Tigersharks: Em entrevista, banda fala sobre novo EP
Por Collapse Agency
Fonte: Collapse Agency
Postado em 17 de dezembro de 2018
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O power trio de Porto Alegre acaba de lançar seu segundo EP intitulado "Linger" via Electric Funeral Records, em todas as plataformas de streaming.
A banda apresenta um som autoral, rápido e pesado, com diversas referências musicais que vão do stoner metal ao hardcore punk clássico, com uma pegada oitentista.

Com nome de cena do clássico filme de Spielberg "Tubarão", podemos dizer que juventude, arte, skate e hardcore punk, misturados a um frenesi e diversão dão forma ao Tigersharks.
Confira aqui o EP "Linger":
No bate-papo abaixo, você fica sabendo um pouco mais sobre o universo do TIGERSHARKS.
Toda banda tem sua influência, vocês se inspiram em alguma banda?
TIGERSHARKS: Nós misturamos muitas referências diferentes, mas acho que nossa principais influências são bandas como Fu Manchu, Black Flag, Thrash Talk, e B'last.

De ondem vêm esse nome "TIGERSHARKS"? O que levou a banda a esse nome?
TIGERSHARKS: O nome vem do filme de 1975, do Spielberg. Eles citam um tigershark nas primeiras caçadas. Tem uma fala onde um cara diz, "o tubarão tigre é uma lata de lixo, ele não come humanos". A gente achou isso legal, além de gostarmos da sonoridade do nome.
O EP "Swin fast, Die slow" foi muito bem recebido. O que podemos esperar desse novo EP?
TIGERSHARKS: Gravamos 3 sons bem distintos e bem pegados com as nossas referências. Nesse EP tem a música mais rápida e a mais lenta que já fizemos. Além disso, chamamos o Villaverde, (vocal da Ornitorrincos, uma lenda da cena portoalegrense e amigo nosso) que sempre deu um apoio, para fazer uma participação especial. Preferimos sempre gravar ao vivo e o Andrez, produtor musical do EP, conseguiu manter a qualidade que esperávamos. Gostamos muito do resultado.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Como as letras/músicas canalizam o estado de espirito de vocês? Quais são as críticas ou mensagens que a vocês jogam ao diálogo com o ouvinte?
TIGERSHARKS: As nossas letras falam de tudo que vem na nossa cabeça na hora de escrever. Sempre que temos uma ideia, botamos no papel e, se fica legal, vira música. Temos letras que falam sobre política, depressão, angústia adolescente, irreverência, ataques de javalis, invasão dos mongóis, hinos sobre skate, decepção amorosa entre outras coisas.
De quem é a arte da capa do EP e por que escolheram esse artista?
TIGERSHARKS: Nós três somos ilustradores e o baterista e o guitarrista são também diretores de arte. Então, a gente sempre teve essa ideia de fazer nós mesmos as artes da banda. Essa arte foi criada pelo nosso guitarrista Rodrigo Neves, que teve essa ideia inspirado na letra de Linger (a última faixa do EP).

Por que resolveram montar uma banda? Musicalmente, o que isso traz de diferente à proposta musical que já existe no mercado?
TIGERSHARKS: Resolvemos montar a banda pois sempre tivemos essa vontade e quando nos conhecemos, parece que encaixou as peças para começarmos a tocar juntos. Misturamos diversas referências musicais de cada um dos integrantes (principalmente Stoner Metal e Sludge) e juntamos isso ao hardcore punk clássico com uma pegada bem anos 80 para criar o nosso som. Não nos prendemos muito na hora de compor, temos músicas rápidas, lentas, moderadas, algumas mais pesadas, algumas mais tranquilas, mas sempre tentando manter o nosso som.

Como driblar esses percalços de se ter banda e continuar na ativa fazendo som pesado no Brasil?
TIGERSHARKS: A gente tenta sempre se manter motivado independente da situação. Nos divertimos muito tocando e, mesmo sendo difícil hoje em dia no Brasil, não ficamos parados e estamos sempre topando tudo que agrega pra banda. A parte da composição também é muito legal, porque conseguimos nos expressar e fazer um som que curtimos muito. Mas além disso, a gratificação de tocar pra um público e ver a galera curtindo, é impagável.
Como anda a agenda de shows e a divulgação do trabalho?
TIGERSHARKS: No momento estamos focando em produção de conteúdo, pretendemos lançar um clipe para cada música entre o fim desse ano e início do ano que vem. Porém, estamos acertando os shows de 2019 dentro do nosso planejamento.

O que esperam para 2019?
TIGERSHARKS: Esperamos atingir mais cidades e pessoas. Focamos 2018 nas gravações mas tivemos bons shows e convites bem legais. Estamos agendando novos shows para 2019, a pré-produção dos clipes e já temos planos de entrar em estúdio novamente. Aguardem.
Para conhecer mais e ficar por dentro das atualizações e do som do Tigersharks, curta e siga a banda:
https://www.facebook.com/thetigersharks/
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