Tristania: guitarrista Anders Høyvik Hidle fala sobre novo álbum
Por Pedro Lima
Fonte: Site oficial do Tristania
Postado em 30 de março de 2013
No site oficial do Tristania, a banda disse que pretende divulgar muitos textos que eles foram escrevendo sobre o novo álbum durante a sua produção.
O primeiro texto divulgado foi escrito pelo guitarrista Anders Høyvik Hidle. Segue um trecho do mesmo:
"Há algumas semanas nós concluímos a gravação de nosso sétimo álbum, Darkest White. Foi um processo intenso. Tudo foi feito em apenas um mês; pouco tempo para uma banda como o Tristania (de longe o álbum que demoramos menos tempo para fazer), principalmente levando-se em conta o fato de que temos quatro vocalistas e todos os detalhes que isso implica. Foram longos dias e noites que passamos em quatro diferentes estúdios, com direito a muito estresse, pressão, frustração e noites mal dormidas. Mas realmente valeu a pena.
"No dia em que escrevi este texto, o álbum já estava finalizado e tínhamos acabado de receber a versão final do álbum, já masterizada. Estamos de fato muito orgulhosos com o resultado final de nosso trabalho. É a primeira vez que posso dizer que estou completamente satisfeito com um álbum do Tristania; nunca antes fizemos um álbum em que, ao ouvi-lo, ele era exatamente como eu queria que fosse desde o início – excelente.
"Quando se entre num estúdio para gravar um álbum, você já tem em mente o que quer das canções; é uma visão inicial que você quer ver concretizada. Não é fácil colocar em palavras, mas é como se você já soubesse como o álbum soará no final do dia. E dessa vez, nós queríamos que as canções soassem brutais, intensas e cheias de energia. Nossos dois últimos álbuns (N. do T: Illumination e Rubicon) possuem uma sonoridade bem limpa e sistemática. Era óbvio que aquelas canções, portanto, deveriam ter uma roupagem diferente.
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"Há muitos anos meus amigos dizem que assistir um show do Tristania é uma experiência bem diferente de ouvir um álbum do Tristania. A produção de nossos álbuns é bastante polida, principalmente no que diz respeito aos arranjos. Ao vivo, nossas músicas possuem uma brutalidade que nunca foi captada eficientemente nos estúdios, e devo dizer que Ashes é a única exceção. Juntamente com Darkest White, Ashes permanece como meu álbum favorito do Tristania; ambos possuem uma mescla de agressividade e melancolia que me fascinam. São do Ashes algumas das minhas canções favoritas do Tristania, tais como Libre, Shadowman, Endogenesis e The Wretched, as que considero as mais fracas do álbum são Equilibrium e The Gate. Entretanto, a qualidade do som e da produção de Darkest White é superior a do Ashes.
"Em suma, queríamos um álbum de estúdio que soasse tão forte com o Tristania o é ao vivo."
Para ler o texto completo (em inglês), clique aqui:
http://www.tristania.com/2010/index.php/studio-report-by-anders-part-i/
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