Sebastian Carsin: Uma vida dedicada à música
Por Mateus Rister
Fonte: Insanity Records
Postado em 25 de maio de 2019
Quando a música escolhe alguém, é desde muito cedo e dura a vida toda. Este é o caso de SEBASTIAN CARSIN, uruguaio, músico multi-instrumentista, compositor, técnico de som e produtor musical. Há quase quinze anos radicado em Porto Alegre, SEBA, como é conhecido, transformou o seu estúdio, o HURRICANE, em referência para gravações, mixagem e masterização de bandas de todas as vertentes do Rock e Metal no Brasil e na América Latina.
Durante a década de 1990 e início dos anos 2000, Seba esteve no comando da banda de Death Metal, OSSUARY, onde gravou diversas demos e os álbuns "Black Winds of Conspiracy – 2002" e "Silence Means Gold – 2004". Mesmo em um período pré internet, o grupo obteve reconhecimento no underground metálico, realizando turnês por toda a América do Sul.
A dissolução da OSSUARY acontece em paralelo com a mudança de Seba para Porto Alegre. Neste período, o músico começa a se especializar na produção musical, incluindo formação como técnico de som e produtor pelo Instituto de Ohio (E.U.A).
Desde então, centenas bandas e músicos de Pop Rock, Rock N’ Roll, Punk Rock, Hard Core, Hard Rock, Pop Punk, Heavy Metal, Thrash Metal, Death Metal, Black Metal e as maiores variações dos estilos musicais procuram o ESTÚDIO HURRICANEe para gravar um single, EP ou álbuns completos. De ACÚSTICO E VALVULADOS a HORROR CHAMBER, de SAVANNAH a EXTERMINATE, de CHUTE NO RIM a SILENTE EMPIRE. Além da gravação, o Estúdio HURRICANE também oferece os serviços de selo, com marca própria, o HURRICANE Records, e também através de parceria com a Extreme Zone Records do Uruguai.
Mesmo aliado a tecnologia das gravações do século XXI, SEBASTIAN CARSIN é defensor ferrenho da gravação real. "Por mais que hoje em dia a captação e edição do áudio seja por meios digitais, como o Pro Tools, é imprescindível que o músico pegue seu instrumento e toque de verdade. Não admito em minhas produções que se utilize a programação eletrônica e computadorizada para substituir um instrumento musical. A música precisa ter alma e por mais perfeito que um programa de computador possa executar uma melodia, só um músico real pode inserir sua interpretação e impressão digital em uma canção".
Imagens: Josué Braun
Contatos:
https://www.facebook.com/sebastian.carsin
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor baterista da história da música pesada, segundo o Loudwire
5 álbuns clássicos de rock que Gastão Moreira tentou gostar - e não conseguiu
A melhor faixa de "Powerslave", clássico do Iron Maiden, segundo o Loudwire
O maior guitarrista da história da música pesada, segundo o Loudwire
A diferença entre Bruce Dickinson e Paul Di'Anno, segundo Adrian Smith
As 10 melhores bandas da história do metal, segundo o Loudwire
Angus Young disse que uma banda gigante era "um Led Zeppelin de pobre"; "isso é ridículo"
A opinião de vocal do Depeche Mode sobre versão do Lacuna Coil para "Enjoy the Silence"
Por que o Metallica demorou tanto tempo para gravar um clipe, segundo Lars Ulrich
Organização do Monsters of Rock divulga horários dos shows
A música épica que tem uma das melhores melodias do Dream Theater, segundo o Loudwire
"Você também é guitarrista?": Quando a Rainha da Inglaterra conheceu lendas do instrumento
Tom Morello explica o que fez assumir direção de documentário do Judas Priest
Ouça Phil Campbell tocando "TNT", do AC/DC, com o Anthrax
A opinião elogiosa de Ron "Bumblefoot" Thal sobre Slash
Os 15 melhores álbuns do power metal, segundo o RYM, incluindo uma surpresa brasileira
A medida bizarra que Dinho Ouro Preto adotou para tentar parar de fumar
O disco do Mutantes cheio de coisas obscenas na capa que a censura não percebeu

Red Hot Chili Peppers: as melhores músicas segundo o Loudwire
Como seguir Whiplash.Net por RSS?
Not Troo: João Gordo posta foto com James Hetfield na Disney
Metallica: a regressão técnica de Lars Ulrich
Max Cavalera: "Deveríamos ter demitido aqueles dois e mantido o nome"
A opinião de Paul Stanley, do Kiss, sobre o Metallica e Slayer



