The Leprechaun: folk is not dead!
Por Eliton Tomasi
Fonte: SOM DO DARMA
Postado em 21 de agosto de 2014
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
Poderíamos dizer que a The Leprechaun é a nova encarnação da banda de punk rock de mesmo nome formada em 2009. Só que não. A The Leprechaun atual é muito mais.
Reformulada em 2012, da antiga fase permaneceram os integrantes Eric Fontes (baixo), Fernando Zornoff (bateria) e Rafael Schardosim, que trocou a guitarra por banjo! Sim! Isso mesmo! Eles também passaram a ouvir Bob Dylan e Johnny Cash e mudaram radicalmente seu som. Chamaram uma menina para cantar - Fabiana Santos -, incluíram dois violonistas, Bruno Stankevicius e Paulo Sampaio, além de um violinista, Andrew Nathanael. O resultado disso tudo? Um folk acústico com energia punk como você nunca ouviu!
Chamaram a atenção do público e mídia logo com seu debute, "The Years Are Just Packed". Como um grupo poderia reunir num mesmo pacote a beleza e sutileza do folk tocados com a energia e urgência do punk? Sem esquecer os maravilhosos arranjos repletos de referências no bluegrass, country e música celta!
A banda tem cativado milhares de fãs desde então. Dentro e fora do Brasil. Sua sonoridade abrangente ainda os permite participar de diferentes festivais. De intimistas eventos de música folk à grandes festivais em celebração ao poder de Mjöldir, o martelo de Thor!
"Long Road" é o título do segundo e novo álbum da banda. Recém-lançado pela gravadora Hearts Bleed Blue (mesmo selo de bandas como Blind Pigs, Bullet Bane, Dance Of Days, Bidê ou Balde e Zumbis do Espaço), o disco reúne 12 faixas e foi gravado numa fazenda no interior de São Paulo.
Punk ou Folk. Country ou Celta. Não importa, na verdade. A música em si deve ser maior que qualquer rótulo. E o The Leprechaun segue essa filosofia, sem desmerecer suas raízes. "Nossa história se desenvolveu naturalmente", conta o baixista Eric Fontes. "Hoje não sentimos falta de guitarras para dar mais energia ao som, e o fato de fazermos um som com mais pegada não impede que criemos um som mais calmo. Eu diria que a simplicidade é a característica do punk que mais se evidencia no nosso som hoje, pois podemos rebuscar uma música com dezenas de linhas de arranjos, mas no fundo a música perfeita precisa ter uma base simples e uma melodia eficiente. E não existe uma escola melhor que o punk rock pra te ensinar isso".
Além de poder ser adquirido em edição física digipack através do site da Hearts Bleed Blue - www.hbbstore.com - "Long Road" está disponível na íntegra para audição. Ouça abaixo:
https://soundcloud.com/lpnpage/sets/long-road
Mais Informações:
www.leprechaun.com.br
www.facebook.com/lpnpage
www.youtube.com/lpnpage
www.reverbnation.com/lpnpage
www.myspace.com/lpnpage
www.soundcloud.com/lpnpage
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Como o Queen, Sylvester Stallone e uma guitarra quebrada produziram o maior hit de 1982
O álbum mais subestimado de Iron Maiden, Metallica e Slayer, de acordo com a Metal Hammer
A melhor música do Pantera, segundo a Metal Hammer
As únicas quatro músicas próprias que o Guns N' Roses ainda não tocou ao vivo
O que fazia Charlie Watts ser tão bom, segundo Mick Jagger e Ronnie Wood
O disco do Sepultura que se equipara aos clássicos dos anos 90, segundo a Metal Hammer
O álbum mais subestimado do Black Sabbath, de acordo com a Metal Hammer
Por que Roger Waters não repetiu sozinho o sucesso do Pink Floyd segundo fãs
Os 50 melhores discos de todos os tempos, segundo a Classic Rock
A opinião de Tony Iommi sobre "Heaven and Hell", clássico do Black Sabbath
As 40 melhores músicas da história do nu metal, segundo a Louder
Derrick Green (Sepultura) participa do novo álbum do Black Pantera
O único assassino que ainda tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
Kerry King achou que Paul Bostaph estava brincando quando se ofereceu para voltar ao Slayer
A música do Megadeth inspirada em personagem da Marvel
O show que deixou o Rush abismado; "a gente queria tocar que nem eles, mas eram difíceis"
O vocalista que teve a chance de entrar no Iron Maiden, mas deixou o bonde passar
David Gilmour explica porque nunca conseguiu tocar com velocidade







