Judas Priest: Rob Halford comenta a tour de despedida

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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Na terça-feira, 7 de dezembro, Mario Tarradell, do The Dallas Morning News entrevistou o líder do JUDAS PRIEST/HALFORD, Rob Halford. Seguem alguns trechos da conversa.

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Sobre o otimismo expressado nas letras no novo CD do HALFORD, "Halford IV: Made of Metal", que ele diz ser o "lançamento mais pessoal da minha carreira solo":

"Eu não sou um desses músicos que põe choradeira em suas músicas. Eu não sou realmente o tipo de cara que deixa refletir minhas experiências dolorosas. Sempre há uma luz no fim do túnel. Eu tenho uma linha otimista na vida. Eu puxei isso da minha mãe. Não importa o que você está passando, tudo é relativo. Sempre há alguém em uma posição pior. Se você tem dois braços, duas pernas e dois olhos, então pare de reclamar. Isso é parte do meu caráter. "

Sobre a jornada de 2011 do JUDAS PRIEST batizada de "Epitaph", que será sua turnê mundial de despedida:

"Eu quero pensar que o PRIEST e tudo no metal não é unidimensional. Nós tentamos criar com o PRIEST uma banda de heavy-metal realmente entrincheirada, variada, empolgante. Por definição nós sempre nos qualificamos como uma banda de heavy-metal, mas fizemos tantas, tantas coisas na nossa música. O legado do JUDAS PRIEST são as músicas que fizemos. Foi uma jornada fantástica nesses 40 anos."

Sobre se sentir sortudo por jamais ter tido de abdicar de seu meio de vida mesmo após anunciar sua homossexualidade em 1998:

"Estou seguindo com minha vida como todos fazemos independentemente do que somos e do que fazemos. Se eu refletir sobre os desafios e tribulações...é para me fortalecer. Você pode se tornar mais forte por ser mais honesto e verdadeiro. Algumas pessoas não podem tomar as decisões que tomei. É muito importante respeitar a escolha final de todos e como eles querem seguir sua orientação sexual. Eu simplesmente exibi a paixão... e a tolerância dos fãs do metal pelo mundo. Eles não se importam com isso."




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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