Black Sabbath: filósofo escreve livro sobre as letras

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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"Black Sabbath and Philosophy: Mastering Reality", um olhar filosófico dos grandes mestres das trevas no mundo Heavy Metal, o Black Sabbath, acabou de ser publicado em todo o mundo, pela "The Blackwell Philosophy and Pop Culture Series".

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Musicalmente desafiador e com letras que falam do apocalipse, morte, e destruição, ouvir BLACK SABBATH não é para qualquer um. De fato alguns afirmam que a banda tem raízes satanistas e que suas músicas promovem a violência e até tentam convencer adolescentes a cometer suicídio. Seriam estas histórias verdadeiras ou somente uma questão de que aqueles que acham as músicas do Sabbath intoxicaram e reveladoras sabem um pouco mais sobre si mesmos e sobre a vida do que aqueles que estão de fora?

Em seu novo livro, William Irwin, filósofo e fã do BLACK SABBATH, além de um time de contribuidores, vão fundo nas músicas e letras da banda para revelar muito que há muito mais na nos dark masters of reality que somente barulho.

Esquematizando-se nos trabalhos de filósofos como Platão, Aristóteles, que inclusive se junta à banda no capítulo 7, Schopenhauer e Nietzsche, cada capítulo do livro discute e debate temas provocantes e outros que nos contam mais sobre quem o BLACK SABBATH é, o porquê de criaram o som da forma que fizeram e o que se esconde entre a música e as letras de suas canções, seja isto uma analisa da guerra, poluição, pobreza, abuso de drogas, ou simplesmente problemas da modernidade, o que emerge cada música a um estado filosófico por si própria.

Irwin é professor de filosofia da King's College na Pensilvânia. Ele originou este gênero de filosofia popular com "Seinfeld e a Filosofia" em 1999. Irwin também co-editou "Simpsons e a Filosofia" e editou "Matrix e a Filosofia" e "Metallica e Filosofia". Ele atualmente também é editor geral da "The Blackwell Philosofy And Pop Culture Series".




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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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