Pesquisa: estudo descobre que ouvir música nova faz bem

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Por Pedro Ceballos, Fonte: NME, Tradução
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Matéria de 14/04/13. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Cientistas canadenses usam imagens de ressonâncias magnéticas para analisar o cérebro quando se está ouvindo música desconhecida.

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Um novo estudo descobriu que ouvir música nova é bom para o cérebro.

Um time de cientistas canadenses usaram imagens de ressonância magnética para demonstrar que áreas do centro do cérebro se ativam quando pessoas ouvem uma nova música pela primeira vez. Uma reportagem publicada no jornal Science explica que essas conexões no núcleo accumbens (estrutura cerebral ligada à sensação do prazer) se tornam mais fortes quando o ouvinte aprecia o que está ouvindo.

O estudo foi feito no Instituto Neurológico de Montreal na Universidade McGill com cientistas usando dezenove voluntaries e sessenta pedaços de músicas novas. Os participantes estavam deitados num aparelho de ressonância e tiveram a oportunidade de “comprar” as músicas que gostaram através de um modelo de loja online de música.

Falando para o programa da BBC, “Science in Action”, Dr. Valorie Salimpoor disse: “Nós sabemos que o núcleo accumbens está relacionado com a recompensa. Porém, música é abstrata: Não é como se você estivesse realmente com fome e está prestes a comer alguma coisa, e você está animado por isso porque irá comer - e a mesma coisa se aplica ao sexo ou ao dinheiro - isso quando você normalmente vê atividade no núcleo accumbens. Mas o que é legal é que você está se antecipando e ficando animado por algo inteiramente abstrato – e isso é o próximo som que virá.”.

Os pesquisadores estão agora esperançosos para usar suas descobertas para desvendar o que move o gosto musical individual e se o fato de que diferentes pessoas gostam de diferentes tipos de música pode ser explicado.

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Sobre Pedro Ceballos

Nascido em São Paulo, Pedro Ceballos é formado em Jornalismo pela PUC-SP. Descobriu o Rock em 2007 com grandes bandas como Kiss, Scorpions, Iron Maiden, Judas Priest, Queen e Black Sabbath. Fotógrafo e músico nas horas vagas, é grande entusiasta do Hard Rock setentista, AOR oitentista e da NWOBHM.

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