Gary Holt: resistência matadora por tocar em duas bandas

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Por Fernando Portelada, Fonte: Guitar World, Tradução
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Matéria de 05/04/14. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Aniruddh “Andrew” Bansal, do GuitarWorld.com, recentemente conduziu uma entrevista com Gary Holt, do EXODUS e agora também do SLAYER. Alguns trechos desta conversa estão disponíveis abaixo.

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GuitarWorld: Como um músico, desde que você se juntou ao SLAYER como guitarrista de turnês, que mudanças positivas você notou em sua habilidade com a guitarra?


Holt: “Bem, não é uma questão de existir uma coisa boa ou má, mas eu acho que minha resistência está matadora agora, porque estou tocando em duas bandas, e eu não consigo descansar muito. Os músculos com certeza estão em ótima forma e minha mão está com uma força matadora, mas quanto à guitarra em si, eu me deparo com algo novo ocasionalmente aqui e ali, porque com o SLAYER, eu toco uma porção dos solos, exatamente como eles devem ser tocados, mas em algumas partes eu tenho que improvisar muito. Ao mesmo tempo, eu criei coisas muito legais que eu não conseguiria pensar de outra forma, mas as chances de me lembrar disso no outro dia são muito pequenas [risos]. É como: ‘Ah, isso foi realmente bom, essa coisa que eu acabei de fazer, mas é uma pena que não vou me lembrar disso amanhã’.”

GuitarWorld: Então eles estão totalmente de acordo com você e deixando você colocar seus toques pessoais no solo?

Holt: “Ah sim, para mim é um estilo totalmente diferente de tocar guitarra. Jeff [Hanneman, falecido guitarrista do SLAYER], não era um músico escolarizado, não tinha ensinamento de técnica, e foi isso que fez o seu estilo, mas não é assim que eu toco. Para mim, tentar tocar dessa forma, eu estaria tentando imitar coisas únicas. É realmente difícil recriar isso.

Guitarworld: Como você compara tocar as músicas do EXODUS e do SLAYER, e quais são mais fáceis nesse momento?

Holt: “Você sabe, depende da música. Algumas do SLAYER são super fáceis e algumas são super difíceis. Não porque são complexas, é pela quantidade de notas repetidas. Notas de 30 segundos repetidas por seis minutos [risos]. O mesmo com o material do EXODUS, parte dele é muito simples de se tocar e parte é muito desafiador. Então é difícil escolher qual deles é mais difícil de tocar porque nenhum é difícil e nenhum é fácil.”

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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