Deep Purple: "Ninguém pode substituir Blackmore", diz Morse
Por João Renato Alves
Fonte: Blog Van do Halen
Postado em 27 de junho de 2011
Em entrevista ao Music Radar, Steve Morse falou sobre como é ser o guitarrista que está há mais tempo no Deep Purple.
Quando você entrou na banda, imaginou que isso fosse acontecer? Você chegou a tremer com a responsabilidade de substituir Ritchie Blackmore?
Passei por algo assim antes, quando entrei no lugar de Kerry Livgren, do Kansas. Então, estava um pouco preparado. Você já entra nesse tipo de situação sabendo que uma parte dos fãs irá lhe odiar, não importa o quanto toque bem. Muitos gostam da banda de apenas um modo. Não interessa quem é o outro cara, as músicas que façam ou se ele é melhor ou pior que o anterior. Mas entendo isso. Quando entrei no Deep Purple, vi uma chance de trazer algo novo. Como fã, senti que eles precisavam. Quando me convidaram, eu simplesmente nunca os tinha visto ao vivo. Eles tocavam por todo o mundo, mas muito pouco nos Estados Unidos. Não sabia como seria, se estavam fazendo coisas novas ou apenas vivendo do passado.
Meu manager, Frank Solomon, entrou em contato e ficou decidido que eu faria quatro shows. Assim, ficaria mais fácil caso não nos entendêssemos. Mas já no primeiro ensaio, poucas horas antes de um concerto, fiquei entusiasmado, eles eram demais. Soamos muito bem juntos, a química rolou. Em uma hora estávamos rindo e dando tapinhas nas costas, dizendo "É isso aí, vai dar certo!".
Você já teve algum contato com Blackmore? Ele já comentou sobre você tocando?
Nunca falei com ele, mas ele fez comentários que achei memoravelmente... restritos. Ele certamente teve oportunidades perfeitas para dizer o que quisesse, negativo ou positivo. Sei que poderia ser um grande alvo para ele, além dos fãs. Mas fico aliviado que não tenha sido assim. O que ele já falou foi coisas como: "Esse cara toca muito bem e faz coisas diferente. Não sei se é a pessoa certa para o Deep Purple...". Foi algo dessa natureza. Mas sabe, como alguém pode substituí-lo? Não dá. Tudo que se pode fazer é entrar na banda, fazer do seu jeito e mudar o que for preciso. Não dá para ser um clone, nem se deve. O que Ritchie fez está feito. Eu faço a minha parte.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que a polícia chamava de "inimiga número um da família brasileira"
A música gravada pelo Slayer que Kerry King odeia
Os seis países onde o Iron Maiden fez apenas um show durante toda a carreira
Aerosmith anuncia dois shows em Hollywood com uma série de convidados
Quando Brian May mandou uma mensagem para o Metallica; "Isso aquece meu coração"
Iron Maiden e Megadeth juntos na América do Sul? Eis o que Dave Mustaine diz
Use sua ilusão: o pseudo disco perfeito do Guns N' Roses
O significado da palavra escrita igual em inglês e português que Fernanda Lira usou na Crypta
A música de 1968 dos Beatles que é a pior de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Responsável pela mixagem de "...And Justice for All" considerou "estúpido" limar o baixo
O álbum mais vendido da história e que nunca chegou ao primeiro lugar das paradas
Álbum do Sepultura é citado como um dos melhores discos do thrash metal em lista da Kerrang!
Baterista aprende repertório em menos de 3 horas e faz show com o Arch Enemy
O álbum que recolocou a carreira de Ozzy Osbourne de volta nos trilhos
Os 5 melhores discos do Metallica, segundo o Classic Rock History
Memoráveis como a música: os 25 melhores logos de bandas
Hair Metal: Os maiores cabelos da história do rock pesado
Dave Mustaine e o chilique por causa de batatinhas fritas em festival brasileiro


A música do novo álbum do Deep Purple sobre excentricidades de rockstars
O vocalista que Tony Iommi demitiu do Black Sabbath porque ele "estava cheirando muita cocaína"
3 clássicos do rock que nasceram de temas banais, segundo a American Songwriter
A cantora que Ian Gillan considera a maior voz feminina do rock; "ela arrasava!"
O melhor compositor dos últimos 100 anos, segundo Ritchie Blackmore
O "Smoke on the Water" do Scorpions, segundo Rudolf Schenker
"Não chego aos pés dele"; o guitarrista contemporâneo admirado por Jimmy Page
O riff definitivo do hard rock, na opinião de Lars Ulrich, baterista do Metallica



