Metallica: "Sou só um mensageiro, com a mensagem do Metal!"

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Quando perguntado pela 3 News em setembro de 2010 se o METALLICA tinha começado o processo de composição do próximo álbum da banda, James Hetfield respondeu: “Bem, sempre temos ‘o riff’ – tudo começa com o riff.”

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Ele continuou, “Todo o ‘Death Magnetic’ [de 2008] foi composto na turnê do 'St. Anger' [de 2003] em uma sala como esta [de bastidores], na estrada, e temos meio que feito a mesma coisa nessa turnê... Quero dizer, não vamos nos juntar e dizer, ‘Ei, ok. Prontos? Vamos compor.’ Estou tocando e de repente você consegue um som ótimo e ‘Uau!’, um riff simplesmente aparece. Tem uma energia."

“Temos muito material. Não ousamos começar a analisar porque isso começa desencadeia tudo – é como, ‘Ok, qual é o melhor riff? Vamos começar com aquele,’ e blá blá blá. Queremos estar em um lugar de descanso após essa turnê e então começamos a compor.”

“Em todo álbum queremos colocar o que temos de melhor. E é essa a linha em todos os álbuns. Pode soar realmente extremamente diferente, cada álbum, para o fã que está lá e não vê o que fazemos de 2010 a 2015, ou o tempo que levar... E de forma alguma estou dizendo que vai sair em 2015. [risos]"

“Cinco anos é muito tempo entre o último disco e o próximo – entre a turnê e a criação e a coisa [toda]. Muitas coisas aconteceram em nossas vidas e nós queremos fazer o melhor possível. Não sabemos nem quem será o produtor nem nada.”

Trujillo acrescentou, “Uma coisa que posso dizer é... é incrível porque quando entramos num ambiente para tocar, [no] nosso pequeno quartel general na Califórnia, é como que a partir do momento em que todos pegam seus instrumentos, nós simplesmente começamos a nos divertir. Quero dizer, é meio que como ser um adolescente de novo, e a mágica ainda está lá. A maioria das bandas, quando chegam até certo ponto em suas carreiras, eles perdem aquele jeito e aquela motivação para criar, ao ponto de algumas vezes precisarem até contratar compositores. Mas isso é completamente inexistente nessa banda; algumas vezes tem coisa boa até demais, o que é uma grande benção ter, é uma sorte. Mas é muito empolgante para nós. Quase sinto – ao menos para mim pessoalmente – que o 'Death Magnetic' é tipo um ponto de partida para o que podemos fazer e para o que faremos. Porque o material, para mim pelo menos, já está soando bem. Esse cara sai [voltando-se para o Hetfield], ele liga a guitarra dele, aumenta o volume e tira um riff insano. É fácil assim para ele. [risos]”

Hetfield: “Não está vindo de mim, cara. Há poderes por toda parte. Sou só um mensageiro, cara, trazendo a mensagem do metal [risos]”.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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