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PRB

Mike Inez: "Não foi o grunge que matou o Hair Metal"

Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Em 21/10/14

O baixista do ALICE IN CHAINS, MIKE INEZ, refuta a visão de que o grunge teria assassinado o chamado ‘hair metal’ – porque os dois gêneros não podem ser comparados.

Inez diz que as bandas de grunge de Seattle passaram anos aperfeiçoando seu som enquanto as bandas de hair metal estavam mais focadas em mulheres, roupas e cortes de cabelo. Mas ele insiste que amava de fato a cena de Los Angeles enquanto ela durou.

Ele disse a Lucas H. Gordon: "A diferença entre a cena de Los Angeles – eu sou nascido e criado aqui – e a de Seattle é que o Soundgarden foi uma banda por 10 anos antes de assinarem contrato com uma gravadora grande. Então eles tiveram muito tempo juntos para se solidificarem como banda."

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"Mesmo as bandas como Nirvana e Alice In Chains no começo e o Pearl Jam, Mother Love Bone – elas ficaram muito tempo juntas antes de lançarem sua música para o mundo. Então eu acho que isso foi muito importante."

"Enquanto isso, em Los Angeles, elas só estavam tentando se entrosar e ficarem parecidas com outras bandas tipo ‘Ah, precisamos de um baixista com cabelo loiro e comprido’, ou ‘Precisamos de um vocalista de cabelo anelado’. Elas só estavam tentando fazer isso."

"Então a música começou a ficar em segundo plano, creio eu. Mas eu te digo uma coisa sobre a cena de Los Angeles – havia mais garotas nos anos 80 aqui do que eu já vi em qualquer outro lugar em minha vida. Foi muito divertido ver aquilo."

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"Eu era muito jovem na época, mas foi divertido ver aquilo. Ver bandas como o Van Halen tocando em uma festa de quintal, o Mötley Crüe tocar no Whisky. Foi muito legal ver essas bandas. Eu e Slash somos os dois únicos astros do rock nascido se criados aqui [nota: Slash é na verdade, bretão]. É engraçado. Todo mundo vem pra cá, mas nós estivemos aqui o tempo todo. Vimos a coisa vir e sumir."

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)

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