Hangar: baixista fala sobre música do Deep Purple
Por Emanuel Seagal
Fonte: Nando Mello
Postado em 06 de janeiro de 2011
Nando Mello, baixista do HANGAR, escreveu em seu blog sobre a faixa "Burn", do Deep Purple. Confira alguns trechos abaixo.
Tudo bem, eu também gosto do Gillan e dos discos In Rock, Fireball, Machine Head, Made In Japan e Who Do We Think We Are. Obras maravilhosas, extraordinariamente bem tocadas e impressionantes, mas de alguma maneira aquele período talvez estivesse um pouco aquém do que conhecemos hoje, como um show completo de hard ou heavy rock. Ainda faltava alguma coisa e isso a gente vê nos vídeos da época. Mudanças acontecem em qualquer banda. Eu é que sei... Escutar os trabalhos do Deep Purple, com David Coverdale e Glenn Hughes, para mim foi como um rejuvenescimento. Um outro olhar sobre a banda. Talvez fosse o fato do baixista cantar e tocar pra caramba. A composição em si, baseada em um dos riffs mais poderosos da história, aliada à bateria louca do Ian Paice, coisa que até hoje os bateras se quebram pra repetir, faziam com que eu a ouvisse sem parar na adolescência. Estava tudo lá, verso, solo de guitarra e de teclado, refrão, só que com uma linguagem um pouco diferente que talvez nem eles soubessem, mas que já desenhava o que viria depois na continuidade dos seus trabalhos.
Falando um pouco do álbum, Burn era acompanhada por suas irmãs You Fool no One, Sail Away, Mistreated e Might Just Take Your Life, fazendo-o uma obra prima. Sempre leio que a influência de Glenn Hughes teria feito com que Richie Blackmore tivesse abandonado o barco depois do lançamento do disco seguinte, "Stormbringer", mas, olhando as composições, notamos que em sua sua maioria são dele mesmo e de David Coverdale, Jon Lord e Ian Paice. Então??? Indo um pouco mais adiante, ficam claros os estilos de cada um quando você ouve "Stormbringer", do disco homônimo, e "This Time Around" e "You Keep on Moving", do disco "Come Taste the Band", já sem Blackmore nas guitarras. Enquanto Blackmore era mais metal, Coverdale era mais hard e Hughes mais soul.
Confira o texto na íntegra em
http://riffmaker.blogspot.com/2011/01/musicas-que-marcaram-capitulo-dois-burn.html
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