The Cult: "Vivemos num mundo de pegue-e-pague"

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Por Nathália Plá, Fonte: blabbermouth.net, Tradução
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Michael Christopher do LA Weekly entrevistou o frontman do THE CULT, Ian Astbury. Seguem alguns trechos da conversa.

LA Weekly: Há três anos atrás, você declarou, "O álbum está morto".

Ian: Particularmente, eu ainda acredito que esteja morto – ou pelo menos o formato está morto. Talvez o conceito não esteja morto. A cultura está mais interessada em explosões curtas e contundentes de informação. Lembra aquelas lojas de pegue-e-pague onde você entra e pega o doce que quiser? É esse o estilo de vida que vivemos; vivemos num mundo de pegue-e-pague.

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LA Weekly: O que te fez voltar ao LP?

Ian: Os fãs da banda estavam batendo à nossa porta, dizendo, "Amamos música e queremos mais e queremos agora", então temos um monte de selos farejando por aí, dizendo, "Esse é um material muito bom". Sendo assim, tivemos conversas nos últimos dias, o Billy [Duffy, guitarra] e eu, sobre o que vamos fazer daqui pra frente. Ele disse, "Podemos voltar ao formato de cápsulas". E eu disse "Oh! Podemos fazer os dois!" Então essa foi a epifania.

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LA Weekly: Você e o Billy tiveram seus altos e baixos. Como está a dinâmica de trabalho atualmente?

Ian: Quando nos polarizamos e neutralizamos o ambiente e ele se torna estagnado e nada é feito – isso não é bom. Quando nos polarizamos e conseguimos aquele tipo de coisa, como, ainda nos olhamos e ainda estamos conectados? Então sai coisa boa. Então nós podemos meio que voltar ao espaço, e algo mais sai disso, como um terceiro elemento, e nós voltamos e ouvimos e é tipo, "Uau – isso é bem intenso". E é o que aconteceu nesse caso.

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Leia a entrevista na íntegra no LA Weekly.

http://blogs.laweekly.com/westcoastsound/2012/05/ian_astbury...

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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