a fim de protegê-lo de uma condenação.

Foram os principais promotores os mesmos dos dois anos anteriores? Você acredita que o resultado do julgamento poderia ser diferente desta vez?

Krzysztof Kowalik: Os promotores principais são exatamente os mesmos. Dois anos atrás, Nowak era a única pessoa levando o Behemoth ao tribunal. O julgamento não procedia uma vez que era preciso haver pelo menos dois demandantes a fim de chegar a um veredicto neste tipo de caso. Portanto, a denúncia adicionada pelo "Prawo i Sprawiedliwość" é o que permitiu que o julgamento fosse iniciado novamente.

Dois anos atrás, a banda Behemoth rasgou Bíblia no palco durante outros shows. Como você explica o fato de que a banda só foi levada ao Tribunal na Polônia?

Krzysztof Kowalik: A resposta para a pergunta já foi parcialmente dada. O Ministério Público está se referindo ao artigo ß196 do código penal. O artigo não é muito claro. Ele não indica o limite no qual a liberdade de expressão pode ser redigida de modo a ofender crenças religiosas. Esse limite é particularmente difícil de determinar, em um quadro artístico. De certa forma, o artigo ß196 é uma ferramenta de defesa utilizado contra os insultos e críticas a partir do exterior. No entanto, dá a impressão de que a Igreja e o Estado não são entidades separadas na Polônia. Em outros países europeus, esta separação entre os dois é muito clara.

Você acha que outros países europeus deveriam ter respondido a esta blasfêmia?

Krzysztof Kowalik: Acho que não. As pessoas são maltratadas, perseguidas, mortas, etc em todo o mundo. Creio que a Igreja e o Estado devem colaborar e utilizar a sua energia para ajudar essas pessoas em vez de procurarem a proteção dos seus símbolos. Não se deve esquecer que, em nome de Deus, da cruz e da Bíblia Sagrada, muitas pessoas foram perseguidas no passado. Talvez seja a hora que centralizar suas ações em torno de valores mais fundamentais.

Antes você mencionou a idéia de uma manobra política para ganhar votos para o partido católico. Você poderia desenvolver este ponto?

Krzysztof Kowalik: Na Polônia, a Igreja Católica tem muita influência. Se trata da nossa história, por isso é um fato estabelecido há muito tempo. Ela ganhou uma grande influência no século 19 porque o prelado da Igreja era responsável pela função do Estado. Embora a Igreja não tenha uma ligação direta ao poder, sua autoridade é ainda muito forte e vale a pena tê-la ao seu lado. Esta autoridade pode ser sentida ainda hoje. Os políticos sabem disso e por isso eles procuram frequentemente o apoio e as finanças da Igreja. Hoje, "Prawo i Sprawiedliwość" posiciona-se como um partido cristão. Eles realmente têm muito poucos valores compartilhados com a Igreja Católica. O grupo continua a fazer faux-pas (faux pas - passo em falso, lapso, falta de etiqueta, em francês) e declarações vazias, uma após a outra. De certa forma, o "caso" Nergal é uma maneira de reafirmar sua posição no governo e reconquistar a confiança dos eleitores católicos, que haviam desistido deles. A convocação de Nergal para o tribunal emana diretamente do partido político no poder. Sendo francês, é muito difícil para mim imaginar que o governo interfira de tal forma com os casos relacionados com a religião. Por que isso é possível na Polônia?

Alguns poderiam dizer que é a vontade de justiça. Pessoalmente, eu não acredito nisso. Os antecedentes deste caso são políticos. Se a situação atual do governo e a popularidade fossem maiores, então eu não acredito que eles teriam se juntado ao presente processo. Porque esperar dois anos antes de apoiar a deposição de Nowak? Será que realmente levou tanto tempo para perceber a importância das ações de Nergal durante esse concerto? Isso é muito difícil de acreditar. As interferências mútuas de funcionários do governo na religião dos funcionários religiosos são resultado da falta de clareza nos documentos de nossa lei. Adicionado a isso há a nossa história especial sobre a qual construímos a nossa identidade como mencionei anteriormente. Mesmo assim, é normal que na Polônia o Estado possa ficar tão envolvido em um caso religioso? Eu não penso assim, porém, muitos poloneses vão aceitar o comportamento do Estado e nem sequer ficam chocados com isso.

Durante o primeiro julgamento se afirmou que "a Bíblia é um objeto de culto religioso e deve ser tratada com respeito". Você poderia desenvolver este parecer um pouco? Por que este objeto deve ser respeitado por uma pessoa não-católica?

Krzysztof Kowalik: Eu gostaria de começar a responder isso com um lembrete do princípio bíblico: "Façam aos outros o que você queria que outros fizessem a você". Este princípio é muito preciso e universal. Não podemos ferir ou tirar sarro das pessoas, sejam eles crentes ou não, só porque não concordam com seu modo de vida e visão do mundo. Eu sou melhor do que aqueles de quem eu não gosto? Mesmo que eu não tenha recebido de Deus, isso não me dá mais uma razão para danificar ou destruir um objeto de culto religioso em público. Esta situação faz-me lembrar aquelas caricaturas de Maomé que foram desenhadas, e que eu era muito contra, apesar do fato de que eu não sou muçulmano. No entanto, mesmo que eu fosse contrário a isso e que eu não tolerasse as ações de Nergal em qualquer maneira, eu não acho que esse tipo de comportamento merece uma sentença judicial. Enquanto estamos no assunto, eu também gostaria de destacar as diferenças entre os protestantes e os católicos. Os protestantes acreditam que a Bíblia contém as palavras de Deus, mas o livro em si não representa essas palavras. Segundo eles, a vida de Deus surge através das palavras, apenas quando são faladas, lidas ou pregada. Portanto, creio que para os protestantes, as ações de Nergal são sem conseqüência desde que quando ele esteja atacando este objeto, ele não estava atacando Deus. Por outro lado, cristãos católicos adoram objetos de culto como se fossem sagrados (seja a Igreja, a Bíblia, a Cruz). Então qualquer ataque contra um desses objetos é considerado como um ataque contra Deus. Sobre este ponto específico, encontro-me mais de acordo com a forma protestante de pensar, pois acredito que é inconcebível que Deus viva dentro de qualquer objeto material.

Nergal na capa da edição polonesa da revista Newsweek
Nergal na capa da edição polonesa da revista Newsweek

Desde o início de seu relacionamento com a estrela pop Doda, Nergal tem estado sempre presente na mídia polonesa (revistas, tablóides, a televisão). Velhinhas são frequentemente vistas lendo as últimas fofocas sobre seu relacionamento ou assistindo Nergal discutir suas crenças com impunidade na televisão. Não é estranho querer expor e citar alguém que provoca desconforto? E isso poderia ser considerado um crime segundo a lei polaca?

Eu acho que a sociedade pluralista polaca é mais aberta do que as pessoas possam pensar. Nergal e Doda vivem em um mundo particular em que a mídia está e estará sempre interessada. A mídia está aí para refletir e informar as pessoas sobre a verdade. Eles acabam criando sua própria forma de realidade e tentam convencer as pessoas de que isto é a "vida verdadeira". Eu era capaz de recolher alguns pedaços de informações sobre Nergal através de alguns dos artigos nos jornais. No entanto, a informação era muito pouca e eu não era capaz de compreender muito sobre sua personalidade através dela.

Estou à espera do início do julgamento a fim de recolher mais informações e conseguir interpretar o que ocorreu há dois anos, de forma eficaz. Eu acredito que a maneira como ele se apresenta e age no palco é uma clara indicação de sua personalidade e da maneira que ele vive. Não é mais um caso em sua performance como músico. Na minha opinião, através de seu ato, ele quer chocar as pessoas juntando agressão musical com a agressão visual.

Estamos no final da entrevista. Gostaria de acrescentar alguma coisa antes de terminar?

Krzysztof Kowalik: Após ser submetido a anos de ditadura e ocupação, a Polônia está lentamente se adaptando a uma sociedade livre e democrática. Embora as leis possam parecer antiquadas para alguns, a democracia não vem com um manual. Também não há autoridade institucional ou humana que nunca cometa erros ou nunca tome decisões erradas. Para que ocorra a democratização Polonesa, esta autoridade deve aceitar a liberdade de pensamento e de crítica, mesmo em situações em que a crítica é inadequada e ilegítima.



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Sobre Carlos Henrique Schmidt

Graduado em Computação e Administração, a paixão pela música pesada surgiu nos primeiros anos da adolescência e permanece até os dias de hoje. Apesar da preferência pelos estilos mais x-tremos da música pesada (Black, Death, Grind), o seu universo musical não limitado por estes rótulos, mas pelo que a música em si transmite.

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