Igor Cavalera: "Max se tornou um produtor incrível"

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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A revista britânica Rhythm falou recentemente com o baterista Igor Cavalera (CAVALERA CONSPIRACY/ex-SEPULTURA) sobre a produção do novo álbum do CAVALERA CONSPIRACY, "Blunt Force Trauma". Seguem alguns trechos da conversa.

Rhythm: Quais foram os aspectos mais desafiadores da gravação do álbum?

Igor: "É muito difícil para um baterista se segurar às vezes. Você quer colocar a maior quantidade de apetrechos possível. É como um vício, você tem que bater em coisas, como um viciado. Como se eu pudesse ficar ainda mais viciado e me soltar."

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Rhythm: Como esse disco se realizou?

Igor: "Ficou pronto bem rápido. O Max «Cavalera; guitarra/vocais» cresceu muito como produtor. Ele é um produtor incrível agora. Ele sabe exatamente o que quer. Nós fizemos muita turnê com essa formação e entrar pro estúdio com essa formação foi muito satisfatório."

Rhythm: Há alguma faixa que se destaca como favorita?

Igor: "Eu fico mudando de favoritas. Eu gosto muito daquela com o Roger do AGNOSTIC FRONT «'Lynch Mob'». Para mim, eu adoro a combinação das vozes do Roger e do Max juntas. A faixa é uma loucura. A 'Killing Inside' para mim é muito especial porque eu fiz uma percussão industrial então tem uma vibração meio maluca nela."

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Rhythm: Qual set-up você usou no estúdio?

Igor: "Eu usei meu conjunto normal. Bem básico para o que eu faço. Eu tentei um som profundo. Eu não posso mudar de equipamento durante um show então eu tenho que dar um tom mais alto, mas quando estou no estúdio eu vou um pouco mais baixo. Eu mudava de equipamento a cada música no estúdio. Gostaria de poder fazer o mesmo ao vivo."

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Leia mais no site da Rhythm:
http://www.musicradar.com/rhythm/igor-cavalera-drum-fills-ar...




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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