Dislexia: Uma proposta audaciosa
Por Renato Sanson
Fonte: Heavy And Hell Press
Postado em 23 de setembro de 2015
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Uma proposta sonora arrojada e com bons diferenciais, assim caminha o DISLEXIA nesse seu início, onde de fato não se prendem a rótulos, mas sim a ideias diferentes que possam trazer algo novo ao som pesado.
E para contar um pouco mais deste projeto, a Heavy And Hell Press conversou com o líder e baixista Raoni Joseph, onde mesmo fala das influencias, da recepção do EP "Incoerência" e muito mais, confira:
O Dislexia nasceu em 2014, com uma proposta sonora diferente. Como surgiram estas ideias?
Teve um período que eu buscava novas influências musicais. Daí acabei descobrindo uma banda japonesa chamada SiM, que misturava Hardcore, Reggae e Dubstep. Então comecei a procurar bandas que misturassem ritmos, acabei descobrindo também o Skindred. Tive a ideia de querer formar uma banda que misturasse Punk Rock mais clássico, Hardcore Melódico e Reggae. A proposta sonora da Dislexia surgiu a partir dessas influências.
E foi difícil encontrar músicos para realizar esse projeto audacioso?
A dificuldade não foi tanta, pois vários amigos e conhecidos entraram em contato procurando saber do que se tratava o projeto. O Álvaro é meu amigo de longa data e disse que queria tocar em algum projeto autoral comigo, que esse projeto era a oportunidade de finalmente fazermos algo juntos. Ele chegou com músicas prontas e eu já tinha pelo menos umas 2 músicas engatilhadas a partir da mistura do Punk, Hardcore e Reggae. O Álvaro convidou o Vitor para fazer a outra guitarra, o Rafael foi um dos músicos que se interessou e quis fazer um ensaio teste, acabou se encaixando perfeitamente na proposta da banda. O Luyan entrou em um período que a banda já estava se preparando para gravar, pegou as músicas em uma velocidade impressionante e já foi acompanhando o ritmo frenético do Dislexia. E assim a banda começou a andar.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Logo em seguida vocês lançaram o EP "Incoerência", como está sendo a recepção do mesmo?
A recepção tem sido muito legal, bem além das nossas expectativas, com muitos elogios em cima da proposta e das músicas. Muita gente está aguardando nossos futuros lançamentos e esperamos superar expectativas, tanto nossa quanto dos ouvintes.
Com uma mescla de estilos tão distintas, como foi o processo de composição das faixas?
Não há uma fórmula pronta para descrever o processo... nós registramos as ideias em casa, gravamos de forma caseira e trocamos as ideias entre si. Quando ensaiamos, cada músico apresenta sua ideia em cima do arranjo feito e assim desenvolvemos as músicas. É um processo que tem funcionado muito bem, diga-se de passagem, pois como não pensamos na ideia de "música de trabalho", escrevemos toda e qualquer música como um hit em potencial. Mas o processo de fato é esse, sempre registrar as ideias, compartilhá-las entre nós mesmos e prepararmos o arranjo final, sempre fazendo com que a música possa ser um hit em potencial.
Links Relacionados:
https://www.facebook.com/dislexiaphr?fref=ts
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