Igor Cavalera: "Max se tornou um produtor incrível"
Por Nathália Plá
Fonte: Blabbermouth.net
Postado em 31 de março de 2011
A revista britânica Rhythm falou recentemente com o baterista Igor Cavalera (CAVALERA CONSPIRACY/ex-SEPULTURA) sobre a produção do novo álbum do CAVALERA CONSPIRACY, "Blunt Force Trauma". Seguem alguns trechos da conversa.
Rhythm: Quais foram os aspectos mais desafiadores da gravação do álbum?
Igor: "É muito difícil para um baterista se segurar às vezes. Você quer colocar a maior quantidade de apetrechos possível. É como um vício, você tem que bater em coisas, como um viciado. Como se eu pudesse ficar ainda mais viciado e me soltar."
Rhythm: Como esse disco se realizou?
Igor: "Ficou pronto bem rápido. O Max «Cavalera; guitarra/vocais» cresceu muito como produtor. Ele é um produtor incrível agora. Ele sabe exatamente o que quer. Nós fizemos muita turnê com essa formação e entrar pro estúdio com essa formação foi muito satisfatório."
Cavalera Conspiracy - Mais Novidades
Rhythm: Há alguma faixa que se destaca como favorita?
Igor: "Eu fico mudando de favoritas. Eu gosto muito daquela com o Roger do AGNOSTIC FRONT «'Lynch Mob'». Para mim, eu adoro a combinação das vozes do Roger e do Max juntas. A faixa é uma loucura. A 'Killing Inside' para mim é muito especial porque eu fiz uma percussão industrial então tem uma vibração meio maluca nela."
Rhythm: Qual set-up você usou no estúdio?
Igor: "Eu usei meu conjunto normal. Bem básico para o que eu faço. Eu tentei um som profundo. Eu não posso mudar de equipamento durante um show então eu tenho que dar um tom mais alto, mas quando estou no estúdio eu vou um pouco mais baixo. Eu mudava de equipamento a cada música no estúdio. Gostaria de poder fazer o mesmo ao vivo."
Leia mais no site da Rhythm:
http://www.musicradar.com/rhythm/igor-cavalera-drum-fills-are-an-addiction-410636
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Nazareth abre a turnê brasileira em Vitória com clássicos de cinco décadas
Como é tocar com um ex-membro de Shaman e Angra, segundo Paulo Ricardo
O clássico dos anos 70 que para Slash tem o "melhor timbre de guitarra de todos os tempos"
A banda que vendeu milhões nos anos 70 e hoje não aparece nas listas de rock clássico
A regra do Iron Maiden que Nicko McBrain quebrou e levou "uma bronca daquelas" de Steve Harris
Malcolm e Angus Young explicam por que o AC/DC não desistiu após morte de Bon Scott
A música de Bruce Dickinson que tem riff no estilo Scorpions
O álbum de 1972 que Mick Jagger dos Rolling Stones disse não ter música ruim
A música do Van Halen que Gene Simmons coloca acima até de "Eruption"
Alex Skolnick e o estilo musical que nunca superou o rock: "Faltou apelo ao jovem"
Quando Robert Plant enquadrou uma banda por plágio e levou o troco na mesma hora
Mick Jagger e Keith Richards aprovam o uso de IA para fazer música, mas com uma condição
Sai Mario, entra Luigi: brasileiro assume temporariamente a bateria do Gojira
5 clássicos do rock cuja letra envelheceu mal
O dia em que Ozzy Osbourne entrou em um protesto contra ele mesmo e ninguém percebeu
W.A.S.P.: a condição imposta por Blackie Lawless para entrada de Aquiles Priester
Roberto Carlos, Black Sabbath e a curiosa canção que eles têm em comum
O clássico dos anos 1970 que James Hetfield considera insuperável

A melhor música do Alice in Chains, na opinião de Max Cavalera
Cavalera Conspiracy cancela apresentação no Hellfest após acidente com ônibus da turnê
Por que Max Cavalera trabalha em tantos projetos, segundo ele mesmo
Max Cavalera passou a se interessar mais ainda por metal depois que ficou sóbrio
Max Cavalera queria tocar bateria, mas Iggor era melhor que ele
Igor Cavalera: o Sepultura já era, deveria encerrar atividades



