Sharon Osbourne: ela cortou os pulsos para impressionar Ozzy

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Sharon Osbourne admitiu que uma vez cortou os pulsos em uma estúpida tentativa de tentar impressionar Ozzy.

A agora esposa e agente de Ozzy, que é co-apresentadora do "The Talk", da CBS, revelou na última quarta, 17 de setembro, durante a "Secret Week": "Sim, é um segredo. É um segredo que só eu e Ozzy conhecemos. Nunca falei isso a meus filhos. E é na verdade... Eu nunca falei isso com vergonha do quão estúpido eu era naquela época, de fazer tal coisa comigo mesmo. E eu quero compartilhar isso com todos, porque foi uma lição aprenda: Eu aprendi uma grande lição disso, e foi algo que fiz quando tinha 27 anos."

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"Eu tinha acabado de começar a sair com Ozzy naquela época, nós estávamos trabalhando juntos e namorando na mesma hora. E ele era casado e tinha dois filhos. Eu estava solteira, livre e bem selvagem."

"Quando nos juntamos pela primeira vez, nós bebíamos juntos, você sabe, é o que fazíamos. E nós tínhamos uma sessão de romance, bebíamos, festejávamos. Era umas quatro da manhã e ele me perguntou: ‘O quanto você me ama? Eu não sei se essa relação vai durar.’ E eu disse: ‘Eu faria qualquer coisa por você. Qualquer coisa. Eu te adoro completamente.’ ‘O quanto você me ama?’ ‘Eu daria minha vida por você.’ ‘Ok, prove.’ Não foi ele. Fui eu, eu, eu. E eu sou bem dramática, como todos vocês sabem, e se eu digo algo, gosto de manter a palavra. Então eu disse: ‘Eu vou mostrar o quanto te amo. Vou morrer por você. Então fui à mesa do serviço de quarto que ainda estava no quarto, cheia de fritas, hambúrgueres e filés. E tinha uma faca de carne. Eu peguei a faca e disse: ‘Eu te amo muito’ e cortei meu pulso várias vezes. E, infelizmente, para mim, isso foi meio fundo e não parava de sangrar. Então eu comecei a dizer: ‘Querido, acho que é melhor você chamar uma ambulância. Isso não vai parar agora.’ E eu fiquei sóbria muito rápido, então a ambulância chegou e eu falei: ‘Só feche o corte.’ ‘Não, isso é tentativa de suicídio.’ ‘Na verdade não, eu estou bêbada, eu não sabia.’ ‘Nós temos que te levar.’ Eles me levaram ao hospital. Estava em algum lugar em Indianápolis naquela época da turnê. Eu falei: ‘Não, eu prometo. Não estava tentando me matar. Eu prometo.’ Então eles me colocaram em observação, chamaram a equipe psiquiátrica, chamaram os médicos, a polícia."

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"Eu marquei permanentemente meu pulso. Estive em observação por ser dramática e bêbada ao mesmo tempo. E não teve nada que eu pude fazer. Ozzy e eu não estávamos casados, então ele não tinha direitos sobre mim. Dependia dos médicos decidirem se eu estava sã para sair do hospital. E foi bem difícil provar isso. ‘Por favor, posso sair agora?’ O ônibus estava partindo. Eu tinha outra cidade para ir. ‘Eu quero sair.’ ‘Não.’

"Então, se qualquer pessoa aí fora gosta de se cortar ou se machucar para tentar provar algo para alguém, deixe me dizer, essas cicatrizes são uma grande vergonha. Eu falo para todos que fui atacada por um cachorro, o que aconteceu. Eu fui atacada por um Doberman, mas foi no outro braço, e são marcas de mordida, mas isso eu tive que explicar para os médicos no caminho e as pessoas olham e eu digo: ‘Ah, foi um cachorro.’ Não. Faca de carne. Uma faca de carne suja. Bêbada, tentando ser dramática. E você quer saber? Cicatrizes não vão embora, elas ficam para sempre. ‘Cresça. Somente cresça.’ Veja isso é triste, patético em alguém de 61 anos. E é como, por favor deixe isso sumir. Isso aconteceu há muito tempo. É um lembrete a todos."

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