Por que Paul Stanley, do Kiss, ficou tão feliz após banda tirar maquiagens em 1983
Por Igor Miranda
Postado em 30 de abril de 2021
Em 1983, com uma década de carreira, o Kiss tomou a decisão mais ousada de sua vida: abrir mão de suas clássicas maquiagens e fantasias de palco. No álbum "Lick It Up" e sua respectiva turnê, os integrantes do grupo mostraram os rostos pela primeira vez - e seguiram dessa forma até 1996, quando readotaram o visual clássico.
Em entrevista ao jornalista Felipe Branco Cruz, da revista Veja, Stanley refletiu brevemente sobre esse período e o conectou ao seu momento atual, onde se distanciou do rock para lançar um álbum soul. Intitulado "Now and Then", o disco gravado por ele com a banda Soul Station está disponível nas plataformas digitais.
Inicialmente, o Starchild comentou que ficou "feliz" quando o Kiss tirou as maquiagens em 1983. O motivo? "Descobrimos que nós éramos tão bons quanto parecíamos", disse ele, completando: "Lotamos todos os shows. Anos depois, quando voltamos aos personagens, soube que não estávamos nos escondendo atrás de nada".
Essa não foi a única reinvenção da carreira de Paul Stanley: o músico do Kiss já protagonizou o musical "O Fantasma da Ópera" em 1999, lançou um álbum solo intitulado "Live to Win" com roupagem mais contemporânea em 2006 e passou a se dedicar à pintura nos últimos anos.
Ainda à Veja, ele destacou que todos esses trabalhos diferentes não mostram "outras pessoas". Ainda é Paul Stanley, no fim das contas.
"Quando você usa terno e gravata, sente-se uma pessoa diferente de quando está de camiseta? Você é a mesma pessoa, certo? Quem você é, portanto, vem de dentro, não de fora. Todo mundo tem muitos lados. Isso não significa que um é real e o outro, não. Apenas significa que você é multifacetado. Na Soul Station, ainda sou eu cantando, mas é outra parte de mim", disse.
A entrevista completa pode ser lida no site da Veja.
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