Corey Taylor:se turnê não funcionar pode ser o fim da banda

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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O frontman do SLIPKNOT/STONE SOUR Corey Taylor foi entrevistado na rádio WGRD quando o STONE SOUR se apresentou no The Deltaplex em Grand Rapids, Michigan em 27 de abril de 2011 durante a Avalanche Tour. Veja a conversa abaixo. Seguem alguns trechos.

Sobre os shows que acontecerão do SLIPKNOT no verão, as primeiras apresentações da banda desde o falecimento de Paul Gray:

"Honestamente, eu tentei descobrir como me preparar para isso e não há uma maneira realmente; você simplesmente meio que tem que se preparar para o que vai fazer e as emoções virão naturalmente."

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"O funeral de Paul foi no último mês de maio e duas semanas depois eu estava na estrada. Então foi uma carga bem pesada, a primeira vez que subi no palco com uma banda foi bem pesado, e os fãs estavam lá. Então as emoções virão; você só tem de se preparar para conseguir fazer o que tem de fazer."

"A forma como estamos abordando isso é que será uma celebração pelo Paul, uma celebração de sua música, uma celebração da banda que ele e o Clown «percussionista» começaram e então ajudamos a fazer dela o que é. Então, para mim, eu vou tentar manter a positividade o máximo possível."

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"Vai ser agridoce no fim do dia. Mas, sabe, para mim, isso é meio que os primeiros passos em direção ao que vai acontecer depois. E nada vai acontecer imediatamente; eu posso dizer isso a todos. Não temos planos para um álbum, não temos planos de fazer nada além dessa turnê no momento. Mas se der certo, se todos conseguirem tipo segurar as pontas e realmente fazer o que é certo pelo Paulie, então veremos o que acontece."

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Sobre por que tem havido tanta inconsistência nas várias declarações públicas de todos os membros do SLIPKNOT acerca do futuro da banda e se eles sentaram para discutir seus planos a longo prazo em detalhes:

"Não, isso não aconteceu. A única coisa que realmente sentamos juntos como uma banda e conversamos a respeito foi a turnê, e o que vamos fazer e o que não faremos. Mas eu não sou o cara que vai tentar acobertar nada, não sou eu que vou alimentar falsas esperanças para os fãs, especialmente sobre algo como isso. Se a turnê não der certo, essa banda pode acabar – logo de cara. E eu não vou mentir; eu não sou o cara que vai mentir para os fãs. Estou dizendo às pessoas como as coisas são, porque as pessoas «me perguntam» ‘Alguma data nos EUA?’ E eu fico tipo ‘Calma, Beavis. Podemos passar por isso e ver o que acontece?’"

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"Ainda é um choque, cara. Eu vou subir no palco sem meu irmão. Então até que as coisas façam sentido para mim, eu não vou ser o animador de torcida – eu simplesmente não consigo ser. Antes de tudo, os fãs perceberiam. Em segundo lugar, eu me sentiria péssimo sendo esse cara. Então enquanto estiver com os pés no chão e mantiver a perspectiva, veremos o que acontece."

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Sobre se ele ainda está na corrida para ser o novo vocalista do VELVET REVOLVER:

"Não, eu não sou o novo vocalista do VELVET REVOLVER. Houve tanta especulação sobre isso que eu acho que foi uma das razões pelas quais eu cai fora. No fim do dia, nós tocamos, alguns caras sentiram algo, outros não. É o que foi. E a última coisa que eu preciso é uma 12ª banda. Entre a composição e a gravação e composição com outras pessoas e escrever livros eu estou bem. Eu não vou perder meu sono com isso. E mais que eu fiz alguns ótimos amigos."

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Sobre seus planos para o resto do ano:

"Eu vou ter um descanso merecido; será a primeira vez que eu tive mais de três semanas de descanso há muito tempo, então eu quero isso. E nós estamos começando a trabalhar em coisas novas para um álbum do STONE SOUR – algo bem grandioso, algo que pode assustar muita gente. E se fizermos isso, será grande e será tudo o que alguém já quis que fizéssemos."

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O baterista do SLIPKNOT Joey Jordison disse à Artisan News Service mês passado no Revolver Golden Gods Awards em Los Angeles que a banda seguirá "com ou sem" Taylor, que expressou relutância quanto a gravar um novo disco do SLIPKNOT após o falecimento de Gray.

Perguntado sobre a ambivalência de Taylor em relação à continuidade de seu trabalho com o SLIPKNOT, Jordison disse, "Quer saber? Cabe a ele responder. Até onde sei, o SLIPKNOT é meu queridinho e eu tenho um punhado de «novas» músicas escritas. E eu estou ensaiando nesse momento com todos os caras e está pegando fogo . . . Até onde o SLIPKNOT saiba, ele sempre existirá – com ou sem ele «Corey». Então é isso."

Tanto Jordison quanto o percussionista Shawn "Clown" Crahan disseram que eles querem fazer um novo álbum.

O antigo guitarrista do SLIPKNOT Donnie Steele voltou à formação para assumir o baixo para os shows de verão.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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